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SLC Agrícola avança no principal índice de sustentabilidade da Bolsa de Valores

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A SLC Agrícola avançou 18 posições no índice ISE B3, o principal indicador de sustentabilidade do mercado. A empresa figura pelo segundo ano consecutivo no ranking da 19ª carteira divulgada oficialmente nesta-terça-feira (02/01), que conta com 78 empresas.

Lançado em 2006, o índice ISE B3 acompanha o desempenho médio dos preços das ações emitidas por empresas que se destacam pelo seu compromisso com a sustentabilidade empresarial, por meio das práticas ESG (Ambiental, Social e de Governança Corporativa, na sigla em inglês).

Segundo o Diretor de RH, Sustentabilidade e TI da SLC Agrícola, Álvaro Dilli, a presença no ISE é uma grande conquista. “Continuar na carteira enaltece todas nossas políticas, práticas e esforços para construir uma empresa que atende os pilares socioambientais e econômicos para atingir nosso Sonho Grande, rumo a um futuro melhor para as próximas gerações”, pontuou.

O Diretor Financeiro e de RI, Ivo Brum, também destaca a permanência da empresa nesse importante índice da B3. “Se manter no ISE é uma validação externa que as ações que tomamos para fins de Sustentabilidade estão em linha com as demandas do mercado. Isso fortalece a nossa imagem com os investidores”, declarou.

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Outros índices

Em 2023, a SLC Agrícola completou 16 anos de presença na B3 e está em três dos quatro índices de Sustentabilidade da Bolsa de Valores. No final de 2022, a empresa tinha ingressado pela primeira vez no índice ISE e nos últimos anos, havia sido incluída no Índice Carbono Eficiente (ICO2), no qual a empresa também faz parte da 13ª carteira. Essa é a terceira participação consecutiva da companhia no índice. O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. Ele é composto por ações das empresas que adotaram práticas transparentes com relação às suas emissões de gases do efeito estufa.

A empresa também figura novamente no IGPTW, criado em 2022. O IGPTW B3 é o resultado de uma carteira teórica de ativos, elaborada de acordo com as empresas certificadas e as melhores empresas para trabalhar, a partir do ciclo do ranking nacional, ambos preparados pela Great Place To Work (GPTW).

Fonte: SLC Agrícola

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

El Niño acende alerta no campo: produtores devem reforçar planejamento financeiro e proteção jurídica

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A intensificação dos efeitos do El Niño no Sul do Brasil volta a preocupar o setor agropecuário e coloca em evidência a necessidade de um planejamento mais robusto para enfrentar os desafios climáticos. Com previsões de aumento das chuvas, maior instabilidade meteorológica e potenciais impactos sobre a produtividade agrícola, especialistas alertam que produtores rurais precisam adotar medidas preventivas para proteger suas finanças e garantir a continuidade das atividades.

Após anos marcados por eventos climáticos extremos, perdas de safra e aumento do endividamento rural, a gestão de riscos passa a ocupar papel estratégico dentro das propriedades. Além dos cuidados agronômicos, cresce a importância da organização financeira, da análise contratual e da proteção jurídica como ferramentas fundamentais para atravessar períodos de adversidade.

Planejamento financeiro ganha protagonismo no agronegócio

Segundo a advogada Giulia Arndt, especialista em Direito Bancário aplicado ao agronegócio, muitos produtores ainda concentram seus esforços exclusivamente na gestão da produção, deixando em segundo plano aspectos financeiros e jurídicos que podem ser decisivos em momentos de crise.

De acordo com a especialista, a recorrência de fenômenos climáticos extremos exige uma mudança de postura no campo. O produtor que mantém sua documentação organizada, acompanha seus compromissos financeiros e revisa regularmente seus contratos possui melhores condições para negociar com instituições financeiras e minimizar impactos econômicos.

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A recomendação é que as propriedades rurais desenvolvam planos preventivos capazes de garantir maior previsibilidade diante de possíveis perdas provocadas por excesso de chuvas, enchentes ou outros eventos climáticos associados ao El Niño.

Revisão de crédito rural e contratos pode evitar problemas futuros

Entre as principais medidas preventivas está a análise das operações de crédito rural, especialmente aquelas vinculadas à expectativa de produtividade futura. Especialistas orientam que os produtores revisem contratos em andamento e avaliem os riscos envolvidos caso ocorram frustrações de safra.

Outro ponto considerado essencial é a manutenção de registros técnicos atualizados. Laudos agronômicos, históricos climáticos, relatórios de produtividade e documentos que comprovem eventuais perdas podem ser determinantes em processos de renegociação de dívidas e solicitações de alongamento de prazos junto às instituições financeiras.

A legislação brasileira prevê mecanismos de proteção ao produtor em situações de perdas causadas por fatores climáticos, mas muitos agricultores desconhecem esses instrumentos ou buscam orientação apenas quando a situação financeira já se encontra comprometida.

Seguro rural e proteção jurídica devem fazer parte da estratégia

O cenário também reforça a importância da análise detalhada das apólices de seguro rural. Conhecer previamente as coberturas contratadas, as exigências para acionamento do seguro e os riscos efetivamente protegidos reduz a exposição do produtor e evita surpresas em momentos de necessidade.

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Da mesma forma, a avaliação das cláusulas presentes nos contratos bancários permite identificar obrigações, garantias e possibilidades de renegociação antes que problemas financeiros se agravem.

Especialistas destacam que a prevenção jurídica deixou de ser uma ferramenta utilizada apenas em situações de conflito e passou a integrar a gestão estratégica das propriedades rurais modernas.

Integração da cadeia é fundamental para enfrentar desafios climáticos

Além das ações individuais, o fortalecimento da cooperação entre produtores, cooperativas, instituições financeiras e órgãos públicos é apontado como um caminho importante para ampliar a capacidade de resposta do agronegócio diante dos desafios climáticos.

A criação de mecanismos mais ágeis de apoio financeiro, programas de prevenção e políticas voltadas à gestão de riscos pode contribuir para reduzir os impactos econômicos causados por eventos extremos e preservar a competitividade do setor.

Com a possibilidade de novas ocorrências associadas ao El Niño nos próximos meses, especialistas reforçam que o momento exige atenção e planejamento. A adoção antecipada de medidas financeiras, contratuais e jurídicas pode fazer a diferença para garantir a sustentabilidade das propriedades rurais e a continuidade da produção em um cenário cada vez mais desafiador para o agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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