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StoneX realiza seminário online sobre tendências e perspectivas globais para commodities

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A StoneX, empresa global de serviços financeiros, promove no dia 15 de outubro o 8º Seminário StoneX – Desafios e Oportunidades para os Mercados de Commodities, seu maior evento anual no Brasil. O encontro será totalmente online e gratuito e reunirá especialistas da consultoria para discutir tendências, fundamentos e riscos que devem influenciar os mercados de commodities nos próximos meses. Durante o evento, será lançado também o Relatório Trimestral de Perspectivas para Commodities.

Programação detalhada do seminário

O seminário será dividido em dois blocos:

  • Manhã (8h30 às 12h30): debates sobre soja, milho, trigo, algodão, óleos vegetais, pecuária, fertilizantes e café.
  • Tarde (14h às 18h): análises focadas em macroeconomia nacional e internacional, além dos setores de petróleo, gás, combustíveis, açúcar, etanol, cacau e clima.
Conexão entre mercados globais e cenário local

Segundo o gerente de Inteligência de Mercado da StoneX, Vitor Andrioli, o seminário tem como objetivo aproximar profissionais do agro, do sistema financeiro e da indústria das principais discussões globais sobre commodities.

“Nosso propósito é oferecer análises consistentes e atualizadas, conectando o cenário internacional às particularidades locais. Em um ambiente de incertezas, informação de qualidade é essencial para decisões estratégicas”, destaca Andrioli.

Público-alvo e importância do evento

O encontro é voltado a produtores rurais, traders, profissionais do setor financeiro e demais agentes interessados em compreender os fatores que impactam os preços e a dinâmica dos mercados de commodities. A participação gratuita permite acesso a conteúdo especializado e ferramentas para planejamento estratégico.

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Manhã Inscreva-se aqui — Tarde Inscreva-se aqui

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cúpula do agro liga inovação e rastreabilidade ao acesso a mercados

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Acesso a mercados, rastreabilidade e uso de tecnologia para reduzir riscos estão no centro da proposta da Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro, a Citagro 2026, marcada para 16 de novembro, em São Paulo. O encontro pretende aproximar empresas, investidores e pesquisadores em torno da competitividade da produção brasileira.

A questão chega à porteira por meio das exigências dos compradores. Para cadeias que abastecem mercados com regras ambientais específicas, comprovar a origem da mercadoria e as condições de produção passa a integrar o trabalho de comercialização. Sistemas digitais de rastreabilidade ajudam a organizar as informações necessárias para atender a esses critérios.

Um exemplo é o Regulamento Europeu Antidesmatamento (EUDR), cuja aplicação começa em 30 de dezembro de 2026 para grandes e médios operadores, segundo a Comissão Europeia. A norma abrange bovinos, soja, café, cacau, óleo de palma, borracha, madeira e determinados derivados. Para a maior parte dos micro e pequenos operadores, o prazo é 30 de junho de 2027.

As regras exigem comprovação de que os produtos foram obtidos conforme a legislação do país de origem e não estão associados a desmatamento posterior a 31 de dezembro de 2020. A verificação envolve informações sobre fornecedores e localização das áreas produtivas. Mesmo produtores brasileiros que vendem a uma cooperativa ou empresa intermediária recebem demandas por esses dados dos compradores.

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Outra mudança é o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira da União Europeia (CBAM), em sua fase definitiva desde janeiro de 2026. Seu alcance inclui determinados fertilizantes e outros produtos industriais. Nesses casos, as emissões da fabricação entram no cálculo das obrigações dos importadores europeus, acrescentando uma variável ambiental à relação comercial.

O material de apresentação da Citagro também destaca a inteligência de mercado como instrumento para antecipar cenários. A proposta associa competitividade à capacidade de acompanhar mudanças tarifárias, exigências regulatórias e movimentos da demanda, usando essas informações no planejamento das empresas e na diversificação de destinos para a produção.

Para o produtor, essa discussão envolve decisões concretas: quais informações manter sobre a propriedade, quais tecnologias adotar e quais requisitos serão necessários para vender a determinados compradores. A conexão entre pesquisa e produção, outro eixo da iniciativa, busca aproximar o desenvolvimento de soluções das necessidades das cadeias agropecuárias e das regiões produtoras.

A apresentação defende ainda maior articulação entre empresas, governos e instituições de pesquisa nas negociações internacionais. O objetivo anunciado é combinar inovação no campo com participação brasileira na definição de padrões comerciais e ambientais que influenciam o acesso a mercados.

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Serviço

  • Evento: Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro — Citagro 2026
  • Data: 16 de novembro de 2026
  • Horário: das 18h às 22h
  • Cidade: São Paulo (SP)

Fonte: Pensar Agro

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