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Sine Cuiabá tem vaga para supervisor de manutenção de máquinas com salário de R$ 4 mil

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O Sine Municipal de Cuiabá oferece 371 oportunidades de emprego nesta terça-feira (26). Há uma vaga para supervisor de manutenção de máquinas operatrizes e de usinagem, que paga salário de R$ 4 mil mais vale-transporte (VT), cesta básica, insalubridade, gratificação por tempo de serviço e alimentação no local.

Outras ocupações que merecem destaque são as de atendente de farmácia balconista, com 20 vagas disponíveis e salário de R$ 1.550,00, além de VT, trilha de carreira,100% dos gerentes da RD Saúde, 40 benefícios a saber no momento da contratação e vale-alimentação; e instalador reparador de redes e cabos telefônicos, com 20 vagas e salário de R$ 1.518,00, VT, seguro de vida, assistência odontológica, assistência médica, 30% periculosidade, descontos em farmácias e lojas parceiras e produtividade por instalação

O Sine Municipal é administrado pela Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico.

Atendimento

Os interessados devem procurar o Sine, localizado na Travessa Celso Luís M. de Almeida, nº 45, bairro Poção, no prédio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho (Smat).

O horário de atendimento é das 8h às 17h.

Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone e WhatsApp: (65) 99251-7480.

No local, também é oferecido atendimento ao Microempreendedor Individual (MEI), com apoio para abertura, regularização e encerramento do registro.

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Serviços do Sine

O Sine Municipal realiza a intermediação de vagas de emprego e atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.

Informações importantes ao trabalhador

Mantenha o cadastro atualizado nos postos do Sine ou por canais digitais.

Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br
Solicitação de seguro-desemprego on-line: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo site acima.

Exclusivo para empresas

O Sine também dispõe de canais exclusivos para empresas interessadas em anunciar vagas. O contato pode ser feito pelos telefones:
(65) 3645-7216 ou 3645-7237,
WhatsApp: (65) 99255-2450,
e e-mail: [email protected].

Confira as oportunidades

Ajudante de carga e descarga de mercadoria – 12
Assistente comercial de seguro – 02
Assistente de vendas – 01
Atendente balconista – 04
Atendente de farmácia balconista – 20
Atendente de lojas – 07
Auxiliar de estoque – 05
Auxiliar de limpeza – 05
Auxiliar de logística – 02
Auxiliar de produção farmacêutica – 06
Consultor de vendas – 09
Controlador de pragas – 01
Controlador de serviços de máquinas e veículos – 02
Costureira em geral – 02
Cumim – 01
Eletricista – 11
Eletricista de rede – 18
Eletrotécnico – 01
Empregado doméstico nos serviços gerais – 01
Empregado doméstico arrumador – 02
Farmacêutico – 01
Frentista – 04
Garçom – 95
Gerente de operações de transportes – 01
Gerente geral de vendas – 01
Instalador reparador de redes e cabos telefônicos – 20
Mecânico – 02
Motorista de caminhão – 03
Motorista de caminhão guindaste – 05
Motorista entregador – 01
Operador caixa – 13
Operador de máquinas de construção civil e mineração – 03
Operador de telemarketing ativo e receptivo – 01
Pedreiro – 01
Pizzaiolo – 50
Profissional de educação física na saúde – 24
Promotor de vendas – 14
Supervisor de manutenção de máquinas operatrizes e de usinagem – 01
Técnico em atendimento e vendas – 09
Tecnólogo em logística de transporte – 01
Vendedor de comércio varejista – 02
Vendedor interno – 03
Vendedor pracista – 06

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#PraCegoVer
A imagem mostra as mãos de uma pessoa segurando um celular com o aplicativo da Carteira de Trabalho Digital aberto na tela, exibindo o brasão do Brasil e a opção “Entrar com gov.br”.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Milho recua no Brasil, Chicago opera estável e B3 fecha sem direção única em meio a oferta elevada

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Mercado do milho no Brasil acumula queda de 3,5% em junho com forte pressão da oferta

O mercado brasileiro de milho mantém trajetória de baixa ao longo de junho, pressionado principalmente pelo avanço da safrinha e pelo nível elevado dos estoques de passagem.

Na praça de Campinas (SP), referência para o Centro-Sul, o milho foi negociado a R$ 62,00 por saca de 60 kg nesta quarta-feira (24), reforçando o movimento de recuo observado ao longo do mês. A média parcial de junho ficou em R$ 63,06 por saca, queda de 3,5% frente a maio, quando o valor médio foi de R$ 65,35.

Segundo dados de mercado, o principal fator de pressão segue sendo a combinação entre oferta abundante e demanda interna sem força suficiente para absorver o volume disponível, o que mantém compradores mais cautelosos nas negociações.

A safrinha 2026 é estimada em 112,5 milhões de toneladas, segundo projeções do setor, configurando-se como uma das maiores já registradas no país. O cenário reforça a expectativa de excedente estrutural no curto e médio prazo, com impacto direto sobre a formação de preços.

No mercado físico, a liquidez permanece baixa. Produtores relatam resistência em aceitar valores abaixo do custo de produção, enquanto compradores atuam de forma mais seletiva, aguardando possíveis novas quedas ou oportunidades pontuais.

Chicago opera em estabilidade com equilíbrio entre demanda e clima favorável

No mercado internacional, os contratos futuros de milho na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a quinta-feira (25) próximos da estabilidade, refletindo um cenário de equilíbrio entre fatores altistas e baixistas.

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Os vencimentos mais negociados apresentaram variações mistas: julho/26 com leve queda, setembro/26 estável e contratos mais longos com pequenas altas, indicando ajuste técnico após sessões recentes de volatilidade.

Entre os fatores de suporte, destaca-se a demanda externa. O México realizou compras de aproximadamente 100 mil toneladas de milho dos Estados Unidos, parte destinada ao atual ciclo comercial e parte para a safra 2026/27, segundo dados do USDA.

Por outro lado, o clima favorável no cinturão produtor norte-americano segue limitando movimentos de alta. A maioria das lavouras permanece em boas condições, o que sustenta expectativas de oferta confortável e reduz pressão sobre os preços.

B3 inicia sessão em leve queda com influência externa e fundamentos domésticos

Na Bolsa Brasileira (B3), o milho também começou o pregão desta quinta-feira com viés levemente negativo, acompanhando o comportamento mais contido do mercado internacional.

Por volta das 09h, os contratos futuros operavam entre R$ 63,97 e R$ 73,10. O vencimento julho/26 recuava para R$ 63,97, enquanto setembro/26 e janeiro/27 também registravam leves baixas, refletindo cautela dos investidores.

Na sessão anterior, o mercado havia encerrado de forma mista. O suporte inicial veio da valorização do dólar, mas perdeu força ao longo do dia com a queda das cotações em Chicago e o avanço da colheita da safrinha no Brasil.

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Relatos de produtividade irregular em algumas regiões, especialmente em Mato Grosso, adicionaram volatilidade ao mercado. Ao mesmo tempo, chuvas em áreas produtoras atrasaram os trabalhos de colheita e ajudaram a limitar quedas mais intensas.

No mercado físico regional, a liquidez segue reduzida. No Sul do país, compradores abastecidos mantêm negociações pontuais. No Paraná e em Santa Catarina, a diferença entre ofertas e pedidos continua travando acordos. Em Mato Grosso do Sul, a entrada gradual da segunda safra pressiona os preços, embora a demanda da indústria de bioenergia siga como fator de sustentação pontual.

Panorama geral: oferta elevada mantém mercado sob pressão no curto prazo

O mercado global de milho entra no segundo semestre com predominância de fundamentos baixistas, especialmente no Brasil, onde a safrinha volumosa reforça o cenário de superoferta.

Enquanto Chicago oscila de forma lateral, sustentada por exportações pontuais e clima favorável, a B3 reflete o ajuste entre fatores externos e a realidade doméstica de ampla disponibilidade.

No curto prazo, o comportamento dos preços deve continuar condicionado ao ritmo de colheita, ao apetite das exportações e à capacidade de absorção do mercado interno, especialmente do setor de proteína animal e da indústria de etanol.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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