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Últimos Dias para Inscrição no 1º Concurso de Avaliação da Qualidade das Cachaças de Alambique e Aguardentes de Cana Mineiras

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As inscrições para o 1º Concurso de Avaliação da Qualidade das Cachaças de Alambique e Aguardentes de Cana Mineiras – Cachaças Mineiras/2024 encerram-se na próxima sexta-feira, dia 19 de julho. Os interessados devem realizar suas inscrições nos escritórios locais da Emater-MG. O concurso é voltado para produtores, engarrafadores e padronizadores de bebidas registrados no território mineiro, especificamente para as denominações Cachaça de Alambique e Aguardente de Cana.

Lucas Rocha Carneiro, assessor técnico do Departamento Técnico (Detec) da Emater-MG e membro da comissão organizadora, explica que o processo de inscrição ocorre em duas etapas. “O produtor deve se dirigir ao escritório da Emater-MG de seu município até o dia 19 de julho e preencher o Anexo 1 do regulamento. Após a confirmação da pré-inscrição, é necessário enviar a documentação e as amostras até o dia 2 de agosto,” detalha Lucas Carneiro.

Categorias e Inscrições

A participação no concurso é gratuita, mas os produtores são responsáveis pelos custos operacionais relacionados à preparação e envio dos documentos e amostras. Cada produtor pode realizar até duas inscrições, sendo permitida apenas uma por categoria.

As categorias disponíveis para cachaças de alambique são: Cachaça de Alambique, Cachaça de Alambique Armazenada, Cachaça de Alambique Envelhecida, Cachaça de Alambique Envelhecida – Premium e Cachaça de Alambique Envelhecida – Extra Premium. Para as aguardentes de cana, as categorias são: Aguardente de Cana, Aguardente de Cana Armazenada, Aguardente de Cana Envelhecida, Aguardente de Cana Envelhecida – Premium e Aguardente de Cana Envelhecida – Extra Premium.

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Fortalecimento do Setor

O concurso será realizado de junho a novembro e envolve etapas de recebimento de inscrições, julgamento das amostras e premiação. “A Emater-MG já possui uma vasta experiência em concursos de café e queijos artesanais, e agora amplia sua atuação para a cachaça, um produto em crescente valorização no estado. Com isso, buscamos fomentar o setor, formalizar mais produtores e valorizar a qualidade da bebida, reconhecida internacionalmente,” afirma o secretário de Agricultura de Minas Gerais, Thales Fernandes.

De acordo com o Ministério da Agricultura, o setor de cachaça é fundamental para a economia nacional, empregando, apenas na região Sudeste, 3.062 pessoas no ano passado. Minas Gerais lidera o Brasil com 504 cachaçarias registradas, representando mais de 60% dos alambiques da região, que possui o maior número de estabelecimentos produtores de cachaça no país.

Capital da Cachaça

Belo Horizonte se destaca como o município com o maior número de rótulos registrados no Brasil, totalizando 336 produtos, o que corresponde a 15,7% da produção estadual. Salinas ocupa o segundo lugar, com 202 rótulos. Minas Gerais é o único estado com três municípios que possuem mais de 50 registros de cachaça: Belo Horizonte, Salinas e Córrego Fundo.

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“O concurso representa uma oportunidade única para os produtores avaliarem suas bebidas de forma técnica e gratuita. Forneceremos feedback sobre cada produto, o que permitirá aos participantes aprimorar a qualidade de suas produções,” recomenda o assessor da Emater-MG.

O 1º Concurso de Avaliação da Qualidade das Cachaças de Alambique e Aguardentes de Cana Mineiras é uma iniciativa do Governo de Minas, coordenada pela Emater-MG, com o apoio do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), da Epamig e de várias outras instituições. O regulamento do concurso e a ficha de pré-inscrição estão disponíveis no site da Emater-MG.

Fonte: Portal do Agronegócio cachaca

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agricultura familiar garante mais de 4 toneladas de alimentos para famílias atendidas na Semana do Migrante

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A Secretaria Municipal de Agricultura contribuiu para fortalecer as ações de segurança alimentar da 41ª Semana do Migrante, realizada pelo Centro Pastoral para Migrantes (CPM), em Cuiabá, por meio do apoio logístico ao transporte de alimentos produzidos pela agricultura familiar. A iniciativa possibilitou a entrega de mais de quatro toneladas de frutas, verduras e hortaliças destinadas às famílias migrantes em situação de vulnerabilidade social atendidas pela instituição.

Celebrada nacionalmente entre os dias 14 e 21 de junho, a Semana do Migrante tem como tema neste ano “Migração e Moradia: Eu não tenho onde morar”. Em Cuiabá, a programação reúne diversos órgãos públicos e entidades parceiras para oferecer serviços de cidadania, inclusão social, orientação profissional, assistência social, saúde e segurança alimentar.

A participação da Secretaria Municipal de Agricultura ocorreu por meio da articulação entre produtores da agricultura familiar, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Centro Pastoral para Migrantes, garantindo o escoamento da produção e a chegada dos alimentos às famílias beneficiadas por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Segundo o secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, o apoio logístico atende a uma orientação da gestão municipal para fortalecer as políticas públicas de segurança alimentar e dar suporte aos pequenos produtores rurais.

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“O apoio logístico aos produtores da agricultura familiar na Semana do Migrante atende a uma orientação do prefeito Abilio Brunini. Muitas comunidades ficam distantes e os produtores não possuem transporte próprio. A Secretaria de Agricultura está à disposição para garantir a entrega das mercadorias em programas como o PAA e o PNAE, fortalecendo as políticas de segurança alimentar”, afirmou.

O secretário destacou ainda que diversas comunidades rurais, localizadas entre 30 e 50 quilômetros da área urbana, dependem desse suporte para comercializar sua produção.

“Nossa preocupação é garantir condições para que esses agricultores possam entregar seus produtos. É gratificante ver a agricultura familiar produzindo e contribuindo diretamente para ações de segurança alimentar”, acrescentou.

De acordo com o coordenador das Feiras da Secretaria Municipal de Agricultura, Luís Alberto Rodrigues Leite, cerca de três toneladas de alimentos foram fornecidas por produtores vinculados à Associação Maria Terra, formada por 25 mulheres agricultoras das comunidades Terra Vermelha, Pai Joaquim, Serra das Laranjeiras, Casulo, Bocaival, Monjolo e região dos distritos da Guia e do Águaçu.

Além desse volume, mais de uma tonelada de alimentos foi entregue por produtoras da comunidade Serra das Laranjeiras, também participantes do projeto Maria Terra. Entre os produtos destinados à ação estão mandioca, mamão, limão, quiabo, jiló, alface e cebolinha.

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Segundo Luís Alberto, o trabalho da Secretaria consistiu em disponibilizar veículos e organizar a logística necessária para buscar os alimentos nas comunidades rurais e transportá-los até o Centro Pastoral para Migrantes.

“O nosso apoio fortalece os produtores porque, sem essa estrutura, eles teriam custos adicionais com frete, reduzindo sua renda. A Secretaria realiza as viagens necessárias para garantir que a produção chegue ao destino e cumpra sua finalidade social”, explicou.

O coordenador informou ainda que novas entregas estão programadas até o fim do mês, ampliando o alcance da ação e reforçando o atendimento às famílias assistidas pelo Centro Pastoral para Migrantes.

Coordenador da Semana do Migrante e diretor do Centro Pastoral para Migrantes, o padre Mauro Verzeletti já havia destacado a importância da atuação conjunta entre instituições públicas e entidades da sociedade civil para atender a população migrante que vive em Mato Grosso. Segundo ele, o Centro Pastoral acolheu mais de 1.200 migrantes desde o início do ano passado, oferecendo hospedagem, alimentação e apoio para a inserção social e econômica dessas famílias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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