AGRONEGÓCIO

Tratores Agritech são destaques na 4ª Alta Café, em Franca (SP)

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A Agritech marcará presença na 4ª edição da Alta Café com suas soluções de tratores para a cultura cafeeira. Considerada um dos principais eventos da cadeia produtiva da cafeicultura, a Feira de Negócios e Tecnologia da Alta Mogiana será realizada de 12 a 14 de março no Clube de Campo da Franca, em Franca (SP).

Um dos objetivos da Alta Café é criar um ambiente diferenciado de negócios voltado principalmente aos cafeicultores da região da Alta Mogiana, mostrando a importância econômica do café – da lavoura à xícara – abrangendo desde propriedades rurais até indústria, comércio, serviços e turismo de negócios.

“Os nossos tratores voltados para a lavoura de café estarão expostos no estande de um dos nossos parceiros, a concessionária Sami Máquinas. No estande, o produtor terá informações sobre as vantagens do consórcio de tratores com taxas menores e juros zero”, informa o coordenador de Vendas/Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira.

A Agritech é pioneira na indústria brasileira ao fabricar linhas de tratores, microtratores e implementos agrícolas voltados especialmente para a agricultura familiar. Entre os modelos desenvolvidos para a cultura cafeeira, o trator 1175 Super Estreito Cabinado é um dos destaques da marca Agritech. Este modelo cafeeiro tem potência de 75 CV e 1,30 metros de largura externa dos pneus.

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Outro destaque é o 1155 Super Estreito Cabinado, que possui potência de 42 CV e 1,18 metros de largura externa dos pneus. Os dois modelos possuem cabine de fábrica. São cabines equipadas com estruturas de proteção contra capotamento e controle do ar-condicionado com comandos de fácil acesso.

AGT 25 da Agritech pela primeira vez na Alta Café

Além dos tratores específicos para o café, a Agritech levará, pela primeira vez na Alta Café, a novidade da marca: o AGT 25.

Como pioneira na indústria brasileira ao fabricar máquinas para pequenos e médios produtores, a cultura corporativa da Agritech é atender a esse nicho, facilitando o dia a dia dos ‘pequenos’ em diversas situações de aplicação para culturas diversificadas.

Com motor Mitsubishi de 3 cilindros aspirado com 24 CV, com 9 marchas a frente e 3 a ré e tração 4×4, o novo trator da Agritech atende todas as operações em uma pequena propriedade ou em culturas que exigem tratores estreitos e pequenos, como é o caso de operações em estufas.

“Este novo trator da nossa marca é prático, pequeno e potente. Chega ao mercado para facilitar o trabalho no dia a dia do pequeno agricultor, que tem demandas específicas”, comenta Oliveira.

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Fonte: Attuale Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Batata: safra de inverno amplia oferta e coloca preços em alerta

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A oferta de batata deve ganhar força entre agosto e setembro com o avanço da colheita de inverno em Vargem Grande do Sul, no interior de São Paulo. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), somente em agosto deverá ser retirado do campo o equivalente a 35% da safra regional, elevando o acumulado colhido para 50% até o fim do mês.

O aumento sazonal da disponibilidade pode manter as cotações pressionadas no curto prazo, especialmente se a colheita avançar simultaneamente em outros polos produtores. Para o agricultor, o cenário reforça a necessidade de acompanhar o ritmo de entrada do produto no mercado, a qualidade dos lotes e os custos de classificação, armazenamento e transporte.

Em julho, a produtividade média das lavouras de Vargem Grande do Sul ficou próxima de 30 toneladas por hectare, abaixo do potencial da região. Colaboradores consultados pelo Cepea atribuíram o resultado ao excesso de chuva registrado em maio e junho e à elevada frequência de dias nublados, que reduziu a luminosidade e prejudicou a fotossíntese das plantas.

Para agosto, a expectativa é de recuperação do rendimento para aproximadamente 40 toneladas por hectare, patamar próximo ao observado nos últimos anos. A melhora, combinada com a concentração da colheita, deverá ampliar o volume ofertado ao mercado.

O produtor, entretanto, ainda precisa manter atenção redobrada ao manejo fitossanitário. Houve registros de canela-preta depois de cerca de 60 dias da tuberização, favorecidos pela elevação das temperaturas, embora a doença tenha sido rapidamente controlada. A requeima, presente desde junho, intensificou-se em julho e também contribuiu para limitar a produtividade. Apesar dos problemas, a qualidade dos tubérculos colhidos é considerada satisfatória.

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O avanço regional da oferta ocorre em um ano de redução da produção brasileira. O levantamento de julho do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima a safra nacional de batata-inglesa de 2026 em 4,2 milhões de toneladas, queda de 8,3% em relação às 4,58 milhões de toneladas produzidas em 2025.

A retração é explicada principalmente pelas perdas de área. O país deverá colher 121,8 mil hectares, 9,4% menos que no ano passado. A produtividade média nacional, por outro lado, está estimada em 34,5 toneladas por hectare, crescimento de 1,2%.

A terceira safra, correspondente ao cultivo de inverno, deverá produzir 892,2 mil toneladas, recuo de 19,3% frente a 2025. A área destinada ao ciclo diminuiu 23,9%, para 22,1 mil hectares. O rendimento médio esperado, contudo, subiu 6,1% e alcança 40,3 toneladas por hectare.

Isso significa que o mercado pode enfrentar dois movimentos diferentes. No curto prazo, a concentração da colheita entre agosto e setembro amplia a oferta e pode pressionar as cotações recebidas pelo produtor. No conjunto do ano, porém, a disponibilidade nacional deverá ser menor que a registrada em 2025.

A queda de preços já apareceu no varejo. A batata-inglesa recuou 19,59% em julho no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A continuidade desse movimento dependerá do ritmo da colheita, do rendimento das lavouras e da qualidade comercial dos lotes que chegarem aos atacados.

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Apesar de produzir mais de 4 milhões de toneladas por ano, o Brasil não exerce papel central no mercado mundial. Dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) mostram que o planeta produziu 390,4 milhões de toneladas de batata em 2024. O Brasil respondeu por aproximadamente 1,1% desse volume e ocupou a 18ª posição entre os países produtores. China e Índia lideram com ampla vantagem.

A produção brasileira é direcionada principalmente ao mercado interno. No comércio exterior, o maior desequilíbrio está nos produtos processados. Em 2025, considerando a pauta formada por batata-doce e batatas preparadas ou conservadas, o país exportou 36,5 mil toneladas e importou 345,7 mil toneladas — um volume importado quase 9,5 vezes superior ao exportado.

As compras externas foram lideradas por batatas preparadas e conservadas, especialmente produtos congelados destinados ao varejo e ao setor de alimentação. Argentina, Bélgica, Países Baixos e Egito estiveram entre os principais fornecedores. O déficit não significa falta de batata fresca no país, mas revela a dependência brasileira de produtos com maior grau de processamento industrial.

Para o produtor, a entrada no pico da safra exige atenção à comercialização. Mesmo com uma produção nacional menor em 2026, a concentração temporária da oferta pode reduzir preços e margens. Qualidade, produtividade, escalonamento da colheita e negociação antecipada serão determinantes para atravessar o período de maior disponibilidade.

Fonte: Pensar Agro

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