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Terraplant Revoluciona Agricultura com Lançamento do Primeiro Fertilizante Organomineral do Brasil

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A Terraplant, com sede em Chapecó, Santa Catarina, introduz uma inovação marcante no mercado agrícola brasileiro com o lançamento do MinerOxi+, o primeiro fertilizante organomineral do país. Certificado pelo Ministério da Agricultura, este produto pioneiro integra uma formulação que combina fração orgânica, minerais essenciais e óxidos para correção de pH do solo, proporcionando uma solução completa e eficaz.

Atendimento às Demandas Sustentáveis e Operacionais

Respondendo à crescente demanda por práticas agrícolas sustentáveis e eficientes, o MinerOxi+ representa uma resposta aos desafios enfrentados pelos produtores. Ao combinar os benefícios imediatos dos óxidos, que elevam o pH do solo e aumentam a disponibilidade de nutrientes para as plantas, este fertilizante promove uma gestão mais eficiente da fertilidade do solo.

Benefícios e Aplicações Multicultivo

O MinerOxi+ já demonstrou sua eficácia em culturas como trigo e em coberturas de solo no sul do Brasil, estando pronto para atender uma diversidade de cultivos, desde a soja até hortifrutis. Disponível em sete formulações distintas, o produto oferece 13 nutrientes essenciais para o ciclo de crescimento das plantas, contribuindo não apenas para a produtividade agrícola, mas também para a saúde das plantas.

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Compromisso com a Agricultura Regenerativa

Alex Becker, Coordenador de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Terraplant, destaca o compromisso da empresa com práticas sustentáveis, utilizando matéria orgânica proveniente de camas de aves compostadas. Essa abordagem eleva a qualidade dos fertilizantes, apoia a produção de alimentos mais nutritivos e saudáveis, alinhando-se aos princípios da economia circular.

Tecnologia e Garantia de Qualidade

A tecnologia GranMax é aplicada em todos os processos produtivos da Terraplant, desde a seleção das matérias-primas até a fabricação dos fertilizantes, garantindo padrões elevados de qualidade e eficácia. O lançamento nacional do MinerOxi+ na safra 2024/25 promete simplificar as práticas agrícolas, oferecendo aos produtores uma solução integrada e confiável para suas necessidades nutricionais e de correção de solo.

Este lançamento representa um avanço significativo na agricultura brasileira, promovendo uma abordagem mais sustentável e eficiente para o manejo das culturas em todo o país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do boi gordo perde força antes do Dia das Mães e mercado aponta acomodação da arroba

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O mercado físico do boi gordo encerrou a semana em ritmo mais lento e com sinais de acomodação nos preços, mesmo diante da proximidade do Dia das Mães, uma das datas mais importantes para o consumo de carnes no Brasil. O cenário reflete uma combinação de demanda doméstica moderada, maior competitividade das proteínas concorrentes e cautela das indústrias frigoríficas nas compras de animais para abate.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Iglesias, frigoríficos de estados como São Paulo, Goiás e Minas Gerais tentaram alongar escalas de abate com ofertas em patamares mais baixos. Em contrapartida, em Mato Grosso houve encurtamento das escalas, levando parte da indústria local a reajustar preços para garantir abastecimento.

Mercado acompanha limite da cota chinesa

Além do comportamento do consumo interno, o setor pecuário monitora com atenção a evolução da cota de exportação de carne bovina para a China. A expectativa é de que o limite atual seja atingido em meados de junho, o que aumenta as incertezas sobre o ritmo dos embarques brasileiros durante o terceiro trimestre de 2026.

A China segue como principal destino da carne bovina brasileira e qualquer alteração no fluxo de exportações tende a impactar diretamente a formação de preços da arroba no mercado doméstico.

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Preço da arroba do boi gordo por estado

Na modalidade a prazo, os preços da arroba do boi gordo apresentaram estabilidade na maior parte das praças pecuárias monitoradas até o dia 7 de maio:

  • São Paulo (Capital): R$ 350,00 por arroba, queda de 2,78% frente aos R$ 360,00 da semana anterior;
  • Goiás (Goiânia): R$ 340,00 por arroba, recuo de 1,45%;
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 340,00 por arroba, estável;
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 350,00 por arroba, sem alterações;
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 360,00 por arroba, estável;
  • Rondônia (Vilhena): R$ 330,00 por arroba, sem mudanças em relação ao mês anterior.
Carne bovina perde competitividade no atacado

No mercado atacadista, os preços também apresentaram acomodação, mesmo em um período tradicionalmente favorável ao consumo, impulsionado pela entrada dos salários e pelas compras relacionadas ao Dia das Mães.

Segundo Iglesias, os atuais níveis de preços da carne bovina limitam novas altas mais intensas, já que parte da população encontra dificuldade para absorver reajustes adicionais no varejo.

A carne bovina continua perdendo competitividade frente às proteínas mais acessíveis, principalmente a carne de frango, que segue ganhando espaço no consumo doméstico.

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Os cortes bovinos registraram os seguintes preços médios na semana:

  • Quarto do dianteiro: R$ 23,00 por quilo, queda de 2,13%;
  • Cortes do traseiro: R$ 28,00 por quilo, recuo de 1,75%.
Exportações de carne bovina seguem fortes em abril

Apesar da acomodação do mercado interno, as exportações brasileiras de carne bovina seguem em ritmo robusto.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 251,944 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada em abril, considerando 20 dias úteis.

A receita obtida pelo país somou US$ 1,572 bilhão, com média diária de US$ 78,625 milhões. O preço médio da tonelada exportada ficou em US$ 6.241,50.

Na comparação com abril de 2025, os números mostram:

  • Alta de 29,4% na receita média diária;
  • Crescimento de 4,3% no volume médio diário embarcado;
  • Avanço de 24,1% no preço médio da tonelada.

O desempenho das exportações segue sendo um dos principais fatores de sustentação para o setor pecuário brasileiro, especialmente em um momento de maior cautela no consumo doméstico.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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