AGRONEGÓCIO

Sugestão de Pauta: Prefeito Emanuel Pinheiro entrega nova praça na capital, na segunda-feira (16), às 14h

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Na próxima segunda-feira (16), às 14h, a Prefeitura de Cuiabá, sob a gestão do prefeito Emanuel Pinheiro, entregará à população mais um espaço de lazer e convivência na região do Jardim Leblon (Avenida Parque do Barbado, ao lado do edifício Évora) .A nova praça levará o nome de Fernando César Ribeiro de Miranda, ex-servidor da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, em uma justa homenagem ao legado deixado por ele antes de seu falecimento em 2023.

A obra é fruto de uma parceria entre a Prefeitura e a Plaenge, reafirmando o compromisso da gestão municipal em fomentar espaços que promovam o bem-estar, o lazer e a integração social. A praça será equipada com um parque infantil, para a alegria das crianças, e uma quadra esportiva, proporcionando opções saudáveis de recreação e incentivo à prática de atividades físicas.

O prefeito Emanuel Pinheiro destacou a importância de iniciativas como esta para a qualidade de vida da população.

“As praças são mais do que espaços de lazer; são pontos de encontro, onde famílias e amigos criam memórias e fortalecem laços. Este é um legado que queremos deixar para Cuiabá: uma cidade cada vez mais humana, acolhedora e comprometida com o bem-estar de seus cidadãos”.

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Homenagem:

A cidade de Cuiabá presta justa homenagem ao ex-servidor público Fernando César Ribeiro de Miranda, que faleceu em 2023, através da inauguração de uma praça na região do Jardim Leblon. A homenagem destaca não apenas sua dedicação profissional, mas também seu comprometimento incansável com o bem-estar da capital e do estado de Mato Grosso.

César iniciou sua carreira na Prefeitura de Cuiabá em 1981, como Auxiliar de Fiscalização de Saúde Sanitária, demonstrando desde cedo seu zelo pelo serviço público. Sua trajetória seguiu no Banco do Estado de Mato Grosso (BEMAT), onde atuou como Escrevente, antes de assumir funções na Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor de Mato Grosso (FEBEM-MT), onde foi Auxiliar Técnico e Assessor Especial.

Em 1987, César foi nomeado Chefe de Divisão de Serviços Gerais e, posteriormente, Chefe da Divisão Administrativa na Companhia de Habitação de Mato Grosso (COHAB/MT). Esses cargos permitiram a César contribuir significativamente para a estruturação e funcionamento das políticas públicas na área de habitação e infraestrutura, melhorando a qualidade de vida dos cidadãos.

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Além de suas funções na administração pública, César também se destacou como Sócio-Proprietário na Pirâmide Serviços LTDA, onde gerenciou com competência os serviços administrativos e financeiros da empresa, e como Gerente Geral de Construções na Saneamento e Construções LTDA.

Sua carreira alcançou a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), onde foi Assessor Parlamentar de março de 2019 a maio de 2023, proporcionando assessoria técnica e legislativa a diversos parlamentares.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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