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Sine de Cuiabá tem 1.006 empregos e setor de serviços oferece mais de 250 vagas

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O Sine Municipal está oferecendo 1.006 vagas de emprego nesta quarta-feira (8). O setor de serviços tem mais de 250 vagas em diversas áreas que abrangem desde cargos de atendimento ao cliente e vendas até posições técnicas. Em destaque as áreas de alimentação e logística. O cargo de pizzaiolo, por exemplo, oferece 50 vagas com um salário atrativo de R$ 2,7 mil, enquanto a função de auxiliar de logística conta com 51 postos e remuneração que pode chegar a R$ 1,7 mil.

Para os profissionais com formação técnica, a posição de técnico em segurança do trabalho apresenta o maior salário do setor, alcançando R$ 3 mil. Outras áreas, como atendimento em farmácias, lojas e supermercados, também somam um número expressivo de vagas, com salários que variam entre R$ 1,5 mil e R$ 2,3 mil. A maioria das vagas oferece benefícios como vale-transporte e vale-alimentação, além de planos de saúde e odontológico em diversas posições, tornando as propostas ainda mais competitivas.

Um ponto de destaque é que muitas das oportunidades não exigem experiência prévia, o que representa uma excelente porta de entrada para jovens em busca do primeiro emprego e para trabalhadores que desejam transitar de carreira.

O Sine Municipal é administrado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura.

Atendimento

Os interessados devem procurar o Sine, localizado na Travessa Celso Luís M. de Almeida, nº 45, bairro Poção, no prédio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho (Smat).

O horário de atendimento é das 8h às 17h.

Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone e WhatsApp: (65) 99251-7480.

No local, também é oferecido atendimento ao Microempreendedor Individual (MEI), com apoio para abertura, regularização e encerramento do registro.

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Serviços do Sine

O Sine Municipal realiza a intermediação de vagas de emprego e atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.

Informações importantes ao trabalhador

Mantenha o cadastro atualizado nos postos do Sine ou por canais digitais.

Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br

Solicitação de seguro-desemprego on-line: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo site acima.

Exclusivo para empresas

O Sine também dispõe de canais exclusivos para empresas interessadas em anunciar vagas. O contato pode ser feito pelos telefones:

(65) 3645-7216 ou 3645-7237,
WhatsApp: (65) 99255-2450,
e e-mail: [email protected].

Confira as oportunidades

Ajudante de carga e descarga de mercadoria – 05
Ajudante de obra – 02
Analista contábil – 02
Analista de negócio – 200
Assistente comercial de seguros – 02
Atendente de balcão – 02
Atendente balconista – 20
Atendente de farmácia-balconista – 20
Atendente de lojas – 10
Atendente de lojas de mercados – 01
Atendente de padaria – 07
Auxiliar de armazenamento – 12
Auxiliar de cozinha – 05
Auxiliar de estoque – 05
Auxiliar de limpeza – 06
Auxiliar de linha de produção – 160
Auxiliar de logística – 51
Auxiliar de operação – 10
Auxiliar de pedreiro – 12
Auxiliar mecânico de refrigeração – 03
Auxiliar operacional de logística – 20
Azulejista – 02
Camareiro de hotel – 02
Carpinteiro – 05
Carregador (armazém) – 02
Comprador – 01
Consultor de venda – 01
Cozinheiro geral – 01
Desossador – 20
Eletricista – 10
Empacotador a mão – 06
Empregado doméstico arrumador – 02
Frentista – 03
Garçom – 95
Magarefe – 05
Mestre de obra – 02
Motorista de caminhão – 02
Motorista de caminhão basculante – 65
Operador de caixa – 23
Operador de empilhadeira – 01
Operador de escavadeira – 03
Operador de máquina de construção civil e mineração – 03
Operador de máquina fixa em geral – 01
Operador de motoniveladora – 08
Operador de retroescavadeira – 01
Operador de rolo compactador – 31
Operador de telemarketing receptivo – 01
Operador de trator (minas e pedreira) – 04
Pedreiro – 16
Pizzaiolo – 50
Recepcionista em geral – 01
Recepcionista secretária (estágio) – 01
Recepcionista secretária – 01
Repositor de mercadorias – 17
Retalhador de carne – 40
Serralheiro de alumínio – 05
Servente de pedreiro – 20
Técnico de operações e serviços bancários leasing – 02
Técnico em segurança do trabalho – 01
Tecnólogo em logística de transporte – 01
Trabalhador de serviço de limpeza e conservação de área pública – 01
Vendedor interno – 13

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#PraCegoVer
A imagem que acompanha a matéria mostra uma Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), de capa azul, sobre uma mesa de madeira, com uma pessoa em segundo plano preenchendo uma folha de papel.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preço do leite UHT dispara mais de 20% no Sudeste e amplia pressão sobre a cesta básica em abril

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Os consumidores sentiram no bolso o aumento dos preços de alimentos essenciais em abril. Levantamento realizado pela Neogrid apontou que o leite UHT liderou as altas nos supermercados brasileiros, refletindo uma menor oferta de matéria-prima e pressionando ainda mais o custo da cesta básica.

De acordo com o estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, o preço médio do leite UHT avançou 18,3% no país durante o mês, passando de R$ 4,75 em março para R$ 5,62 em abril. Na região Sudeste, principal mercado consumidor do país, a valorização foi ainda mais expressiva, alcançando 20,19%.

Menor captação de leite sustenta alta dos preços

A escalada dos preços está diretamente relacionada à redução da produção nacional de leite. Dados do Índice de Captação de Leite (ICAP-L) mostram que a coleta recuou 3,9% entre fevereiro e março, acumulando queda de 11,1% no primeiro trimestre de 2026.

Entre os fatores que explicam o cenário estão a menor disponibilidade de pastagens durante o período e a cautela dos produtores diante das margens mais apertadas observadas ao longo de 2025.

A combinação entre oferta reduzida e demanda constante elevou os preços dos lácteos no varejo, tornando o leite um dos principais responsáveis pela inflação alimentar registrada no mês.

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Feijão, pão e legumes também ficaram mais caros

Além do leite, outros produtos básicos da alimentação apresentaram aumento de preços em abril.

Os queijos registraram alta de 2,4%, passando de R$ 63,61 para R$ 65,12. O feijão avançou 2,1%, enquanto os legumes tiveram valorização de 2%. Já o pão apresentou aumento de 1,8% no período.

Segundo Marcelo Alves, Head de Insights da Neogrid, os reajustes estão concentrados justamente em categorias mais sensíveis às condições climáticas e à sazonalidade da produção.

“O comportamento dos preços mostra uma pressão concentrada em produtos essenciais da alimentação, especialmente lácteos e hortifrúti, exigindo maior atenção dos consumidores na composição das compras”, avalia.

Legumes lideram inflação alimentar em 2026

No acumulado entre dezembro de 2025 e abril de 2026, os legumes aparecem como os produtos com maior valorização no varejo alimentar brasileiro.

O grupo registrou alta de 25,3%, com o preço médio passando de R$ 5,50 para R$ 6,89. Em seguida aparecem:

  • Leite UHT: +21,7%;
  • Feijão: +20,5%;
  • Ovos: +13,4%;
  • Carne bovina: +6,6%.

Os números reforçam a pressão sobre os itens que compõem a base da alimentação das famílias brasileiras.

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Sudeste registra altas e quedas relevantes em abril

Na análise regional, o Sudeste apresentou comportamento misto entre alimentos e produtos de consumo diário.

As maiores altas registradas foram:

  • Leite UHT: +20,19%;
  • Pão: +4,1%;
  • Creme dental: +1,6%;
  • Água sanitária: +1,6%;
  • Arroz: +1,4%.

Por outro lado, algumas categorias apresentaram alívio nos preços ao consumidor:

  • Carne suína: -5,9%;
  • Ovos: -4,8%;
  • Açúcar: -3,1%;
  • Café em pó e em grãos: -3%;
  • Desinfetante: -1,8%.
Mercado deve seguir atento à oferta e ao clima

A expectativa para os próximos meses é de continuidade da volatilidade em produtos mais dependentes das condições climáticas e da oferta agrícola, especialmente lácteos, hortifrúti e itens básicos da alimentação.

Em contrapartida, categorias industrializadas e algumas proteínas tendem a apresentar maior estabilidade, favorecidas pela competição entre varejistas e pela acomodação dos custos de produção.

O comportamento desses mercados continuará sendo um dos principais fatores de influência sobre a inflação dos alimentos ao longo de 2026, impactando diretamente o orçamento das famílias brasileiras e as estratégias da cadeia de abastecimento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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