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Sipcam Nichino destaca agroquímicos e novas soluções na Hortitec 2024

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A Sipcam Nichino Brasil chega à Hortitec 2024 com um portfólio robusto que promete inovação e eficiência no manejo agrícola. Um dos destaques é o inseticida Ohkami®, reconhecido por seu papel crucial no controle da traça-do-tomateiro e agora registrado para quatro outras pragas comuns no cultivo do tomate. Durante o evento em Holambra (SP), de 19 a 21 de junho, serão apresentados resultados de campo e novos estudos que comprovam a eficácia do produto em diversas culturas, incluindo brássicas como brócolis e couve.

“O Ohkami® tem se destacado não apenas na tomaticultura, mas em mais de 11 cultivos, oferecendo controle efetivo contra pragas como a traça-das-crucíferas”, destaca Marcelo Palazim, engenheiro agrônomo da Sipcam Nichino. Ele enfatiza que o produto age rapidamente por contato e ingestão, com uma ação ovicida e transovariana que interrompe o ciclo de vida das mariposas.

Além do Ohkami®, a empresa apresentará novidades como o Fiera® (inseticida) e Fujimite® (acaricida), essenciais no manejo do psilídeo dos citros, vetor da doença do greening, que afeta severamente a produção de laranjas em São Paulo e Minas Gerais.

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A Sipcam Nichino também trará à Hortitec informações sobre sua Plataforma de Bioestimulantes, composta por Abyss®, Blackjak®, Nutex® Premium e Stilo® Verde, desenvolvida para otimizar a nutrição de cultivos. O portfólio da empresa inclui ainda fungicidas, herbicidas e outros inseticidas que atendem uma ampla gama de demandas na agricultura, cobrindo cultivos como batata, café, cebola, maçã e diversas hortaliças.

Fundada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da fusão entre a italiana Sipcam e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino), duas empresas com histórico sólido e foco em inovação no campo dos agroquímicos. A Nichino, pioneira no Japão desde 1928, continua comprometida com o desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos, garantindo avanços constantes no setor agrícola global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Certificação da lã gaúcha avança com atualização técnica e reforço na rastreabilidade do setor ovino

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A cadeia produtiva da ovinocultura gaúcha segue investindo em qualidade, rastreabilidade e padronização para fortalecer a competitividade da lã brasileira no mercado. A Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco) promoveu uma atualização técnica com as comparsas certificadas pelo Programa de Certificação da Lã Gaúcha, reunindo equipes responsáveis pela esquila, classificação e certificação da produção.

O treinamento teve como objetivo alinhar procedimentos técnicos, reforçar os protocolos de qualidade exigidos pelo mercado e ampliar a capacitação dos profissionais que atuam diretamente no processo de certificação da lã no Rio Grande do Sul.

As comparsas são grupos especializados em esquila de ovinos e desempenham papel estratégico na manutenção da qualidade do velo, desde a propriedade rural até a comercialização final da produção.

Programa reforça auditoria permanente e controle da qualidade da lã

A atualização técnica foi conduzida pelo especialista Daniel Duarte, profissional com 25 anos de experiência na certificação da lã uruguaia e integrante do programa desde o início das atividades na Fronteira Oeste gaúcha.

Segundo o responsável pelo Programa de Certificação da Lã da Arco, Sérgio Muñoz, a escolha do instrutor considerou a experiência prática acumulada ao longo de décadas de atuação no setor.

“Trouxemos o Daniel como instrutor porque ele é uma referência em termos de trabalho e profissionalismo”, destacou.

Atualmente, 13 comparsas estão credenciadas para utilizar o selo da lã gaúcha, após validação técnica e cumprimento dos protocolos estabelecidos pela entidade. Conforme Muñoz, todas as equipes passam por auditorias permanentes para garantir a qualidade do serviço prestado.

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O sistema de certificação permite identificar cada lote produzido, assegurando rastreabilidade completa e acompanhamento contínuo da produção.

“Essas comparsas estão permanentemente sendo auditadas”, afirmou o gestor.

Compradores internacionais ajudam a validar padrão de qualidade

De acordo com a Arco, o retorno dos compradores de lã é um dos principais instrumentos de avaliação do programa de certificação. O acompanhamento da qualidade ocorre desde a origem da produção até o destino final da fibra comercializada.

“Quem nos dá principalmente o subsídio do trabalho, se está sendo bem feito ou não, são os compradores de lã”, ressaltou Muñoz.

O encontro também contou com a participação de representantes de empresas uruguaias compradoras de lã, que acompanharam de perto o modelo de certificação desenvolvido no Rio Grande do Sul.

Para a entidade, a presença internacional reforça o reconhecimento do mercado externo ao padrão de qualidade adotado pela ovinocultura gaúcha.

“As principais empresas compradoras de lã do Uruguai estiveram presentes no evento para ver a importância que estão dando ao nosso trabalho”, acrescentou.

Capacitação reforça exigências da indústria para lã limpa e rastreável

Além dos procedimentos de classificação e certificação, o treinamento abordou o correto preenchimento dos romanês — documentos que acompanham a lã certificada desde a propriedade rural até o destino final da carga.

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O objetivo foi reforçar a importância da emissão adequada das informações para garantir rastreabilidade, transparência e segurança comercial.

Segundo Daniel Duarte, a capacitação também esclareceu dúvidas técnicas relacionadas à preparação do velo dentro dos padrões exigidos pela indústria têxtil.

“Desde temas de barrigas, desbordes, velos A, velos B e velos inferiores, foram muitas perguntas a respeito, mas foi muito bom porque a indústria hoje exige tudo isso e exige o velo limpo”, explicou o instrutor.

Setor aponta necessidade de ampliar número de profissionais especializados

Durante o encontro, a Arco também alertou para a necessidade de ampliar a oferta de mão de obra especializada em algumas regiões do Estado. Áreas como a região das Missões já apresentam demanda crescente por comparsas capacitadas para atender a expansão da atividade ovina.

“Precisamos de mais comparsas. Existem regiões com bastante ovelha que estão desabastecidas”, afirmou Muñoz.

Para enfrentar o desafio, cursos de formação vêm sendo realizados em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), buscando ampliar o número de profissionais qualificados para atuar na certificação e manejo da lã gaúcha.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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