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Terminal de Paranaguá Registra Crescimento Recorde em 2024

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O Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) alcançou, até setembro de 2024, um volume de movimentação superior ao registrado em todo o ano de 2023. Com dois meses restantes para o encerramento do ano, foram movimentados 1.253.397 TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), o que representa um aumento de 34% em relação ao ano anterior. Este montante corresponde a cerca de 7.641 quilômetros de contêineres, distância equivalente a 1,7 vezes a extensão entre o Monte Caburaí e o Chuí, pontos extremos do Brasil.

As exportações registraram alta de 26%, atingindo 480.173 TEUs, com destaque para o setor de carnes e produtos congelados, que somaram 166.784 TEUs, o equivalente a 2,7 milhões de toneladas. O crescimento expressivo, segundo Giovanni Guidolim, gerente comercial da TCP, se deve à expansão das tomadas refrigeradas, agora somando 5.268 plugs, consolidando o terminal como o maior da América do Sul em área para produtos refrigerados.

No campo das importações, o aumento foi de 22%, totalizando 480.078 TEUs. Bens de consumo e eletrônicos lideraram, movimentando 64.496 TEUs, seguidos pelo setor automotivo (56.310 TEUs) e pela indústria química (30.254 TEUs). Carolina Merkle Brown, gerente comercial de armadores da TCP, destacou que a ampliação das linhas de longo curso e cabotagem resultou em 25 escalas semanais, aumentando a capacidade de transporte e criando novas oportunidades de negócios.

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O crescimento da TCP também se refletiu na geração de empregos. Em 2024, foram realizadas 341 novas contratações, elevando o número total de colaboradores para mais de 1.600, com expectativa de superar 1.700 até o fim do ano.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Abitrigo celebra 35 anos e reforça papel como principal representante da indústria do trigo no Brasil

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Abitrigo completa 35 anos e se consolida como voz unificada dos moinhos de trigo

A Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) chega a 2026 celebrando 35 anos de atuação, consolidada como a principal entidade representativa dos moinhos de trigo no Brasil e referência na articulação institucional do setor.

Criada em um cenário de forte intervenção estatal e fragmentação da representação setorial, a entidade surgiu com o objetivo de unificar a voz da indústria do trigo e fortalecer o diálogo com o poder público.

Fundação buscou unificar representação e fortalecer diálogo institucional

Segundo o fundador e primeiro presidente da Abitrigo, Atenor Barros Leal, a criação da entidade respondeu a uma demanda estratégica do setor, que à época contava com múltiplas representações regionais e pouca coordenação nacional.

“A política do trigo era altamente dependente do governo, e o setor tinha múltiplas vozes. A criação da Abitrigo permitiu organizar essa representação e estabelecer um interlocutor único”, afirma.

A iniciativa permitiu maior integração entre os agentes da cadeia, sem eliminar a representatividade regional, mas promovendo uma agenda nacional mais estruturada.

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Indústria do trigo passou por forte transformação nas últimas décadas

Ao longo de mais de três décadas, o setor moageiro brasileiro passou por mudanças significativas, impulsionadas pela redução da intervenção estatal, pela abertura de mercado e pelo aumento da competitividade.

De acordo com o presidente-executivo da Abitrigo, Rubens Barbosa, esse processo exigiu maior profissionalização e eficiência da indústria.

“A Abitrigo acompanhou e contribuiu para a modernização do setor moageiro. Hoje, representamos uma indústria mais competitiva e essencial para a segurança alimentar do país”, destaca.

Consolidação do setor fortaleceu papel institucional da entidade

A evolução da indústria do trigo também foi marcada pela consolidação de empresas, investimentos em tecnologia e ampliação da capacidade produtiva.

Esse movimento reforçou a importância da Abitrigo como articuladora institucional, ampliando sua atuação em temas estratégicos como política agrícola, comércio exterior, regulação, competitividade e sustentabilidade.

Para o presidente do Conselho Deliberativo da entidade, Daniel Kümmel, a trajetória da associação acompanha o amadurecimento do setor.

“A Abitrigo se fortaleceu junto com a indústria e segue sendo fundamental para promover o diálogo e defender interesses comuns”, afirma.

Entidade atua em agenda estratégica da cadeia do trigo no Brasil

Atualmente, a Abitrigo reúne os principais moinhos de trigo do país e mantém atuação ativa junto a órgãos governamentais, entidades de classe e demais elos da cadeia produtiva.

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A entidade participa de discussões relacionadas à competitividade da indústria, segurança alimentar e desenvolvimento sustentável do setor moageiro.

Abitrigo reforça compromisso com inovação e futuro do setor

Ao completar 35 anos, a entidade destaca o compromisso com os desafios futuros da indústria do trigo, em um cenário marcado por inovação tecnológica, eficiência produtiva e crescente demanda por segurança alimentar.

Segundo a liderança da associação, a base construída ao longo das últimas décadas permite ao setor enfrentar novos desafios com maior organização e capacidade de articulação.

“É motivo de orgulho ver a evolução do setor e o papel que a Abitrigo desempenhou ao longo dessa trajetória”, conclui Daniel Kümmel.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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