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Tailândia revisa para baixo a produção de açúcar em 2024/25, mas mantém projeção de forte recuperação frente à safra anterior

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Produção de açúcar será menor que o previsto, mas ainda em alta frente a 2023/24

A produção de açúcar na Tailândia para a safra 2024/25 foi revisada para baixo pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), por meio de sua representação em Bangcoc. A nova projeção é de 10,004 milhões de toneladas, queda de 2,30% em relação à estimativa anterior, de 10,24 milhões de toneladas, divulgada em outubro do ano passado. Ainda assim, o volume representa um crescimento expressivo de 13,58% em comparação às 8,808 milhões de toneladas registradas na temporada 2023/24.

Redução na estimativa de cana também impacta o cenário

A previsão para a produção de cana-de-açúcar em 2024/25 também foi ajustada para baixo, passando de 95,9 milhões de toneladas para 94,8 milhões de toneladas, uma retração de 1,15%. Apesar da revisão, o volume ainda representa um avanço de 11,86% frente às 84,747 milhões de toneladas colhidas em 2023/24.

Exportações devem dobrar em 2024/25

Mesmo com os ajustes na produção, a estimativa para as exportações tailandesas de açúcar na safra 2024/25 foi mantida em 10 milhões de toneladas. Isso representa um crescimento significativo de 115,47% sobre as 4,641 milhões de toneladas exportadas no ciclo anterior, demonstrando a recuperação da oferta do país no mercado global.

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Safra 2025/26: expansão da área plantada e projeção de desaceleração nas exportações

Para a temporada 2025/26, o USDA projeta um crescimento adicional de 2% na produção de açúcar, atingindo 10,3 milhões de toneladas. O órgão explica que os preços mais atrativos do açúcar, em comparação com outras culturas como milho e mandioca, têm incentivado os produtores tailandeses a manter ou ampliar as áreas destinadas ao cultivo de cana-de-açúcar. Com isso, a produção de cana deve crescer para 96 milhões de toneladas.

Entretanto, as exportações de açúcar devem sofrer uma desaceleração, caindo para 7 milhões de toneladas em 2025/26. A expectativa é que Brasil e Índia aumentem sua produção, o que deve pressionar os preços internacionais e reduzir a competitividade da Tailândia no comércio global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura de Cuiabá quita dívida histórica de R$ 40 milhões com transporte coletivo

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A Prefeitura de Cuiabá concluiu no próximo mês de julho o acordo com as empresas do transporte coletivo urbano para garantir o pagamento de uma dívida histórica de aproximadamente R$ 40 milhões deixada pela gestão do ex-prefeito Emanuel Pinheiro. O entendimento foi mediado pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) e evitou a paralisação dos serviços na capital, no ano de 2025.

O pacto previa o parcelamento dos valores devidos e a continuidade dos pagamentos iniciados ainda em abril deste de 2025. A última parcela do acordo firmado pela atual gestão do prefeito Abilio Brunini está prevista para julho, encerrando o cronograma de quitação da dívida acumulada ao longo dos últimos anos.

Apesar do avanço nas negociações e da regularização dos pagamentos, uma das empresas concessionárias do sistema ingressou recentemente com pedido de recuperação judicial, alegando dificuldades financeiras.

Diante do cenário, a Agência de Fiscalização e Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Município de Cuiabá, a Cuiabá Regula, solicitou garantias à empresa para assegurar que a situação financeira não comprometa a continuidade e a qualidade da prestação dos serviços de transporte público na capital.

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Mesa Técnica

À época foi descartada a possibilidade de apreensão de ônibus e interrupção do transporte coletivo, medida que vinha sendo cogitada pelas concessionárias em razão da inadimplência do município. As empresas alegavam dificuldades financeiras para manter a operação do sistema. Durante a reunião de mediação, o presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, destacou que a atuação do órgão teve como principal objetivo assegurar a continuidade do serviço público sem comprometer a capacidade financeira da prefeitura.

Representando a Associação Mato-grossense dos Transportadores Urbanos (MTU), o advogado Ussiel Tavares ressaltou que o acordo evita o avanço do conflito para a esfera judicial e garante maior segurança jurídica às partes envolvidas.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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