AGRONEGÓCIO

Tecnoshow COMIGO amplia área de exposição de maquinários em 6.000m²

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Ao expandir a área gramada em 6.000m², a Tecnoshow COMIGO dará ainda mais visibilidade aos maquinários agrícolas durante a 21ª edição do evento, que ocorrerá de 8 a 12 de abril, em Rio Verde (GO).

A iniciativa, como conta o coordenador de Infraestrutura da feira, Edimilson de Carvalho Alves, leva em consideração a demanda das empresas expositoras que, a cada ano, “reforçam a importância em se participar de um encontro tão importante quanto a Tecnoshow COMIGO”.

“Todo ano a feira destaca e mostra aos participantes como a inovação dentro do agronegócio brasileiro é importante para o desenvolvimento do setor, por isso há tanto interesse das empresas expositoras por espaços, como mostra a ampliação de 6.000m². É neste evento onde tudo acontece. Ele é uma grande vitrine para o mercado”, afirma Alves, ao destacar a exposição de implementos, peças, componentes, máquinas e equipamentos.

Entre as empresas participantes deste ano, está a Leão Máquinas. A concessionária ofertará aos participantes do evento uma estrutura com quase 2 mil metros quadrados para receber os visitantes, clientes e parceiros. A marca, reconhecida por equipamentos compactos agrícolas e para a construção civil, participa pelo segundo ano consecutivo da feira.

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Na estrutura de 1.847 m², localizada no Centro Tecnológico Comigo (CTC), a Leão Máquinas disponibilizará soluções focadas na transformação da vida do homem do campo, como os modelos de transporte mais vendidos – as três versões do trator Solis 90 (aberto, cabinado e compacto) -, a mini colheitadeira de grãos YH 880 e o trator de 105cv, um dos mais novos lançamentos.

Também marcarão presença a Indutar, empresa reconhecida pela fabricação de peças e componentes para a indústria, com a exposição da carreta graneleira Vision nas versões 35.000 e 40.000, do descompactador de solo Rupttor e do escarificador Rompper e o Grupo Osvaldo Zilli, referência em transporte, com a exposição de equipamentos de rastreamento e conectividade, como caminhões IVECO, produtos Michelin e peças de reposição e conectividade com as soluções NEXPRO e NEXPRO Connect.

Outras soluções

Para além da área de maquinários, peças e implementos, a Tecnoshow também ofertará ao público outras soluções para diferentes segmentos, como os caminhões e ônibus novos e seminovos da rede de concessionárias Suécia Veículos. O Grupo Timber também apresentará suas marcas líderes: XAG, responsável pelo fornecimento de drones agrícolas, a EcoFlow, com soluções energéticas voltadas para fazendas remotas que não possuem acesso à rede elétrica convencional e Valley, referência em tecnologias voltadas à irrigação e energia solar.

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Fonte: Attuale Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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