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Soja mantém estabilidade na Bolsa de Chicago no início da semana

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A semana e o mês de dezembro começaram com estabilidade nos preços futuros da soja na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira (2). Por volta das 7h40 (horário de Brasília), os contratos da oleaginosa registravam leve alta de 0,25 a 0,50 ponto, com o vencimento de janeiro cotado a US$ 9,89 e o de maio a US$ 10,08 por bushel.

Os operadores do mercado permanecem atentos ao andamento da safra na América do Sul. No Brasil, o plantio já está em fase final, enquanto na Argentina mais de 50% da área estimada foi semeada, ambas com condições climáticas consideradas favoráveis. Os mapas meteorológicos indicam a continuidade desse cenário positivo para o desenvolvimento das lavouras.

Ao mesmo tempo, a robusta demanda pela soja norte-americana contribui para equilibrar o mercado, mitigando parte da pressão gerada pela ampla oferta da safra atual. Na última semana, a China manteve sua presença ativa no mercado, distribuindo compras entre soja dos Estados Unidos e do Brasil.

Fatores adicionais, como a volatilidade nos preços dos derivados, incertezas financeiras e questões geopolíticas, seguem no radar dos investidores. Particularmente, o mercado observa com atenção os desdobramentos da transição de governo nos Estados Unidos, com a iminente posse de Donald Trump como presidente.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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