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SPRINTER: Inovação Biológica Revoluciona o Crescimento de Plantas e Maximiza o Potencial Produtivo

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A inovação tecnológica no setor agrícola é crucial para atender à crescente demanda por alimentos e garantir a sustentabilidade das lavouras. Nesse cenário, a Bionat Soluções Biológicas, em parceria com a renomada Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ-USP), lançou o SPRINTER, um produto revolucionário que utiliza a bactéria Pantoea agglomerans cepa ESALQ 33.1. Este produto, fruto de duas décadas de pesquisa, é único no Brasil e promete transformar a cafeicultura.

Sobre o Produto SPRINTER

O SPRINTER foi desenvolvido para potencializar a nutrição e o desenvolvimento inicial das culturas, sendo aplicado diretamente no plantio. Entre suas funções, destacam-se a promoção do crescimento das plantas, o aumento da eficiência na absorção de nutrientes e a redução dos estresses abióticos durante o desenvolvimento das plantas.

A eficácia do SPRINTER está na capacidade da bactéria Pantoea agglomerans ESALQ 33.1 de se multiplicar rapidamente e colonizar tanto a superfície radicular quanto o interior das plantas (colonização endofítica). Esta colonização intensiva é vital, pois a bactéria produz altos níveis de ácidos orgânicos, fosfatases, fitases e auxinas, além de uma variedade de enzimas e compostos que melhoram o aproveitamento dos nutrientes e promovem um desenvolvimento saudável das plantas.

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A Bactéria Pantoea agglomerans cepa ESALQ 33.1

A bactéria Pantoea agglomerans cepa ESALQ 33.1 foi estudada por 20 anos na ESALQ-USP, uma das instituições mais respeitadas em agronomia no Brasil. Desde 2004, pesquisas e publicações sobre esta cepa têm demonstrado seu potencial em culturas como soja, milho, feijão e cana-de-açúcar, com resultados promissores e diferenciados ao longo dos anos.

Os estudos conduzidos pelos professores Dr. Ítalo Delalibera Junior e Dra. Maria Carolina Quecine da ESALQ-USP mostraram que a bactéria pode aumentar, em média, em 40,9% a eficiência na absorção de Nitrogênio; 64,6% no aproveitamento de Fósforo; 59,3% no aproveitamento de Potássio; 68,8% no aproveitamento de Cálcio; 65,6% no aproveitamento de Magnésio; e 52,5% no aproveitamento de Enxofre.

Benefícios do SPRINTER

A aplicação do SPRINTER durante o plantio oferece diversos benefícios que contribuem para o aumento da produtividade das culturas:

  • Desenvolvimento Radicular Acelerado: A rápida colonização das raízes e a alta produção de auxinas promovem um sistema radicular mais extenso e robusto, permitindo melhor exploração do solo e absorção de água e nutrientes.
  • Melhor Absorção de Nutrientes: A elevada produção de ácidos orgânicos, fosfatases e fitases aumenta a disponibilidade dos nutrientes do solo para as plantas desde os estágios iniciais.
  • Aumento da Tolerância a Estresses Abióticos: Com um sistema radicular mais desenvolvido, as plantas se tornam mais resistentes a condições adversas, como seca e solos pobres, resultando em maior estabilidade e produtividade das lavouras.
  • Potencial Produtivo Elevado: Com uma nutrição mais eficiente e um melhor arranque inicial, as plantas apresentam crescimento mais vigoroso e colheitas mais abundantes e de maior qualidade.
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Resultados no Campo

Pesquisas de eficácia agronômica realizadas em campo com soja, milho, feijão e cana-de-açúcar em cinco localidades no Brasil confirmaram que o SPRINTER promoveu um aumento de produtividade de até 10,3% para soja, 11,4% para milho, 10,2% para feijão e 6,4% para cana-de-açúcar.

O SPRINTER representa um avanço significativo no portfólio da Bionat Soluções Biológicas, trazendo ao mercado brasileiro um produto que combina anos de pesquisa científica com tecnologia avançada em bioinsumos. Com esta inovação, a agricultura brasileira ganha uma ferramenta poderosa para enfrentar os desafios do campo e garantir a sustentabilidade e produtividade das lavouras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil batem recorde em junho com embarques de 217 mil toneladas

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As exportações brasileiras de algodão registraram desempenho histórico em junho de 2026, alcançando o maior volume já embarcado para o mês. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Brasil exportou 217 mil toneladas da fibra, avanço de 63,4% em relação a junho de 2025.

Em receita, os embarques movimentaram US$ 350,6 milhões, crescimento de 64,1% na comparação anual, reforçando a competitividade do algodão brasileiro e a expansão da presença nacional em mercados estratégicos.

De acordo com a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o resultado confirma o ritmo elevado das vendas externas e fortalece a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais da fibra.

Algodão brasileiro encerra safra 2025/26 com desempenho histórico

O recorde registrado em junho encerra um ciclo comercial marcado por forte desempenho exportador. A temporada 2025/26, considerada pelo setor entre julho de 2025 e junho de 2026, apresentou volumes expressivos mesmo diante de um início de safra mais lento.

Segundo a Anea, o Brasil registrou recordes mensais de exportação em sete dos 12 meses da temporada, incluindo:

  • outubro;
  • novembro;
  • dezembro;
  • março;
  • abril;
  • maio;
  • junho.

Para o presidente da entidade, Dawid Wajs, o resultado demonstra a capacidade do país em manter a regularidade dos embarques e ampliar sua participação internacional.

“Apesar de um início de safra mais lento, o Brasil conseguiu manter volumes elevados ao longo do período e registrar recordes mensais de exportação em diversos meses”, destaca.

Ásia concentra principais compradores do algodão brasileiro

Os mercados asiáticos continuam como principais destinos da fibra nacional. Em junho, Bangladesh, Turquia, Paquistão e Vietnã responderam juntos por 71,1% dos embarques brasileiros.

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A distribuição das exportações no mês ficou concentrada nos seguintes países:

  • Bangladesh: 21,7% das compras;
  • Turquia: 17,7%;
  • Paquistão: 17,4%;
  • Vietnã: 14,3%;
  • Indonésia: 7,6%;
  • China: 6,3%;
  • Índia: 6,3%.

Também participaram da pauta compradores como Malásia, Egito, Coreia do Sul, Tailândia, Maurício e Japão.

Bangladesh e Turquia ampliam participação no algodão brasileiro

Segundo a Anea, alguns mercados apresentaram crescimento histórico durante a temporada.

Bangladesh alcançou o maior volume já importado do algodão brasileiro, consolidando-se como principal destino da fibra em junho. A Turquia também registrou avanço significativo e manteve trajetória de crescimento nas compras brasileiras.

Outro destaque foi a Índia, que mais que dobrou o maior volume histórico adquirido anteriormente, reforçando sua importância estratégica para o setor exportador.

“A Índia teve um desempenho muito expressivo, mais do que dobrando o maior volume que já havia importado do algodão brasileiro”, afirma Dawid Wajs.

Brasil amplia presença no mercado global de algodão

Com o desempenho de junho, o algodão representou 0,97% das exportações totais brasileiras no mês, ocupando a 17ª posição entre os principais produtos exportados pelo país.

Dentro do agronegócio, a fibra respondeu por 4,31% das vendas externas do setor, ficando na terceira colocação entre os produtos agropecuários mais exportados no período.

O resultado reforça o papel estratégico do algodão brasileiro na geração de divisas e na consolidação do país como fornecedor confiável para a indústria têxtil mundial.

China mantém posição estratégica para o algodão brasileiro

Embora a China não tenha registrado recorde de compras na temporada, o mercado permaneceu relevante para o Brasil.

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Segundo a Anea, o volume exportado ao país asiático foi o segundo maior da série histórica, mantendo a presença brasileira em um dos maiores consumidores mundiais da fibra.

A Indonésia também manteve estabilidade nos volumes importados, enquanto Egito, Malásia e Coreia do Sul permaneceram como compradores tradicionais.

O Vietnã apresentou redução em relação a períodos anteriores, mas ainda manteve volumes considerados elevados pelo setor.

Diversificação logística fortalece exportações de algodão

Além do crescimento da demanda internacional, o setor destaca a evolução da infraestrutura logística para o escoamento da fibra brasileira.

O Porto de Santos continua como principal rota de exportação do algodão nacional, mas outros terminais vêm ampliando participação, especialmente o Porto de Salvador, que ganhou relevância nos últimos anos.

Também tiveram participação no embarque da fibra os portos de:

  • São Francisco do Sul;
  • Paranaguá;
  • Itaguaí;
  • Itajaí;
  • Rio de Janeiro.

Segundo a Anea, a diversificação das rotas contribui para maior eficiência logística e reduz a dependência de um único corredor de exportação.

Algodão brasileiro ganha competitividade no comércio internacional

O recorde de exportações em junho reforça a evolução da cadeia produtiva do algodão no Brasil, marcada pelo aumento da produtividade, qualidade da fibra e ampliação dos mercados compradores.

Com maior presença na Ásia e no Oriente Médio, o país consolida sua posição entre os principais exportadores mundiais e demonstra capacidade de atender à demanda internacional com regularidade e escala.

O cenário positivo para os embarques também fortalece produtores, tradings, cooperativas e toda a cadeia ligada à cotonicultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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