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Tecnologia de Mecanização Impulsiona a Produção de Hortaliças no Verão

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O verão no Brasil é uma estação crucial para o cultivo de hortaliças, com diversas regiões do país experimentando diferentes tipos de plantios. Na agricultura familiar, a olericultura se destaca, representando mais de 50% da produção total de hortaliças do país. Para otimizar a produção nesse período, a adoção de tecnologias de mecanização tem se mostrado cada vez mais vantajosa, tanto para agilizar o manejo no campo quanto para aumentar a produtividade.

De acordo com o Censo Agropecuário de 2023, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de mecanização da agricultura familiar no Brasil atingiu 25%. O uso de máquinas modernas é uma realidade crescente entre os pequenos produtores, que reconhecem o custo-benefício das máquinas, incluindo tratores e implementos agrícolas, como um investimento estratégico para o aumento da rentabilidade.

“O agricultor percebe que a otimização do manejo, o aumento da produtividade e a rentabilidade são fundamentais para o sucesso de seus negócios. Por isso, ele procura equipamentos adequados ao seu tipo de propriedade e com preços acessíveis”, explica Cesar Roberto Guimarães de Oliveira, coordenador de Vendas e Marketing da Agritech.

Linha 1155: Solução Inovadora para a Olericultura

A Agritech, pioneira na indústria nacional de tratores e implementos agrícolas voltados para a agricultura familiar, apresenta a linha 1155, um modelo ideal para a olericultura. Com características que atendem às necessidades específicas de pequenos produtores, esse trator se destaca pelo seu menor raio de giro de 2.250 mm, o que facilita as manobras em espaços reduzidos, resultando em maior agilidade e aumento da produtividade.

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Além disso, a linha 1155 conta com uma capacidade de elevação de 1.500 kg no engate e câmbio lateral, proporcionando mais conforto ao operador. Outro recurso importante é o sistema Autolift, que torna mais prática a operação de implementos suspensos. Equipado com um motor Yanmar 4TNV88 MAR I de 42 CV, o trator oferece excelente reserva de torque, baixa emissão de poluentes e ruídos, e baixo consumo de combustível, sendo compatível com o uso de Biodiesel B8.

Versatilidade para Diversos Cultivos

O verão é a temporada de cultivo para uma ampla variedade de hortaliças em diversas regiões do Brasil. No Sul, cultivam-se beterrabas, almeirões, rúculas, salsa, coentro, couve e feijão-vagem. O Sudeste se destaca com cenouras, pimentas, pimentões, alfaces e rabanetes, enquanto no Centro-Oeste são comuns melancias, abobrinhas, tomates, milho, couve-flor e repolho. O Nordeste é o local de cultivo de melões, pepinos, abóboras, berinjelas, abobrinhas e quiabos, enquanto no Norte, melancias, cenouras, pimentas e quiabos ganham destaque.

A Agritech também oferece o modelo Super Estreito, que, com 1,18 metros de largura externa dos pneus, se destaca pela leveza e alta produtividade, mantendo as mesmas qualidades da linha 1155, mas com a vantagem de atender de forma eficiente às necessidades de pequenos produtores. Equipado com motor Yanmar de 4 cilindros, esse modelo é econômico, durável e de fácil manutenção.

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Investimento com Retorno Garantido

“A linha 1155 é ideal para diferentes tipos de cultivo e realiza diversas funções na lavoura, atendendo às exigências da agricultura familiar, especialmente nas propriedades que precisam otimizar o uso de mão de obra. Esse tipo de investimento gera retorno em forma de rentabilidade para o agricultor”, conclui Oliveira.

Com a introdução de tecnologias de mecanização como a linha 1155, os pequenos produtores têm à disposição soluções que não só aumentam a produtividade, mas também garantem maior eficiência e sustentabilidade em seus cultivos durante o verão.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtos bovinos brasileiros podem ganhar mais espaço no mercado japonês

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Estabelecimentos brasileiros registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) que produzem produtos bovinos processados têm até as 18h desta segunda-feira (31.08) para manifestar interesse em participar da auditoria sanitária que o Japão realizará no Brasil e que poderá ampliar o acesso de produtos bovinos processados ao mercado japonês. A iniciativa ocorre em meio ao esforço brasileiro para aumentar a presença da pecuária nacional em um dos mercados de carne mais exigentes e valorizados do mundo.

A chamada foi aberta pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para identificar estabelecimentos interessados e preparados para receber a missão japonesa. O trabalho será conduzido pelas autoridades sanitárias do Japão e deverá avaliar as condições brasileiras de produção e processamento.

A lista inclui produtos como carne bovina desidratada, conhecida internacionalmente como beef jerky, envoltórios bovinos submetidos a tratamento térmico e o chamado Prime Beef, produto elaborado a partir de colágeno bovino e extrato de carne.

O objetivo da auditoria é revisar o Programa de Verificação de Exportação (EVP, na sigla em inglês), conjunto de procedimentos que estabelece as condições que os estabelecimentos brasileiros precisam cumprir para vender determinados produtos ao Japão.

Na prática, uma avaliação favorável poderá permitir a inclusão de novos produtos e estabelecimentos brasileiros no comércio com o país asiático.

O prazo desta segunda-feira não significa, portanto, abertura automática do mercado. Ele representa uma etapa preparatória para a auditoria e para a negociação sanitária necessária antes da autorização das exportações.

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A movimentação ganha importância porque o Japão é fortemente dependente da importação de alimentos. Cerca de 60% das calorias consumidas pela população japonesa têm origem externa, ao mesmo tempo em que o país mantém padrões sanitários rigorosos para entrada de produtos agropecuários.

Na carne bovina, aproximadamente 70% do consumo japonês é abastecido por importações. Austrália e Estados Unidos estão entre os principais fornecedores, enquanto o Brasil ainda busca ampliar sua participação nesse mercado.

A abertura para a carne bovina brasileira in natura é uma negociação separada e muito mais ampla, que se arrasta há mais de duas décadas. Brasil e Japão decidiram acelerar as discussões e estabeleceram a realização de inspeções técnicas como uma das etapas necessárias para avançar na avaliação de risco.

Por isso, embora a auditoria relacionada ao prazo de segunda-feira seja destinada a produtos processados, o movimento ocorre dentro de uma aproximação sanitária e comercial mais abrangente entre os dois países.

Para a pecuária brasileira, conquistar espaço no Japão teria importância que vai além do volume vendido. O país asiático é considerado um mercado de elevado valor agregado e possui exigências sanitárias capazes de funcionar como referência para outros compradores.

A diversificação também ganhou importância neste segundo semestre. As exportações brasileiras de carne bovina chegaram a 1,97 milhão de toneladas entre janeiro e julho, crescimento de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado, mas o setor enfrenta mudanças nas condições de acesso a alguns de seus principais destinos.

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Nesse cenário, ampliar o número de compradores reduz a dependência de poucos mercados e aumenta as alternativas comerciais dos frigoríficos. O efeito pode chegar ao pecuarista por meio de maior disputa pela matéria-prima e da valorização de animais que atendam às exigências dos destinos mais remuneradores.

A abertura de um mercado, entretanto, não termina com a autorização sanitária. Frigoríficos precisam cumprir requisitos específicos de produção, processamento, rastreabilidade e certificação para serem habilitados a exportar.

É justamente esse processo que começa agora para os produtos incluídos na chamada. Os estabelecimentos interessados devem encaminhar a documentação por meio do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e do respectivo Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sipoa), para que a manifestação chegue ao Mapa dentro do prazo.

Manifestações apresentadas depois das 18h desta segunda-feira não serão consideradas.

A auditoria japonesa será o passo seguinte. Se o resultado permitir a revisão das regras atuais, o Brasil poderá acrescentar novos produtos bovinos à pauta de exportações para o Japão enquanto continua negociando o objetivo de maior peso econômico para a pecuária nacional: a abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira in natura.

Fonte: Pensar Agro

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