AGRONEGÓCIO

Ucrânia exporta 42,9 milhões de toneladas de grãos na temporada 2023/24

Publicado em

As exportações de grãos da Ucrânia na temporada 2023/24, que começou em julho e vai até junho do próximo ano, chegaram a 42,91 milhões de toneladas até o dia 10 de maio. Os dados divulgados pelo Ministério da Agricultura ucraniano nesta sexta-feira mostram uma leve queda em comparação com o mesmo período do ano anterior, quando o país exportou 42,94 milhões de toneladas.

O volume total exportado neste período inclui 1,55 milhão de toneladas exportadas apenas em maio. Do total da temporada, 16,4 milhões de toneladas foram de trigo, 23,8 milhões de toneladas de milho e 2,24 milhões de toneladas de cevada.

Tradicionalmente, a Ucrânia envia cerca de 95% de suas exportações de grãos pelos portos do Mar Negro, uma rota vital para a movimentação de commodities agrícolas do país. No entanto, a guerra e as tensões na região têm afetado a logística de exportação, aumentando a volatilidade do mercado.

O governo ucraniano projeta uma colheita de 81,3 milhões de toneladas de grãos e sementes oleaginosas em 2023, dos quais cerca de 50 milhões de toneladas devem ser destinadas à exportação para a temporada 2023/24. No entanto, o Ministério da Agricultura alerta que a safra combinada de grãos e oleaginosas para 2024 pode cair para 74 milhões de toneladas, incluindo 52,4 milhões de toneladas apenas de grãos.

Leia Também:  Raízen projeta aumento na produção de açúcar para 3,6 a 3,8 milhões de toneladas no primeiro trimestre da safra 2024/25

Essas perspectivas ressaltam a necessidade de estratégias eficazes para a manutenção e ampliação das exportações, bem como para o gerenciamento das incertezas causadas pela guerra e pelas condições climáticas. Os próximos meses serão cruciais para determinar como a Ucrânia lidará com os desafios logísticos e de produção, buscando manter sua posição como importante fornecedor global de grãos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Dólar abre em alta com tensão no Oriente Médio e mercado monitora ataques dos EUA ao Irã

Published

on

O dólar iniciou esta terça-feira (26) em leve alta diante do aumento da aversão ao risco no mercado internacional, após os novos ataques dos Estados Unidos ao Irã ampliarem as preocupações dos investidores com a escalada das tensões no Oriente Médio.

Na abertura do mercado, a moeda norte-americana avançava 0,05%, cotada a R$ 5,0210. Durante as primeiras negociações do dia, o câmbio seguiu oscilando próximo desse patamar, enquanto operadores monitoravam os desdobramentos geopolíticos e os impactos sobre petróleo, juros globais e fluxo de capital para países emergentes. Dados mais recentes apontam o dólar comercial na faixa de R$ 5,01 no mercado brasileiro.

O movimento ocorre após a divisa norte-americana fechar a sessão anterior em queda de 0,19%, a R$ 5,0185. No acumulado de 2026, o dólar ainda registra desvalorização superior a 8% frente ao real, refletindo o diferencial de juros no Brasil, entrada de capital estrangeiro e desempenho positivo das exportações brasileiras.

Ibovespa tenta manter trajetória positiva

O mercado acionário brasileiro também permanece no radar dos investidores. O Ibovespa encerrou o último pregão com alta de 0,91%, aos 177.816 pontos, impulsionado principalmente pelo fluxo externo e pela recuperação de ações ligadas a commodities e bancos.

Leia Também:  CNA lança plataforma de denúncia anônima contra invasão de terras

No acumulado do ano, o principal índice da bolsa brasileira sobe mais de 10%, apesar da recente volatilidade provocada pelas incertezas fiscais internas e pelo cenário internacional mais sensível. O mercado monitora ainda indicadores econômicos dos Estados Unidos, além das sinalizações do Federal Reserve sobre os próximos passos da política monetária americana.

Petróleo e cenário externo pressionam moedas emergentes

A tensão envolvendo EUA e Irã elevou a cautela nos mercados globais, principalmente devido ao risco de impactos na oferta mundial de petróleo. Em momentos de maior instabilidade geopolítica, investidores tendem a buscar ativos considerados mais seguros, como o dólar e os títulos do Tesouro americano.

Esse ambiente costuma gerar pressão adicional sobre moedas emergentes, incluindo o real brasileiro, especialmente em sessões de maior volatilidade internacional.

Além do cenário externo, agentes financeiros acompanham no Brasil a trajetória das contas públicas, o comportamento da inflação e as expectativas para os juros domésticos ao longo do segundo semestre.

Desempenho dos mercados
  • Dólar
    • Abertura desta terça-feira: R$ 5,0210
    • Fechamento anterior: R$ 5,0185
    • Acumulado da semana: -0,19%
    • Acumulado do mês: +1,35%
    • Acumulado do ano: -8,57%
  • Ibovespa
    • Fechamento anterior: 177.816 pontos
    • Acumulado da semana: +0,91%
    • Acumulado do mês: -5,07%
    • Acumulado do ano: +10,36%
Leia Também:  Sine tem vaga para mecânico com salário de R$ 3,6 mil; veja outras 230 oportunidades

Os investidores seguem atentos ao comportamento do mercado internacional ao longo do dia, especialmente após a abertura das bolsas em Nova York e a divulgação de novos indicadores econômicos nos Estados Unidos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA