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TIM Inova com Inteligência Artificial para Revolucionar a Conectividade no Agronegócio

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A TIM, pioneira em soluções de conectividade no campo desde 2018, está apostando na inteligência artificial (IA) para transformar o agronegócio brasileiro. Com o objetivo de cobrir 20 milhões de hectares com tecnologia 4G até 2024, a empresa vem aprimorando suas ofertas, que incluem monitoramento digital de pragas, previsão de safra por IA, volumetria automática e o modem industrial 4G. Todas essas soluções estão integradas ao 4G TIM no Campo e ao NB-IoT, focando na agricultura de precisão e viabilizando a Internet das Coisas (IoT) no setor.

Contando com engenheiros agrônomos em suas equipes e atendendo a mais de 40 dos principais grupos do agronegócio no Brasil, a TIM continua a liderar a digitalização do campo. Segundo Paulo Humberto Gouvêa, Diretor de Soluções Corporativas da TIM Brasil, “a TIM, com a maior rede móvel do país, está na vanguarda da transformação digital do agronegócio, oferecendo soluções que vão além da conectividade e promovem um ecossistema integrado de dispositivos e máquinas, aumentando a produtividade e acelerando a tomada de decisões no campo.”

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A empresa, que já conecta mais de 17 milhões de hectares e beneficia 1,6 milhão de pessoas em 983 municípios de 15 estados brasileiros, reafirma sua posição de liderança com o lançamento da frente TIM IoT Solutions. Essa iniciativa consolida a TIM como a principal habilitadora da transformação digital em setores-chave como Agronegócio, Indústria, Logística e Utilities. Co-fundadora da iniciativa ConectarAGRO, a operadora segue expandindo suas ferramentas tecnológicas para revolucionar o agronegócio nacional.

Principais Soluções de Inteligência Artificial da TIM para o Agronegócio:

  • Monitoramento Digital e Previsão de Pragas por IA: Em parceria com a Trapview, a TIM oferece um sistema de monitoramento de pragas em tempo real, utilizando inteligência artificial. A solução otimiza o uso de produtos químicos, reduz custos, melhora a eficiência da mão de obra e garante a rastreabilidade das atividades agrícolas.
  • Previsão de Safra de Grãos por IA: Aplicativo inteligente que permite aos agricultores gerenciar suas safras de maneira mais eficaz. Oferece estimativas precisas de produtividade e auxilia na gestão da colheita, identificando automaticamente o ponto de maturidade dos grãos.
  • Volumetria Automática por IA: Ferramenta que controla e analisa o armazenamento de grãos, oferecendo indicadores detalhados de volume e taxa de entrada e saída. A solução reduz o tempo de certificação de crédito e melhora a gestão dos armazéns.
  • TIM Flow Up: Software em nuvem que automatiza e gerencia processos de forma ágil e flexível, permitindo maior controle operacional e otimização de custos.
  • TIM IoT Platform: Plataforma que integra dados de máquinas e sensores, automatizando processos e gerando relatórios em tempo real. Oferece insights precisos e resolve problemas mapeados nas lavouras de forma eficiente.
  • Modem Industrial 4G: Dispositivo compacto e robusto, ideal para aplicações M2M/IoT em ambientes industriais e agrícolas. Garante conectividade confiável para máquinas agrícolas móveis e robôs autônomos.
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Com essas inovações, a TIM não só fortalece sua liderança no setor, mas também contribui significativamente para o desenvolvimento sustentável e tecnológico do agronegócio brasileiro, reforçando seu compromisso com a transformação digital no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtos bovinos brasileiros podem ganhar mais espaço no mercado japonês

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Estabelecimentos brasileiros registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) que produzem produtos bovinos processados têm até as 18h desta segunda-feira (31.08) para manifestar interesse em participar da auditoria sanitária que o Japão realizará no Brasil e que poderá ampliar o acesso de produtos bovinos processados ao mercado japonês. A iniciativa ocorre em meio ao esforço brasileiro para aumentar a presença da pecuária nacional em um dos mercados de carne mais exigentes e valorizados do mundo.

A chamada foi aberta pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para identificar estabelecimentos interessados e preparados para receber a missão japonesa. O trabalho será conduzido pelas autoridades sanitárias do Japão e deverá avaliar as condições brasileiras de produção e processamento.

A lista inclui produtos como carne bovina desidratada, conhecida internacionalmente como beef jerky, envoltórios bovinos submetidos a tratamento térmico e o chamado Prime Beef, produto elaborado a partir de colágeno bovino e extrato de carne.

O objetivo da auditoria é revisar o Programa de Verificação de Exportação (EVP, na sigla em inglês), conjunto de procedimentos que estabelece as condições que os estabelecimentos brasileiros precisam cumprir para vender determinados produtos ao Japão.

Na prática, uma avaliação favorável poderá permitir a inclusão de novos produtos e estabelecimentos brasileiros no comércio com o país asiático.

O prazo desta segunda-feira não significa, portanto, abertura automática do mercado. Ele representa uma etapa preparatória para a auditoria e para a negociação sanitária necessária antes da autorização das exportações.

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A movimentação ganha importância porque o Japão é fortemente dependente da importação de alimentos. Cerca de 60% das calorias consumidas pela população japonesa têm origem externa, ao mesmo tempo em que o país mantém padrões sanitários rigorosos para entrada de produtos agropecuários.

Na carne bovina, aproximadamente 70% do consumo japonês é abastecido por importações. Austrália e Estados Unidos estão entre os principais fornecedores, enquanto o Brasil ainda busca ampliar sua participação nesse mercado.

A abertura para a carne bovina brasileira in natura é uma negociação separada e muito mais ampla, que se arrasta há mais de duas décadas. Brasil e Japão decidiram acelerar as discussões e estabeleceram a realização de inspeções técnicas como uma das etapas necessárias para avançar na avaliação de risco.

Por isso, embora a auditoria relacionada ao prazo de segunda-feira seja destinada a produtos processados, o movimento ocorre dentro de uma aproximação sanitária e comercial mais abrangente entre os dois países.

Para a pecuária brasileira, conquistar espaço no Japão teria importância que vai além do volume vendido. O país asiático é considerado um mercado de elevado valor agregado e possui exigências sanitárias capazes de funcionar como referência para outros compradores.

A diversificação também ganhou importância neste segundo semestre. As exportações brasileiras de carne bovina chegaram a 1,97 milhão de toneladas entre janeiro e julho, crescimento de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado, mas o setor enfrenta mudanças nas condições de acesso a alguns de seus principais destinos.

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Nesse cenário, ampliar o número de compradores reduz a dependência de poucos mercados e aumenta as alternativas comerciais dos frigoríficos. O efeito pode chegar ao pecuarista por meio de maior disputa pela matéria-prima e da valorização de animais que atendam às exigências dos destinos mais remuneradores.

A abertura de um mercado, entretanto, não termina com a autorização sanitária. Frigoríficos precisam cumprir requisitos específicos de produção, processamento, rastreabilidade e certificação para serem habilitados a exportar.

É justamente esse processo que começa agora para os produtos incluídos na chamada. Os estabelecimentos interessados devem encaminhar a documentação por meio do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e do respectivo Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sipoa), para que a manifestação chegue ao Mapa dentro do prazo.

Manifestações apresentadas depois das 18h desta segunda-feira não serão consideradas.

A auditoria japonesa será o passo seguinte. Se o resultado permitir a revisão das regras atuais, o Brasil poderá acrescentar novos produtos bovinos à pauta de exportações para o Japão enquanto continua negociando o objetivo de maior peso econômico para a pecuária nacional: a abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira in natura.

Fonte: Pensar Agro

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