AGRONEGÓCIO

Soluções da Mosaic Fertilizantes tornam cafezais mais vigorosos e produtivos

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Altas temperaturas e chuvas escassas são os principais desafios climáticos que as plantações de café têm enfrentado nos últimos anos. Os estresses climatológicos provocam desequilíbrios nos vegetais, afetando o desenvolvimento das lavouras e a capacidade adaptativa das plantas, impactando diretamente nos resultados de produtividade. É nesse momento que o agricultor que utiliza fertilização mineral com o emprego de tecnologias inovadoras reconhece que os impactos procedentes das condições climáticas são atenuados.

“O café é uma cultura perene e o uso de técnicas adequadas para o bom manejo do solo é fundamental, proporcionando assim, plantas bem nutridas, resistentes e que alcançam altos tetos produtivos com sustentabilidade. Os eventos climáticos adversos podem comprometer resultados de produtividade e qualidade não somente de uma safra de café como também das subsequentes”, afirma Mariana Moreau, agrônoma sênior da Mosaic Fertilizantes, uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio combinados.

A adubação equilibrada fornece os nutrientes necessários para o bom desenvolvimento vegetativo do cafezal. De olho nas necessidades dos cafeicultores brasileiros, especialmente de São Paulo e Minas Gerais, a Mosaic Fertilizantes oferta ao mercado soluções que promovem lavouras mais vigorosas e produtivas.

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Composto por três nutrientes altamente solúveis dentro do mesmo grânulo (magnésio, enxofre e potássio) e baixo teor de cloro, o uso do K-Mag possibilita ao agricultor cultivar lavouras mais homogêneas, com maior enchimento de grãos e qualidade final de frutos. Outra solução bastante utilizada nos cafezais é o Aspire, que possui potássio e duas formas de boro (de liberação imediata e gradual), disponíveis conforme a necessidade nutricional das plantas. Diferenciado por ter nitrogênio altamente concentrado e estabilizado com inibidor de urease, o Excellen é um produto amplamente utilizado nos cafezais, uma vez que promove a redução das perdas por volatilização. A linha Performa, desenvolvida com a mais alta tecnologia pela Mosaic Fertilizantes, possui o Performa Ultra: um mix equilibrado entre K-Mag e Aspire. Solução ideal para agricultores que buscam obter versatilidade na aplicação, uma vez que possui multinutrientes em quantidades balanceadas, como potássio, magnésio, enxofre e boro.

As exportações brasileiras de café têm contribuído para um cenário positivo do mercado. De acordo com dados do boletim mensal estatístico do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o país embarcou 4,329 milhões de sacas de 60 kg do produto em novembro, um crescimento de 15% sobre os 3,750 milhões registrados no mesmo mês de 2022.

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Fonte: Mosaic Fertilizantes

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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