AGRONEGÓCIO

Trecho da Av. Barão de Melgaço será totalmente interditado nesta sexta

Publicado em

A Avenida Barão de Melgaço, no trecho entre a Rua Tenente Thogo da Silva Pereira e a Rua Major Gama, será totalmente interditada nesta sexta-feira (15) para a execução das obras de rede coletora de esgoto e ligações domiciliares para coleta das casas. Segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), a ação atende a solicitação da Concessionária Águas Cuiabá e será realizada das 8h às 16h30, com previsão de conclusão na terça-feira (19), totalizando quatro dias de interdição, exceto no domingo. No sábado (16), as equipes trabalharão normalmente para adiantar o serviço e cumprir o prazo estimado. A partir das 16h30, o trânsito será liberado para garantir a fluidez. Agentes de trânsito estarão no local especialmente no início da manhã auxiliando os motoristas.

A Rua Tenente Thogo da Silva Pereira e a Rua Major Gama cruzam a Avenida Barão de Melgaço; portanto, a interdição abrangerá uma quadra entre as duas vias.

Os condutores que costumam trafegar pela região poderão utilizar rotas alternativas para chegar aos seus destinos.

Leia Também:  Semana do Pescado movimenta economia e promove hábitos saudáveis em Minas Gerais

Quem trafegar pela Barão de Melgaço deverá descer pela Thogo Pereira e acessar a Rua 13 de Junho, sentido Porto. Já quem estiver na Thogo Pereira fará o mesmo trajeto.

Motoristas que circulam pela Rua Comandante Costa deverão entrar uma via antes, na Rua Major Gama, para chegar à Avenida Barão de Melgaço.

“Orientamos os motoristas a manterem a atenção no trânsito e, sempre que possível, evitarem sair em cima do horário dos compromissos. A cidade está com obras em diversas regiões, visando um conjunto de melhorias”, explicou o supervisor de interdições da Semob, Reginaldo Leonel.

#PraCegoVer

A foto mostra o ponto inicial da interdição, no cruzamento da Rua Thogo Pereira. O supervisor da Semob está posicionado no local explicando a ação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Atacado e exportação estabelecem ritmo recorde em agosto

Published

on

Os preços da carne de frango voltaram a subir no mercado interno, enquanto as exportações brasileiras iniciaram agosto no maior ritmo diário já registrado. A combinação de estoques ajustados, recuperação do consumo doméstico e forte procura internacional dá sustentação às cotações neste começo de mês.

Na quinta-feira (13.08), o frango congelado foi negociado no atacado da Grande São Paulo a R$ 7,20 o quilo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O valor acumula alta de 0,84% desde o início de agosto.

A reação ocorre depois de um período de pressão sobre os preços no fim de julho e nos primeiros dias deste mês. O recebimento de salários aumentou o poder de compra das famílias, enquanto a volta às aulas impulsionou a procura por uma proteína amplamente utilizada no consumo doméstico, em restaurantes e na alimentação escolar.

Os estoques também estão relativamente ajustados à demanda. Esse equilíbrio reduz a necessidade de concessão de descontos por atacadistas e frigoríficos e ajuda a conter a pressão provocada pela maior oferta nacional de carne de frango.

A melhora no atacado, entretanto, não significa necessariamente uma recuperação imediata e na mesma proporção para todos os elos da cadeia. O efeito sobre a remuneração dos avicultores depende dos contratos de integração, dos custos de produção e do comportamento dos preços do milho e do farelo de soja, principais componentes da alimentação das aves.

No mercado externo, os números indicam uma procura ainda mais forte. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Cepea, mostram que o Brasil embarcou, em média, 30 mil toneladas de carne de frango in natura por dia nos cinco primeiros dias úteis de agosto.

Leia Também:  Chuvas começam a se regularizar no Brasil, diz Inmet

É a maior média diária para o período desde o início da série histórica, em 1997. Considerada a parcial, aproximadamente 150 mil toneladas foram exportadas nos cinco primeiros dias úteis do mês.

O resultado deve ser interpretado com cautela, porque ainda não permite projetar o volume total de agosto. O ritmo dos embarques pode variar ao longo do mês devido à programação dos portos, à disponibilidade de navios, aos contratos dos frigoríficos e ao calendário dos países compradores.

A arrancada de agosto, porém, dá sequência a um julho de forte desempenho. No mês passado, o Brasil exportou 519,2 mil toneladas de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, crescimento de 29,9% em relação a julho de 2025. A receita ficou próxima de R$ 5,2 bilhões, alta de 34,3% na comparação anual, medida originalmente em dólares.

O avanço elevado também reflete a base mais fraca de 2025, quando restrições sanitárias temporárias adotadas após a confirmação de influenza aviária em uma granja comercial afetaram as vendas brasileiras. O foco foi eliminado e o Brasil recuperou gradualmente o acesso aos mercados que haviam suspendido as compras.

No primeiro semestre de 2026, os embarques chegaram a 2,936 milhões de toneladas, alta de 12,9% sobre igual período do ano anterior e recorde para os seis primeiros meses do ano.

Leia Também:  Variação nos Preços do Etanol: Hidratado Valoriza 0,66% na Semana, Anidro Registra Segunda Semana de Queda

O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estima que o país poderá produzir entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas em 2026, crescimento de até 5,6% sobre as 15,289 milhões de toneladas de 2025.

As exportações podem alcançar 5,875 milhões de toneladas neste ano, avanço de até 10,3%. Mesmo com o crescimento dos embarques, a disponibilidade para o mercado interno está estimada em aproximadamente 10,275 milhões de toneladas, 3,1% acima do volume registrado no ano passado.

A presença simultânea de demanda doméstica mais aquecida e exportações em ritmo elevado tende a reduzir a pressão de oferta sobre o atacado. A continuidade da recuperação, contudo, dependerá do consumo após o período de pagamento de salários e da manutenção das encomendas internacionais.

Para produtores e agroindústrias, o cenário é favorável, mas exige atenção aos custos. A valorização da carne melhora a capacidade de absorver despesas, enquanto uma eventual alta do milho ou do farelo de soja pode limitar as margens. Nas próximas semanas, o mercado acompanhará se o recorde diário dos embarques será mantido e se a reação observada no atacado chegará aos demais elos da cadeia.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA