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Trouw Nutrition destaca os benefícios dos hidroxi-minerais para a nutrição de gado de corte e vacas leiteiras

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A busca por maior eficiência na produção de carne e leite continua a ser um dos maiores desafios enfrentados pelos pecuaristas. A otimização da produção, com impacto direto nos custos e na sustentabilidade do negócio, requer um manejo adequado e estratégias alimentares eficazes. Nesse contexto, a nutrição de precisão surge como uma aliada essencial, especialmente com o uso de fontes inovadoras como os hidroxi-minerais, como aponta a zootecnista Bruna Demétrio, gerente de Portfólio de Ruminantes da Trouw Nutrition na América Latina.

Hidroxi-minerais e seus benefícios na alimentação animal

A especialista defende que a suplementação da dieta de gado de corte e vacas leiteiras com hidroxi-minerais, como a linha IntelliBond, tem mostrado melhorias significativas no desempenho produtivo. “Esses minerais oferecem maior estabilidade e biodisponibilidade devido à sua estrutura química única”, explica Bruna. Além disso, ela destaca que a escolha adequada de uma fonte mineral está diretamente relacionada ao aumento da absorção e aproveitamento do produto pelos animais, gerando melhores resultados em termos de ganho de peso, conversão alimentar e produtividade.

A vantagem dos hidroxi-minerais em relação às fontes inorgânicas

Segundo Bruna, os hidroxi-minerais se diferenciam das fontes inorgânicas por serem menos solúveis e mais estáveis, graças às ligações covalentes. Essa característica confere maior resistência à reação com outros nutrientes, como vitaminas, o que resulta em uma mineralização mais eficiente. “Com maior estabilidade, esses minerais passam de forma inerte pelo rúmen, sendo altamente absorvidos no intestino, o que proporciona um impacto positivo na saúde e produtividade dos animais”, explica.

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Digestibilidade e preferências alimentares dos animais

A linha IntelliBond também se destaca por melhorar a digestibilidade e a palatabilidade das dietas. Estudos recentes indicam que ruminantes alimentados com hidroxi-minerais apresentaram maior digestibilidade de FDN (Fibra em Detergente Neutro) em comparação com minerais inorgânicos. O aumento na digestibilidade foi de cerca de dois pontos percentuais. Além disso, bezerras demonstraram preferência por dietas contendo IntelliBond, em comparação com fontes minerais à base de sulfato ou orgânicas, o que resultou em maior ingestão alimentar e crescimento acelerado dos animais.

Sustentabilidade e redução das emissões de carbono

Outro benefício importante apontado pela especialista é a sustentabilidade da estratégia nutricional. Bruna destaca que a linha Selko IntelliBond apresenta uma pegada de carbono menor do que os minerais à base de sulfato, tornando-se uma alternativa mais ecológica. “É a fonte mineral mais moderna e tecnológica do mercado, com diversas certificações, incluindo a GFLI (The Global Feed LCA Institute), que valida a redução das emissões de carbono”, afirma, ressaltando os investimentos significativos em pesquisa e estudos realizados em diferentes países, incluindo o Brasil.

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Impacto na produção de leite

No caso das vacas leiteiras, os estudos realizados pela Trouw Nutrition apontam que o uso de hidroxi-minerais pode resultar em um aumento de até 1,5 litro de leite por dia por vaca, um dado que foi compartilhado por Bruna durante o 3º Mineral Trace Summit, realizado em Uberlândia, Minas Gerais. O evento reuniu cerca de 120 participantes, incluindo consultores e empresas da cadeia produtiva de ruminantes, com sessões dedicadas tanto ao gado de corte quanto às vacas leiteiras.

Com essas inovações e resultados, a Trouw Nutrition continua a fortalecer sua posição como líder em soluções nutricionais para a pecuária, promovendo uma produção mais eficiente e sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Paraná projeta safra recorde de cevada em 2026 e fortalece liderança nacional na produção

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O Paraná caminha para registrar uma safra histórica de cevada em 2026. Impulsionado pelas condições climáticas favoráveis e pela expansão da área cultivada, o estado deve colher mais de 550 mil toneladas do cereal, consolidando sua posição como principal produtor brasileiro.

As informações constam no mais recente Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgado nesta semana.

Área cultivada cresce 21% e reforça expectativa de produção recorde

O plantio da cevada já alcançou 44% da área prevista para a safra 2026, beneficiado pelo clima favorável e pelos níveis adequados de umidade no solo.

A projeção aponta para uma área recorde de 126 mil hectares, crescimento de 21% em relação aos 104 mil hectares cultivados na temporada anterior. Com isso, a produção estadual deverá superar 550 mil toneladas, ampliando ainda mais a participação paranaense no abastecimento nacional.

Segundo o engenheiro agrônomo e analista do Deral, Carlos Hugo Godinho, o avanço dos trabalhos foi favorecido pelas condições climáticas observadas nas últimas semanas.

“As chuvas registradas em maio foram importantes para garantir a umidade necessária ao desenvolvimento das lavouras, enquanto o período mais seco recente permitiu acelerar o plantio”, destacou.

Apesar do cenário positivo, os técnicos acompanham com atenção os possíveis impactos do fenômeno El Niño. A expectativa de maior volume de chuvas durante a primavera pode comprometer a qualidade dos grãos no período da colheita.

Paraná lidera produção nacional de cevada

O estado mantém ampla liderança na produção brasileira de cevada. O segundo maior produtor do país, o Rio Grande do Sul, tem previsão de colher cerca de 100,4 mil toneladas.

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De acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção nacional deverá atingir 678,7 mil toneladas em 2026, representando aumento de 7,2% em comparação ao ciclo anterior.

Safra de milho segue em desenvolvimento e mantém potencial produtivo

O boletim também destaca o avanço da segunda safra de milho 2025/26, cuja estimativa permanece em 17,5 milhões de toneladas.

A colheita começou de forma pontual na região Oeste, principal polo produtor do estado. Até o momento, aproximadamente 14 mil hectares foram colhidos, volume que representa menos de 1% da área total cultivada.

Dos 2,9 milhões de hectares plantados, cerca de 24% das lavouras já estão na fase final de desenvolvimento e praticamente livres dos riscos de geadas. Os demais 76% ainda demandam monitoramento das condições climáticas durante as próximas semanas.

Exportações de carne de peru ganham força

A cadeia produtiva de perus também apresentou resultados positivos. Em 2025, o Paraná ampliou sua participação nas exportações brasileiras da proteína, alcançando 22,61% do total nacional.

Os embarques estaduais somaram 14.875 toneladas, avanço expressivo em relação às 8.692 toneladas exportadas no ano anterior.

No cenário nacional, a carne de peru brasileira foi destinada a 88 mercados internacionais, com destaque para os países das Américas, responsáveis por 63,05% das compras, e da África, com participação de 31,15%.

Maior oferta pressiona preços do brócolis

No segmento de hortaliças, o aumento sazonal da produção provocou queda nos preços do brócolis no mercado atacadista.

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A região de Curitiba, responsável por mais de 75% da produção estadual, registrou ampliação da oferta nas primeiras semanas de junho. Como resultado, o preço médio praticado no entreposto da capital recuou para R$ 8,33 por quilo, valor 28,6% inferior ao observado no mesmo período do mês anterior.

Balança comercial de lácteos fecha quadrimestre com superávit em volume

O setor lácteo paranaense encerrou o primeiro quadrimestre de 2026 com saldo positivo em volume comercializado no mercado externo.

As exportações alcançaram 4,3 mil toneladas, superando as importações, que totalizaram 3,1 mil toneladas no período.

Entretanto, a balança comercial permaneceu deficitária em valor financeiro. Enquanto as vendas externas geraram receita de US$ 8,1 milhões, as importações somaram US$ 11,4 milhões.

O resultado reflete o perfil da pauta comercial do setor. O Paraná exporta predominantemente produtos de menor valor agregado, como manteiga, enquanto importa itens com maior valor de mercado, especialmente queijos.

Agronegócio paranaense mantém trajetória de crescimento

Os números apresentados pelo Deral reforçam o bom momento vivido pelo agronegócio paranaense. A expectativa de safra recorde de cevada, o avanço do milho, o fortalecimento das exportações de proteína animal e o desempenho positivo de diferentes cadeias produtivas demonstram a diversidade e a força do setor no estado.

Mesmo diante dos desafios climáticos e das oscilações de mercado, o Paraná segue ampliando sua relevância no cenário agropecuário nacional e consolidando sua posição entre os principais polos produtores do Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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