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Tumultos globais afetam mercado: Café opera com desvalorização em Nova York e Londres

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O cenário de instabilidade mundial repercute no mercado futuro do café, resultando em desvalorização nos principais contratos durante o pregão desta terça-feira (23) na Bolsa de Nova York (ICE Future US).

Os fundamentos do mercado, conforme analisados pelo Escritório Carvalhaes, mantêm-se consistentes, com baixos estoques de café e um consumo em constante crescimento. No entanto, eventos climáticos extremos em diversas regiões, tensões políticas crescentes como a invasão da Ucrânia pela Rússia, ataques terroristas do Hamas em Israel e, mais recentemente, os ataques de rebeldes Houthi a navios no Mar Vermelho, geram um panorama global turbulento e incerto. Essas condições, repletas de incertezas, contribuem para a intensificação da volatilidade nas cotações do café.

Por volta das 09h10 (horário de Brasília), os principais contratos evidenciaram quedas: março/24, com uma baixa de 215 pontos, negociado a 190,15 cents/lbp; maio/24, com uma desvalorização de 215 pontos, alcançando 185,40 cents/lbp; julho/24, registrando uma queda de 230 pontos, cotado a 184,45 cents/lbp; e setembro/24, apresentando uma baixa de 235 pontos, com valor de 184,60 cents/lbp.

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Em Londres, o tipo conilon também iniciou com ajustes negativos, destacando-se as seguintes variações: março/24, com uma queda de US$ 22 por tonelada, negociado a US$ 3198; maio/24, desvalorizando US$ 16 por tonelada, cotado a US$ 3022; julho/24, com uma desvalorização de US$ 15 por tonelada, alcançando US$ 2892; e setembro/24, apresentando uma baixa de US$ 18 por tonelada, com valor de US$ 2824. A conjuntura global incerta continua a moldar o comportamento do mercado, evidenciando a influência dos eventos internacionais nas tendências do setor cafeeiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Diesel S-10 dispara mais de 7% em abril e pressiona custos do transporte no Brasil

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O preço do diesel S-10 registrou forte alta nos postos brasileiros em abril, consolidando um movimento de pressão sobre os custos logísticos e o transporte no país. Segundo dados do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), o combustível avançou mais de 7% na comparação com março, alcançando média de R$ 7,61 por litro.

O diesel comum também apresentou elevação relevante no período, com alta de 6,42%, chegando a R$ 7,46 por litro. O levantamento considera abastecimentos realizados em uma base de mais de 21 mil postos credenciados em todo o Brasil.

Diesel lidera alta entre combustíveis

Entre os principais combustíveis, o diesel foi o que registrou a maior variação em abril. A gasolina teve aumento de 3,45%, com preço médio de R$ 6,90 por litro, enquanto o etanol hidratado apresentou leve alta de 0,62%, sendo comercializado a R$ 4,86.

De acordo com o diretor de Unidades de Negócio da Edenred Mobilidade, Vinicios Fernandes, o movimento de alta reflete fatores estruturais e conjunturais. “Abril foi marcado por uma pressão significativa nos preços do diesel, influenciada pelo cenário de oferta e demanda e por ajustes nas refinarias”, destacou.

Conflito no Oriente Médio impacta mercado

O avanço dos preços está diretamente ligado ao cenário internacional, especialmente às tensões no Oriente Médio envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O conflito tem provocado instabilidade no mercado global de petróleo, afetando cadeias de abastecimento e elevando custos.

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No Brasil, o impacto é ampliado pela dependência externa: cerca de 25% do diesel consumido no país é importado. A Petrobras, principal produtora nacional, também atua como importadora, o que torna o mercado sensível às oscilações internacionais.

O último reajuste promovido pela estatal ocorreu em meados de março, mas os efeitos do cenário global continuam sendo repassados ao consumidor final.

Governo tenta conter alta

Diante da escalada de preços, o governo federal implementou medidas para reduzir o impacto, incluindo programas de subsídio ao diesel. A iniciativa busca amenizar os custos, principalmente para o setor de transporte e o agronegócio, altamente dependentes do combustível.

Alta atinge todo o país

Os dados do IPTL indicam que todas as regiões brasileiras registraram aumento no preço do diesel em abril. O Nordeste apresentou as maiores altas percentuais em relação a março, enquanto a região Norte concentrou os preços médios mais elevados.

O movimento reforça a preocupação com os custos logísticos no Brasil, especialmente em um momento de intensificação das atividades no campo e escoamento da produção agrícola.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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