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Soja mantém estabilidade no Brasil enquanto Chicago realiza lucros antes de relatório do USDA

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Cotações da soja iniciam fevereiro com estabilidade no Brasil

O mercado da soja iniciou o mês de fevereiro com preços estáveis no Brasil, segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). O equilíbrio reflete fatores opostos: de um lado, a valorização do dólar e a forte demanda internacional pela oleaginosa brasileira sustentam as cotações; de outro, a queda nos prêmios de exportação tem limitado o repasse da alta internacional ao mercado interno.

O Cepea destaca que o aumento das exportações também influencia o cenário. De acordo com dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), o Brasil exportou 1,87 milhão de toneladas de soja em janeiro de 2026, o que representa alta de 75,5% em relação ao mesmo mês de 2025. Do total embarcado, 57,2% tiveram como destino a China, reforçando o papel do país asiático como o principal comprador da soja brasileira.

Chicago ajusta preços com realização de lucros e expectativa pelo relatório do USDA

Enquanto o mercado doméstico mantém estabilidade, na Bolsa de Chicago (CME Group) os preços da soja iniciaram a semana em leve queda. Por volta das 7h20 (horário de Brasília) desta segunda-feira (9), os contratos mais negociados registravam baixas entre 6 e 6,75 pontos, com o vencimento março cotado a US$ 11,09 e o maio a US$ 11,22 por bushel.

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Após uma semana de fortes altas impulsionadas por declarações do presidente dos Estados Unidos sobre novas compras de soja pela China, o mercado realiza lucros e corrige posições técnicas. Os investidores aguardam com cautela o novo relatório mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA), que será divulgado nesta terça-feira (10).

Além disso, o órgão deve apresentar, ainda em fevereiro, as primeiras projeções para a safra 2026/27, o que pode trazer novas oscilações nas cotações.

Fatores externos e próximos passos do mercado

O cenário global da soja segue influenciado por múltiplos fatores. O mercado monitora a chegada da nova safra da América do Sul, as variações nos derivados — com alta expressiva do óleo e queda do farelo —, além dos preparativos da China para o feriado do Ano Novo Lunar, que ocorre entre 17 e 23 de fevereiro.

O recente encontro entre os presidentes de Estados Unidos e China, ocorrido no dia 4 de fevereiro, também segue no radar dos analistas. O compromisso reafirmado por Pequim em ampliar as compras de soja norte-americana nas próximas temporadas trouxe otimismo ao mercado internacional, ainda que seus efeitos diretos sobre o Brasil sejam moderados.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Semana do Aviador começa com debates sobre segurança e tecnologia no campo

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A 2ª Semana do Aviador começou nesta sexta-feira (11), em Lucas do Rio Verde, com uma programação voltada ao mercado, à segurança operacional e à legislação da aviação agrícola. O evento segue até sábado (12), na pista do Show Safra, reunindo pilotos, empresas, produtores rurais, especialistas e representantes do poder público.

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A abertura contou com a presença de Joci Piccini, presidente da Fundação Rio Verde, e de Rodrigo, diretor-executivo da entidade. Também participaram Cláudio Júnior Oliveira, diretor do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), e Omar, representante do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), produtores e autoriaades.

Realizada pela Fundação Rio Verde, a Semana do Aviador combina conteúdo técnico com demonstrações de aeronaves, equipamentos embarcados, acrobacias aéreas e voos panorâmicos. A proposta é aproximar profissionais, produtores e comunidade de uma atividade que ocupa posição estratégica no agronegócio brasileiro.

Na abertura, os debates trataram dos desafios enfrentados pelo setor, principalmente na formação dos profissionais, no cumprimento das normas e na adoção de procedimentos capazes de reduzir riscos durante as operações.

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A aviação agrícola permite realizar aplicações em grandes áreas e dentro de janelas cada vez mais curtas. Em culturas como soja, milho, algodão e cana-de-açúcar, o recurso pode ser decisivo para controlar pragas e doenças antes que provoquem perdas expressivas.

A velocidade, porém, precisa estar acompanhada de planejamento, qualificação e respeito às condições meteorológicas e ambientais. Erros na escolha do produto, na regulagem dos equipamentos ou no momento da aplicação podem reduzir a eficiência, elevar custos e atingir áreas que não fazem parte da operação.

O debate ganha relevância especial em Mato Grosso, maior produtor brasileiro de grãos e fibras e um dos principais mercados da aviação agrícola. O Brasil possui a segunda maior frota aeroagrícola do mundo, resultado da expansão da produção e da necessidade de atender propriedades de grande extensão.

Além do conteúdo profissional, a programação busca apresentar a atividade à população. Demonstrações aéreas e outras atrações permitem que estudantes e moradores conheçam de perto as aeronaves e a tecnologia utilizada nas lavouras.

O Pensar Agro está entre os apoiadores da Semana do Aviador, ao lado da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (Feagro-MT).

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Serviço

2ª Semana do Aviador
Data: 11 e 12 de setembro
Local: pista do Show Safra, em Lucas do Rio Verde (MT)

Fonte: Pensar Agro

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