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StoneX Revisa Projeção de Moagem de Cana-de-Açúcar para o Centro-Sul do Brasil na Safra 2025/26

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A StoneX revisou para cima sua previsão de moagem de cana-de-açúcar no centro-sul do Brasil para o ciclo 2025/26, estimando que a região processará 611,4 milhões de toneladas, um aumento em relação às 593,2 milhões de toneladas estimadas em novembro passado.

Em seu relatório divulgado nesta quarta-feira, a consultoria destacou que a safra 2025/26 se beneficiará de chuvas mais intensas, o que deverá proporcionar uma recuperação na produtividade. A previsão para a produtividade por hectare foi ajustada para 79,4 toneladas, um aumento frente à estimativa anterior de 77,9 toneladas por hectare.

“A depender dos últimos dois meses da entressafra, o TCH (tonelada de cana por hectare) e a perspectiva de moagem podem surpreender positivamente. No entanto, uma área disponível menor para o ciclo 2025/26 ainda é uma possibilidade, já que o volume registrado na safra 2024/25 teve um aumento artificial devido a circunstâncias como as queimadas, que geraram maior necessidade de replantio em 2024”, explicou a StoneX.

A consultoria também ajustou sua previsão de área colhida para o próximo ciclo, elevando a estimativa para 7,7 milhões de hectares, o que contribuiu para o aumento da projeção de moagem na região.

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Caso se confirmem os 611,4 milhões de toneladas projetados, a moagem de cana no centro-sul registrará uma redução de 1,6% em relação ao ciclo 2024/25, quando a StoneX estimou 621,2 milhões de toneladas.

No que diz respeito à produção de açúcar, a consultoria espera que a região produza 41,5 milhões de toneladas de açúcar na safra 2025/26, um incremento de 3,7% em relação à safra 2024/25, quando a estimativa foi de 40,6 milhões de toneladas.

Por outro lado, a previsão para a produção de etanol de cana no centro-sul foi ajustada para 24,6 bilhões de litros, uma queda de 8,1% em relação à safra anterior, enquanto a produção de etanol de milho deve crescer 18,1%, alcançando 9,8 bilhões de litros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações brasileiras de soja disparam em maio e ANEC projeta embarques acima de 15,8 milhões de toneladas

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As exportações brasileiras de soja seguem em ritmo acelerado em 2026. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) apontam que os embarques da oleaginosa devem alcançar 15,87 milhões de toneladas em maio, consolidando um avanço expressivo frente ao mesmo período do ano passado.

O levantamento da entidade, com base na programação de navios até a semana 20 de 2026, mostra que o Brasil já exportou 58,97 milhões de toneladas de soja entre janeiro e maio. No mesmo intervalo de 2025, o volume acumulado havia sido de 54,26 milhões de toneladas, indicando crescimento consistente da demanda internacional pelo grão brasileiro.

Soja lidera pauta exportadora do agro brasileiro

Somente na semana entre 24 e 30 de maio, os portos brasileiros devem embarcar cerca de 3,59 milhões de toneladas de soja. Na semana anterior, o volume programado era de 3,41 milhões de toneladas.

Os principais corredores de exportação seguem concentrados nos portos de:

  • Santos
  • Barcarena
  • São Luís/Itaqui
  • Paranaguá
  • Rio Grande

O Porto de Santos lidera novamente a movimentação, com previsão superior a 816 mil toneladas embarcadas na semana analisada.

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A forte presença da China continua sustentando os embarques brasileiros. Segundo a ANEC, os chineses responderam por 70% das importações da soja brasileira entre janeiro e abril de 2026. Espanha e Turquia aparecem na sequência, com 4% cada.

Farelo de soja mantém crescimento nas exportações

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo no acumulado do ano. As exportações do derivado somaram 10,41 milhões de toneladas até maio, acima do registrado no mesmo período de 2025.

Para maio, a expectativa é de embarques próximos de 2,63 milhões de toneladas, reforçando a competitividade do processamento brasileiro no mercado internacional.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão:

  • Indonésia
  • Tailândia
  • Irã
  • Holanda
  • Polônia

A Indonésia lidera as compras externas do produto, com participação de 20% no período analisado.

Exportações de milho avançam, mas ainda abaixo do potencial da safrinha

Os embarques de milho começam a ganhar força, embora ainda estejam distantes do pico sazonal esperado para o segundo semestre. Em maio, a previsão da ANEC aponta exportações de aproximadamente 367 mil toneladas.

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No acumulado do ano, o cereal soma 5,84 milhões de toneladas exportadas. O volume ainda permanece abaixo do ritmo observado em igual período de 2025, reflexo do calendário da segunda safra e da maior retenção do produto no mercado interno.

Os principais compradores do milho brasileiro em 2026 foram:

  • Egito
  • Vietnã
  • Irã
  • Argélia
  • Malásia

O Egito aparece como principal destino, absorvendo 27% das exportações brasileiras do cereal entre janeiro e abril.

Complexo agroexportador mantém força em 2026

Somando soja, farelo, milho, trigo, DDGS e sorgo, o Brasil já movimentou mais de 76,7 milhões de toneladas no acumulado de 2026 até maio, segundo a ANEC.

O desempenho reforça o protagonismo do agronegócio brasileiro no comércio global de grãos, especialmente diante da forte demanda asiática e da competitividade logística dos principais portos nacionais.

Especialistas do setor avaliam que o comportamento do câmbio, os prêmios portuários e o avanço da colheita da safrinha serão determinantes para o ritmo dos embarques nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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