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Sine Municipal encerra a semana com 110 vagas de emprego; veja vagas

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Se você busca uma recolocação no mercado de trabalho, a Prefeitura de Cuiabá, por meio do Sine Municipal, oferece 110 vagas de emprego nesta sexta-feira (10). As oportunidades abrangem diferentes níveis de escolaridade e áreas de atuação profissional.

Possui experiência como encanador? O Sine Municipal disponibiliza uma vaga com salário de R$ 2.296,55, além de vale-transporte e vale-refeição. Os requisitos incluem ensino fundamental completo e comprovação de experiência na área.

Há também vagas temporárias, como três oportunidades para armador de estrutura de concreto, com remuneração de R$ 2.222, vale-transporte e vale-refeição. Para essas posições, é necessário comprovar experiência na função.

Os interessados podem acompanhar as atualizações das vagas pelos canais digitais do Sine, como o aplicativo “Sine Fácil” ou a página virtual do Emprega Brasil (empregabrasil.mte.gov.br). Vale lembrar que as vagas são rotativas e podem ser preenchidas a qualquer momento.

Unidades de atendimento do Sine Municipal em Cuiabá:
• Sine Centro: Atendimento das 8h às 17h. Telefone: (65) 99217-3377.
• Sine Coxipó: Atendimento das 9h às 17h. Telefones: (65) 3645-7216 / (65) 99255-2450.

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Informações úteis para o trabalhador:
• Consulta de vagas: Acesse empregabrasil.mte.gov.br ou utilize o aplicativo “Sine Fácil”.
• Seguro-desemprego: Pode ser solicitado pelo aplicativo “Carteira de Trabalho Digital” ou pelo site empregabrasil.mte.gov.br.

Se precisar de mais ajustes ou incluir informações, é só avisar!

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Encefalites equinas ameaçam rebanhos no Brasil e reforçam importância da vacinação preventiva

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Com um rebanho estimado em cerca de 5,8 milhões de equinos, o Brasil figura entre os maiores criadores de cavalos do mundo. A atividade movimenta bilhões de reais anualmente e desempenha papel estratégico em segmentos como esporte, lazer, trabalho e reprodução. Nesse cenário, a prevenção de doenças que afetam a saúde dos animais é considerada fundamental para a sustentabilidade da equideocultura nacional.

Entre os principais desafios sanitários do setor estão as encefalites equinas, enfermidades virais que afetam o sistema nervoso central e podem causar sérios prejuízos aos criadores. As doenças exigem atenção permanente de proprietários, médicos-veterinários e profissionais ligados à cadeia produtiva dos equinos.

Encefalites equinas representam risco para a saúde animal

As principais enfermidades desse grupo incluem a Encefalite Equina do Leste (EEE), a Encefalite Equina do Oeste (WEE) e a Encefalite Equina Venezuelana (VEE). Todas são transmitidas principalmente pela picada de mosquitos dos gêneros Culex e Aedes, que atuam como vetores dos vírus causadores da doença.

Os animais infectados podem apresentar sintomas neurológicos graves, alterações comportamentais, perda de coordenação motora, dificuldade de locomoção e redução significativa do desempenho físico. Em casos mais severos, a doença pode evoluir para óbito.

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Por se tratar de enfermidades que afetam diretamente o sistema nervoso, especialistas alertam para a importância da adoção de medidas preventivas contínuas ao longo de todo o ano.

Cavalos de competição exigem atenção redobrada

Animais que participam regularmente de provas, exposições, leilões e competições equestres estão entre os mais expostos aos riscos sanitários.

O deslocamento frequente para diferentes regiões aumenta o contato com ambientes variados e pode elevar a exposição aos mosquitos transmissores, especialmente em locais com condições favoráveis à proliferação dos insetos.

Raças de grande relevância para a equideocultura brasileira, como o Quarto de Milha e o Mangalarga Marchador, somam mais de 700 mil animais registrados no país e movimentam mais de R$ 9 bilhões por ano em atividades relacionadas ao setor.

Diante desse cenário, a manutenção de protocolos sanitários rigorosos é considerada essencial para preservar a saúde e o desempenho dos animais.

Vacinação é a principal ferramenta de prevenção

Especialistas destacam que a vacinação continua sendo a medida mais eficiente para reduzir os riscos associados às encefalites equinas.

Além da imunização, outras práticas de manejo sanitário contribuem para o controle da doença, como a eliminação de criadouros de mosquitos, o controle de insetos nas propriedades, a drenagem de áreas com água parada e o acompanhamento rigoroso do calendário sanitário dos animais.

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Segundo Chester Batista, gerente técnico de Equinos da Zoetis Brasil, a prevenção deve ser tratada como prioridade dentro das propriedades.

“A vacinação associada a um manejo sanitário adequado contribui para proteger a saúde dos equinos, preservar seu desempenho e garantir o bem-estar dos animais ao longo de toda a vida produtiva”, ressalta.

Sanidade fortalece a competitividade da equideocultura

O avanço da equideocultura brasileira tem aumentado a necessidade de investimentos em sanidade animal, especialmente em um mercado cada vez mais profissionalizado e exigente.

A adoção de programas preventivos, aliada ao acompanhamento veterinário constante, reduz riscos sanitários, minimiza perdas econômicas e contribui para o desenvolvimento sustentável da atividade.

Além de proteger os animais contra enfermidades de alto impacto, a prevenção fortalece a segurança sanitária dos plantéis e ajuda a manter a competitividade do setor, que segue entre os mais relevantes da pecuária nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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