AGRONEGÓCIO

Sine oferece 26 vagas para servente de obras sem experiência e salário de R$ 2 mil mais benefícios

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O Sine Municipal oferece 760 vagas de emprego nesta quinta-feira (4), com destaque para a ocupação de Servente de obra sem experiência. A função paga salário de R$ 2.050,00 mais vale-transporte, assistência odontológica, assistência médica, seguro de vida e vale-alimentação.

Outras oportunidades que se destacam pelo alto número de vagas são as de Auxiliar de linha de produção, com 100 vagas e salário de R$ 1.914,36, cortador de carne em matadouro, com 50 vagas e remuneração de R$ 2.257,75 , e Retalhador de carne, também com 50 vagas e salário de R$ 2.257,75. Entre os melhores salários, está o de Farmacêutico (01 vaga), com R$ 4.895,86 mais benefícios, e o de Mecânico de veículo (02 vagas), com R$ 4.500,00 mais benefícios.

O Sine Municipal é administrado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura.

Atendimento

Os interessados devem procurar o Sine, localizado na Travessa Celso Luís M. de Almeida, nº 45, bairro Poção, no prédio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho (Smat).

O horário de atendimento é das 8h às 17h.

Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone e WhatsApp: (65) 99251-7480.

No local, também é oferecido atendimento ao Microempreendedor Individual (MEI), com apoio para abertura, regularização e encerramento do registro.

Serviços do Sine

O Sine Municipal realiza a intermediação de vagas de emprego e atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.

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Informações importantes ao trabalhador

Mantenha o cadastro atualizado nos postos do Sine ou por canais digitais.

Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br

Solicitação de seguro-desemprego on-line: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo site acima.

Exclusivo para empresas

O Sine também dispõe de canais exclusivos para empresas interessadas em anunciar vagas. O contato pode ser feito pelos telefones:

(65) 3645-7216 ou 3645-7237,
WhatsApp: (65) 99255-2450,
e e-mail: [email protected].

Confira as oportunidades

Açougueiro – 01
Ajudante de Carga e Descarga de Mercadoria – 10
Ajudante de Reparador (Telecomunicações) – 01
Almoxarife – 02
Assistente de Vendas – 01
Atendente de Lanchonete – 22
Atendente de Lojas – 02
Atendente de Loja – 30
Auxiliar de Cozinha – 24
Auxiliar de Estoque – 04
Auxiliar de Limpeza – 01
Auxiliar de Linha de Produção – 103
Auxiliar de Logística (Vaga Exclusiva PCD) – 07
Auxiliar de Técnico de Controle de Qualidade – 01
Auxiliar em Saúde Bucal – 02
Auxiliar Mecânico de Refrigeração – 02
Balconista de Açougue – 01
Borracheiro – 01
Carpinteiro – 02
Consultor de Vendas – 03
Coordenador de Restaurante – 01
Copeiro – 01
Cortador de Carne em Matadouro – 50
Desossador – 70
Empacotador a Mão – 10
Empregado Doméstico Arrumador – 01
Encarregado de Manutenção – 03
Farmacêutico – 01
Faturista – 01
Gerente de Marketing – 03
Inspetor Técnico de Qualidade – 01
Magarefe – 55
Mecânico de Auto em Geral – 02
Mecânico de Manutenção de Máquinas, em Geral – 20
Mecânico de Veículo – 06
Montador de Estrutura Metálica – 05
Montador de Estruturas Metálicas – 04
Motorista Carreteiro – 15
Motorista de Caminhão – 14
Operador de Caixa – 38
Operador de Empilhadeira – 01
Operador de Equipamentos Pesados e Móveis na Mineração – 07
Operador de Máquinas de Fabricar Papel – 06
Operador de Máquina Perfuratriz – 01
Pedreiro – 06
Promotor de Vendas – 01
Repositor de Mercadorias – 30
Retalhador de Carne – 90
Servente de Limpeza – 18
Servente de Obra – 26
Social Mídia – 03
Técnico de Rede (Telecomunicações) – 02
Técnico de Refrigeração (Instalação) – 20
Técnico em Estética – 02
Técnico em Saúde Bucal – 02
Trabalhador de Serviço de Limpeza e Conservação de Áreas Públicas – 01
Vendedor Interno – 06
Vendedor Pracista – 10
Vigia – 06

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Safra recorde deve superar capacidade dos armazéns em 133 milhões de toneladas

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A produção brasileira de grãos poderá superar a capacidade de armazenagem do país em aproximadamente 133 milhões de toneladas na safra 2026/27. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta uma colheita de 366,6 milhões de toneladas, enquanto os armazéns brasileiros comportam 233,8 milhões de toneladas, segundo o dado mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A estrutura existente equivale a cerca de 64% do volume que poderá ser produzido. A diferença expõe um dos principais gargalos do agronegócio brasileiro: a produção avança em ritmo superior à construção e à modernização de silos, sobretudo dentro das propriedades rurais e nas novas regiões produtoras.

Na prática, a limitação reduz a capacidade do agricultor de escolher o melhor momento para comercializar. Sem espaço próprio, parte dos produtores precisa retirar rapidamente os grãos da fazenda e negociar durante a colheita, período marcado pela concentração da oferta, aumento da procura por caminhões e pressão sobre os preços e os fretes.

Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), o problema deixou de ser apenas logístico e passou a afetar diretamente a renda no campo.

“Produzir uma safra recorde é uma conquista, mas o produtor precisa ter condições de transformar esse volume em renda. Sem armazenagem, ele perde liberdade para decidir quando vender e pode ser obrigado a negociar justamente no período de maior oferta, quando os preços tendem a estar mais pressionados”, afirma Rezende.

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“Um silo dentro da propriedade não serve apenas para guardar grãos. Ele permite preservar a qualidade, reduzir perdas, organizar o transporte e esperar uma condição comercial mais favorável. Em uma atividade de margens cada vez mais estreitas, essa capacidade de decisão pode determinar o resultado de toda a safra”, acrescenta.

Segundo Rezende, a ampliação dos armazéns exige financiamento de longo prazo, previsibilidade e condições compatíveis com o período necessário para recuperar o investimento. “O Brasil não pode continuar ampliando a produção sem fazer o mesmo esforço na infraestrutura. A armazenagem precisa ser tratada como parte do sistema produtivo, porque o gargalo acaba transferindo custos, riscos e perdas para quem está no campo”, diz.

A capacidade de armazenagem brasileira cresceu 1,1% no segundo semestre de 2025 e chegou a 233,8 milhões de toneladas. No mesmo período, o país contabilizava 9.668 estabelecimentos com estruturas destinadas à guarda de produtos agrícolas.

O avanço, porém, não acompanha o ritmo das lavouras. A safra 2025/26 foi estimada em 361,7 milhões de toneladas. Para o ciclo 2026/27, a projeção de 366,6 milhões representa mais 4,9 milhões de toneladas chegando ao mercado, com novos recordes esperados em culturas importantes.

A diferença entre produção e capacidade estática não significa que 133 milhões de toneladas ficarão literalmente sem local para serem guardadas. Os armazéns podem receber mais de uma carga durante o ano, e as culturas são colhidas em épocas diferentes. Mesmo assim, a comparação mostra que a estrutura disponível é insuficiente nos momentos de concentração da colheita e está distribuída de forma desigual pelo território.

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O problema é mais grave nas regiões em que a produção cresceu rapidamente sem a instalação de silos na mesma proporção. Nesses locais, os grãos percorrem distâncias maiores até unidades armazenadoras, elevando o consumo de combustível, o custo do transporte e o tempo de espera para descarga.

As filas também podem atrasar a retirada da produção da propriedade e a entrada das máquinas em novas áreas. Quando soja e milho disputam simultaneamente caminhões e espaço nos armazéns, o gargalo alcança cooperativas, tradings, indústrias e terminais de exportação.

A ampliação da armazenagem nas fazendas permitiria distribuir melhor o fluxo dos grãos ao longo do ano e reduzir a pressão sobre rodovias e terminais durante a colheita. Também daria ao produtor melhores condições para separar lotes, conservar a qualidade e negociar o produto de acordo com as oportunidades do mercado.

O desafio da safra 2026/27, portanto, não estará apenas em produzir mais. O país terá de encontrar espaço, transporte e condições comerciais para transformar 366,6 milhões de toneladas de grãos em renda efetiva para o produtor.

Fonte: Pensar Agro

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