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Trouw Nutrition fará análise de silagem e levará soluções nutricionais inovadoras à Expodireto

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Com foco na nutrição de precisão, a empresa oferecerá aos produtores rurais a realização de análises rápidas de silagem. Basta que o produtor leve sua amostra ao estande para a avaliação gratuita e rápida. “O NutriOpt On-site Adviser (NOA) é um equipamento portátil que pode ser levado até o local onde possam ser coletadas as matérias-primas, seja na fazenda, granja ou na fábrica, antes mesmo do oferecimento aos animais. Por ser de fácil manuseio, a ferramenta é uma grande aliada para os produtores na formulação da dieta do rebanho”, destaca Bruno Rissi, coordenador técnico comercial da Trouw Nutrition.

Os visitantes também conhecerão em detalhes diversas soluções nutricionais da Trouw Nutrition, incluindo as linhas Dry® e Fylax®. “A Tecnologia Dry® assegura a integridade dos suplementos, mantendo o equilíbrio nutricional e a concentração de minerais mesmo em ambientes molhados. Em propriedades com pouca estrutura de suplementação, alta incidência de chuvas e dificuldade operacional na salga dos animais, a tecnologia Dry® é indispensável, pois mantém os suplementos sempre farelados e secos”, detalha Leonardo Bernardes da Rocha, coordenador técnico comercial da Trouw Nutrition.

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A linha Fylax® foi desenvolvida para proporcionar maior segurança alimentar e precisão na nutrição mineral, atuando na conservação de forragens e rações, além do controle de fungos. “A alimentação tem uma participação relevante nos custos da produção animal. Por isso, o compromisso da Trouw Nutrition é levar à Expodireto Cotrijal soluções que sejam eficientes na rotina das fazendas, aumentando significativamente a rentabilidade dos pecuaristas, com qualidade e segurança”, explica Gabriela Genesini Kimerling, coordenadora de negócios Feed Additives.

“Nosso compromisso é oferecer as melhores soluções para quem vive os desafios da pecuária – desde as ferramentas e tecnologias essenciais para o produtor até a compra de insumos para a elaboração da melhor dieta. Melhorar o controle e a qualidade da alimentação animal é essencial para o funcionamento do sistema produtivo, devido à importância da nutrição nos custos da propriedade rural. Vamos demonstrar na Expodireto como monitorar e manter a silagem em bom estado, diminuindo assim as despesas e elevando a produtividade e agregando valor e qualidade à proteína animal”, completa Bruno Rissi, coordenador técnico comercial da Trouw Nutrition.

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Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Carne suína: percepção de oferta confortável pressiona preços e trava mercado no Brasil

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O mercado brasileiro de carne suína registrou uma semana de comportamento misto entre o quilo vivo e os cortes negociados no atacado. A pressão predominante veio da percepção de que a oferta de animais segue confortável, fator que limita reajustes e mantém o setor em ritmo lento de negociações.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Allan Maia, a indústria adotou uma postura mais reticente nas compras do suíno vivo em Minas Gerais ao longo da semana. O movimento reflete a percepção de equilíbrio — ou até excesso — na oferta disponível, o que reduz o poder de barganha dos produtores.

Ao mesmo tempo, os frigoríficos monitoram o escoamento da carne suína no mercado interno, que apresenta leve melhora, mas ainda sem força suficiente para sustentar altas mais consistentes nos preços.

Consumo pode ganhar tração na primeira quinzena de julho

De acordo com Maia, as expectativas do setor se concentram na primeira metade de julho, período tradicionalmente associado ao aumento da circulação de renda com o pagamento de salários.

Além disso, o avanço do inverno em diversas regiões do país tende a favorecer o consumo de proteínas, especialmente carnes de preparo doméstico. Outro fator de atenção é a competitividade da carne suína frente à bovina, o que pode ampliar a demanda no varejo.

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No cenário externo, as exportações seguem como principal variável positiva para o setor em 2026, funcionando como importante amortecedor para o mercado interno.

Preços do suíno vivo recuam na média nacional

Levantamento da Safras & Mercado apontou que a média do quilo do suíno vivo no Brasil recuou de R$ 5,34 para R$ 5,28 ao longo da semana.

No atacado, a média dos cortes de carcaça ficou em R$ 8,89, enquanto o pernil foi negociado a R$ 11,18.

Cotações variam entre estabilidade e ajustes regionais

No mercado paulista, a arroba suína subiu de R$ 101,00 para R$ 102,00, indicando leve reação pontual.

Em outras regiões, o comportamento foi mais heterogêneo:

  • No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração caiu de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto no interior avançou de R$ 5,10 para R$ 5,15
  • Em Santa Catarina, a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto o interior subiu de R$ 5,05 para R$ 5,10
  • No Paraná, o mercado livre avançou de R$ 4,90 para R$ 5,00, e a integração manteve R$ 5,60
  • Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande ficou estável em R$ 5,10, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
  • Em Goiás, os preços subiram de R$ 5,40 para R$ 5,50
  • Em Minas Gerais, o interior caiu de R$ 6,00 para R$ 5,90, enquanto o mercado independente ficou estável em R$ 6,10
  • Em Mato Grosso, Rondonópolis manteve R$ 5,50, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
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O cenário geral reforça um mercado fragmentado, com variações pontuais e ausência de tendência única.

Exportações seguem em queda no comparativo anual

As exportações brasileiras de carne suína in natura somaram US$ 212,827 milhões em junho, considerando 14 dias úteis, com média diária de US$ 15,202 milhões.

O volume embarcado atingiu 84,663 mil toneladas, com média diária de 6,047 mil toneladas, enquanto o preço médio ficou em US$ 2.513,8 por tonelada.

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • queda de 5,2% no valor médio diário
  • recuo de 1% na quantidade média diária
  • redução de 4,3% no preço médio

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e reforçam um cenário de leve perda de ritmo nas exportações, apesar de o setor seguir relevante para o equilíbrio da cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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