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Sipcam Nichino lança fungicida para sementes em 5 culturas

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A Sipcam Nichino Brasil anuncia esta semana o lançamento do fungicida de marca Torino®. A nova solução conta com registro para tratamento de sementes nas culturas de arroz irrigado, feijão, milho, soja e trigo, segundo informa a companhia. À base dos compostos fluazinam e tiofanato metílico, age para eliminar fungos de sementes, proteger as plantas frente a fungos de solo e melhorar o potencial germinativo das lavouras, conforme assinala a empresa.

De acordo com o engenheiro agrônomo Vitor Cabral Araujo, da área de desenvolvimento de mercado, Torino® é descrito como um fungicida sistêmico e de contato com amplo espectro de ação. “Empregado em conformidade às recomendações técnicas, o fungicida favorece melhor estabelecimento de plantas (stand) na lavoura e fomenta mais produtividade nas culturas para as quais está registrado”, resume.

De acordo com o agrônomo, trata-se também de um produto estratégico à medida que protege as culturas-alvo da incidência de doenças economicamente relevantes. Na soja, por exemplo, Torino® é recomendado no controle de podridão-da-semente, phomopsis, mancha-púrpura, antracnose, podridão aquosa e mofo-branco.

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No milho e no trigo, as indicações de uso são para bolor-azul e podridão-do-colmo e helmintosporiose e brusone, respectivamente. Antracnose, tombamento, fungo-de-armazenamento, podridão-dos-grãos-armazenados e mofo-branco estão no alvo de Torino® no feijão. Já no arroz irrigado, as prescrições abrangem tombamentos, fungo de armazenamento e mancha-de-grãos.

“Além da ação sistêmica, o novo fungicida atua eficazmente sobre os fungos dormentes ou ‘micélios’ presentes nas sementes. Impede assim que se desenvolvam e inviabilizem a emergência das plantas”, observa Vitor Cabral.

“Com baixo investimento na comparação a outros tratamentos, Torino® reduz riscos de contaminação do solo, protege sementes durante todo o processo de germinação e emergência, resulta em plantas mais vigorosas, mais resistentes a efeitos ambientais, ou climáticos, adversos e maximiza o potencial produtivo das áreas de cultivo”, finaliza.

Criada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.

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Fonte: Sipcam Nichino Brasil

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Mercado de arroz enfrenta pressão de oferta e demanda enfraquecida, aponta Itaú BBA

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O mercado brasileiro de arroz segue enfrentando um cenário de forte pressão sobre os preços, reflexo da ampla disponibilidade do cereal e da demanda doméstica enfraquecida. A avaliação consta no relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que apresenta uma análise detalhada dos principais fatores que influenciam a cadeia produtiva do arroz no Brasil e no mercado internacional.

De acordo com o levantamento, a conclusão da colheita da safra 2024/25 consolidou um quadro de oferta elevada, especialmente nos principais estados produtores. O aumento da produção, combinado com um ritmo mais lento de comercialização, tem contribuído para a manutenção dos preços em patamares inferiores aos registrados nos últimos ciclos.

Oferta elevada amplia pressão sobre as cotações

A produção robusta registrada nesta temporada elevou a disponibilidade de arroz no mercado interno. Com estoques mais confortáveis e maior volume de produto à disposição dos compradores, os preços vêm apresentando dificuldades para reagir.

Segundo a análise do Itaú BBA, a combinação entre aumento da oferta e consumo doméstico moderado tem reduzido o poder de negociação dos produtores, que enfrentam margens mais apertadas diante dos custos de produção ainda elevados.

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Além disso, a concorrência com arroz importado e o comportamento cauteloso da indústria beneficiadora contribuem para um ambiente de comercialização mais lento.

Exportações ganham importância para o setor

Diante da pressão no mercado interno, as exportações assumem papel estratégico para equilibrar a oferta disponível no país. O desempenho das vendas externas será um dos principais fatores a serem monitorados ao longo dos próximos meses.

O relatório destaca que a competitividade do arroz brasileiro no mercado internacional dependerá de aspectos como taxa de câmbio, logística e comportamento dos preços globais. Um avanço consistente das exportações poderia ajudar a reduzir a pressão sobre os estoques e oferecer sustentação às cotações domésticas.

Mercado internacional também influencia preços

No cenário externo, a dinâmica de oferta dos principais países exportadores continua sendo um fator relevante para a formação dos preços. Alterações na produção de grandes fornecedores globais podem impactar o fluxo de comércio internacional e criar oportunidades para o arroz brasileiro.

Ao mesmo tempo, a recuperação gradual da oferta mundial após períodos de restrições em importantes países produtores tende a limitar movimentos mais expressivos de valorização no mercado global.

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Perspectivas para os próximos meses

Para o restante do ano, a expectativa é de continuidade de um mercado amplamente abastecido, com os preços dependendo da evolução da demanda doméstica e do desempenho das exportações.

Os analistas do Itaú BBA ressaltam que o setor deverá acompanhar de perto o comportamento dos estoques, o ritmo de comercialização e as condições do mercado internacional. Esses fatores serão determinantes para definir o equilíbrio entre oferta e demanda e o direcionamento das cotações nos próximos meses.

Embora o cenário atual seja desafiador para os produtores, oportunidades podem surgir caso haja recuperação do consumo ou avanço mais significativo das exportações brasileiras, contribuindo para uma melhor sustentação dos preços ao longo da temporada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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