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Tocantins inicia safra 2025/26 com expectativa de crescimento e produção recorde de grãos

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O estado do Tocantins iniciou o plantio da safra 2025/26 de grãos com perspectivas positivas. Segundo dados da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), os produtores demonstram confiança na expansão da produção. O 1º Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta crescimento de 6,7% na área cultivada e 4,8% na produção total em relação à safra anterior, com expectativa de alcançar 9,63 milhões de toneladas de grãos.

Soja lidera produção e milho cresce com expansão do etanol

A soja mantém papel central na agricultura tocantinense, representando cerca de 60% da área plantada e 66% da produção estadual. Já o milho deve registrar aumento significativo na área cultivada, com crescimento estimado em 7,8%, impulsionado pela expansão das indústrias de etanol de milho no Matopiba. Segundo a Seagro, essa movimentação agrega valor à cadeia produtiva e fortalece a economia regional.

Andamento do plantio por regiões do estado

O plantio da soja avança de forma constante nas principais regiões produtoras do Tocantins:

  • Região Central (Palmas e Porto Nacional): cerca de 70% da área prevista já semeada.
  • Vale do Araguaia: aproximadamente 40% da área plantada.
  • Pedro Afonso e arredores: índice superior a 45%, consolidando-se como um dos polos tradicionais da produção estadual.
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Tecnologias e práticas agrícolas sustentáveis sustentam expectativas

O uso de tecnologias avançadas, manejo eficiente da água e práticas agrícolas sustentáveis tem contribuído para elevar a produtividade. Caso as condições climáticas previstas se confirmem, o Tocantins poderá ultrapassar pela primeira vez a marca de 9,6 milhões de toneladas de grãos, reforçando sua posição de destaque entre os principais produtores da região do Matopiba.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dólar opera próximo de R$ 5,21 e mercado acompanha payroll dos EUA; Ibovespa busca recuperação nesta quinta-feira

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O mercado financeiro iniciou esta quinta-feira (2) com investidores concentrando as atenções na divulgação do relatório oficial de empregos dos Estados Unidos (Payroll), considerado um dos indicadores mais importantes para as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed).

Após encerrar a quarta-feira em alta de 0,90%, cotado a R$ 5,2094, o dólar comercial apresenta oscilações próximas desse patamar nas primeiras negociações do dia, refletindo a cautela dos investidores antes da divulgação dos dados do mercado de trabalho norte-americano. No mercado internacional, a moeda americana permanece relativamente fortalecida diante da expectativa de manutenção dos juros elevados por mais tempo, caso o emprego continue aquecido.

Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, tenta recuperar parte das perdas registradas na sessão anterior, quando fechou em 171.689 pontos, com queda de 0,20%. O desempenho da bolsa continua sendo influenciado tanto pelo cenário externo quanto pelo comportamento das commodities, especialmente minério de ferro e petróleo, além das expectativas para os juros no Brasil e nos Estados Unidos.

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Payroll é o principal evento do dia

O relatório de emprego dos Estados Unidos pode alterar significativamente o comportamento dos mercados globais.

Caso os números venham acima das expectativas, aumenta a percepção de que o Federal Reserve poderá manter uma postura mais restritiva em relação aos juros, fortalecendo o dólar frente às principais moedas e pressionando mercados emergentes como o Brasil.

Por outro lado, um resultado mais fraco tende a ampliar as apostas de cortes de juros nos próximos meses, favorecendo ativos de maior risco, incluindo ações brasileiras, commodities e moedas de países emergentes.

Mercado brasileiro acompanha cenário externo

Além do Payroll, investidores seguem atentos aos indicadores econômicos domésticos e ao ambiente fiscal brasileiro. O comportamento do câmbio continua sendo um dos principais fatores acompanhados pelo agronegócio, já que influencia diretamente a competitividade das exportações de soja, milho, café, carnes, açúcar, algodão e celulose.

Um dólar mais valorizado tende a favorecer as receitas dos exportadores brasileiros, enquanto a queda da moeda americana reduz custos de importação de fertilizantes, defensivos agrícolas, máquinas e outros insumos utilizados pelo setor.

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Fechamento da última sessão
  • Dólar Comercial
    • Fechamento: R$ 5,2094
    • Variação diária: +0,90%
    • Acumulado da semana: +0,82%
    • Acumulado do mês: +0,90%
    • Acumulado de 2026: -5,09%
  • Ibovespa
    • Fechamento: 171.689 pontos
    • Variação diária: -0,20%
    • Acumulado da semana: -0,93%
    • Acumulado do mês: -0,20%
    • Acumulado de 2026: +6,56%
Perspectivas para o dia

Os mercados devem permanecer voláteis ao longo desta quinta-feira, principalmente após a divulgação do Payroll americano. A combinação entre os dados de emprego, as expectativas para os juros nos Estados Unidos e o comportamento das commodities continuará determinando o rumo do dólar, da Bolsa brasileira e dos ativos ligados ao agronegócio nas próximas sessões.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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