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UBSs de Cuiabá realizam neste sábado (12) o Dia D das campanhas Julho Amarelo e Julho Verde com diversos serviços de saúde gratuitos

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Acontece neste sábado (12), em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Cuiabá, o Dia D das campanhas Julho Amarelo e Julho Verde, promovidas pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Das 7h às 17h, a população conta com uma série de serviços gratuitos voltados à prevenção, diagnóstico e orientação em saúde, com foco especial nas hepatites virais e no câncer de cabeça e pescoço.

Durante o Dia D, as UBSs oferecem, vacinação contra a gripe e outras vacinas do calendário nacional. Dispensação de medicamentos, consultas médicas e de enfermagem (agendadas), coleta de exame preventivo (CCO), testes rápidos para hepatites B e C, HIV e sífilis. Também atendimento odontológico e pediátrico, atualização do Cartão SUS, avaliação de lesões bucais e orientações sobre prevenção do câncer de cabeça e pescoço, além de palestras educativas e ações informativas sobre autocuidado e prevenção de doenças.

As ações integram duas campanhas nacionais importantes. O Julho Amarelo tem como foco a luta contra as hepatites virais — doenças que muitas vezes evoluem de forma silenciosa e só são identificadas em estágios avançados. Já o Julho Verde chama atenção para o câncer de cabeça e pescoço, que também apresenta alta incidência de diagnóstico tardio.

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A secretária adjunta de Atenção Primária, Catarina Célia de Araújo Amorim, reforça a importância da mobilização. “O Julho Amarelo é um momento estratégico para alertar sobre doenças graves como as hepatites virais. Aproveitar esse Dia D é uma forma de prevenção e cuidado com a própria saúde.”

A secretária adjunta de Saúde Bucal, Dra. Cristhiane Leite, também destaca o papel do Julho Verde. “Essa é uma campanha que visa salvar vidas por meio do diagnóstico precoce. As nossas equipes estão preparadas para orientar, avaliar e, se necessário, encaminhar casos suspeitos.”

A campanha Julho Verde ocorre em todas as UBSs da capital, com ações voltadas à saúde bucal e prevenção do câncer de cabeça e pescoço.

Já a campanha Julho Amarelo, que concentra os demais serviços de saúde, acontece em 26 unidades participantes, sendo elas: USF Renascer, USF Bela Vista, USF Dr Fábio, USF Santa Amália, USF CPA 4, USF Novo Paraíso 1, USF Santa Terezinha, USF Terra Nova/ Canjica, USF Nova Esperança, USF Ilza Picolli, USF João Bosco Pinheiro, USF Coxipo 3, USF OHara, USF Industriario, USF Santa Isabel, USF Pedra 90 5 e 6, USF Parque Cuiabá, USF Clínica da Família, ⁠USF Novo Colorado I e II, ⁠USF Jardim Imperial I , II e III. USF Despraiado, USF Ribeirão Ponte, USF Sucuri, USF Novo Terceiro, USF Altos da Serra 1 e 2, USF Ribeirão do Lipa.

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A Secretaria Municipal de Saúde convida toda a população a participar do Dia D, aproveitar os serviços disponíveis e contribuir para a promoção da saúde coletiva. Cuidar da saúde é um ato de responsabilidade e amor. Compareça, leve seus documentos e participe!

#PraCegoVer

A imagem mostra três servidoras realizando atendimento em uma Unidade Básica de Saúde de Cuiabá. Duas delas usam roupas de cores claras, e a que está sentada veste roupas de cor azul escuro.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Mercado de arroz segue travado no Brasil, mas fundamentos globais apontam cenário mais favorável para os preços

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O mercado brasileiro de arroz continua operando em ritmo lento, com baixa liquidez e poucas referências de preços, refletindo a cautela de produtores e compradores diante de um cenário ainda marcado pelo excesso de oferta e pela necessidade de ampliar as exportações. Apesar das dificuldades no mercado interno, indicadores internacionais começam a sinalizar fundamentos mais positivos para o setor no médio prazo.

Segundo análise de Safras & Mercado, o ambiente segue sem fatores capazes de provocar mudanças significativas na dinâmica entre oferta e demanda, mantendo os agentes à espera de sinais mais consistentes para a tomada de decisões comerciais.

“O sentimento predominante continua sendo de espera, tanto por parte dos vendedores quanto dos compradores”, destaca o analista e consultor Evandro Oliveira.

Escoamento dos excedentes continua sendo principal desafio

Após a conclusão da colheita, o setor arrozeiro concentra atenções na necessidade de reduzir os estoques acumulados. O volume disponível no mercado doméstico permanece elevado, aumentando a dependência do comércio exterior para equilibrar a oferta.

Embora as exportações sigam ocorrendo, o ritmo dos embarques ainda está abaixo do necessário para promover uma redução significativa da disponibilidade física do cereal.

Na avaliação dos especialistas, o desempenho das vendas externas será determinante para a recuperação dos preços e para o equilíbrio do mercado nos próximos meses.

Dólar mais fraco reduz competitividade do arroz brasileiro

Outro fator que tem limitado o avanço do setor é o comportamento do câmbio. Após um período de valorização, o dólar perdeu força nas últimas semanas e voltou a operar próximo da faixa de R$ 5,00.

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A movimentação reduz a competitividade do arroz brasileiro no mercado internacional, uma vez que diminui a atratividade das exportações e enfraquece a paridade de exportação.

Em um momento em que o setor depende fortemente da ampliação dos embarques para absorver os excedentes da safra, o recuo da moeda norte-americana representa um desafio adicional para a cadeia produtiva.

Relatório do USDA fortalece perspectiva altista para o mercado global

Enquanto o mercado doméstico enfrenta dificuldades, o cenário internacional apresenta sinais mais construtivos para os próximos meses.

O relatório de junho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe revisões importantes para o balanço global do arroz, indicando um aperto gradual na oferta mundial.

Entre os principais destaques estão:

  • Redução de 3,53 milhões de toneladas na produção global de arroz beneficiado;
  • Corte de 1,51 milhão de hectares na área cultivada mundial;
  • Diminuição dos estoques finais globais;
  • Manutenção do consumo mundial em níveis recordes.

Os números reforçam a percepção de que o mercado internacional poderá operar com menor folga entre oferta e demanda durante a temporada 2025/26.

Embora os estoques globais ainda sejam considerados confortáveis, a redução observada em relação aos últimos ciclos fortalece a expectativa de um ambiente mais favorável para a sustentação dos preços internacionais.

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Preços continuam pressionados no Rio Grande do Sul

Mesmo diante dos sinais positivos no mercado externo, os preços do arroz seguem pressionados no principal estado produtor do país.

A média da saca de 50 quilos de arroz em casca no Rio Grande do Sul, com padrão de 58% a 62% de grãos inteiros e pagamento à vista, encerrou a última quinta-feira cotada a R$ 58,79.

O valor representa:

  • Queda de 0,37% em relação à semana anterior;
  • Recuo de 3,54% na comparação mensal;
  • Desvalorização de 13,03% frente ao mesmo período de 2025.

Os números refletem a dificuldade do mercado em absorver a oferta disponível e a necessidade de uma aceleração das exportações para que ocorra uma recuperação mais consistente das cotações.

Perspectiva para o setor

A expectativa dos agentes do mercado é de que a combinação entre redução da oferta mundial, estoques globais menores e consumo crescente possa criar um ambiente mais favorável para o arroz nos próximos meses.

Entretanto, a recuperação dos preços no Brasil continuará diretamente ligada ao desempenho das exportações, ao comportamento do câmbio e à capacidade de escoamento dos excedentes da safra.

Enquanto esses fatores não apresentarem mudanças mais significativas, o mercado deverá permanecer operando com baixa liquidez, negociações pontuais e forte atenção aos movimentos do cenário internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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