AGRONEGÓCIO

Sine Cuiabá tem vaga para auxiliar de limpeza com experiência e salário de R$ 3 mil

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O Sine Municipal de Cuiabá oferece 442 vagas de emprego nesta quarta-feira (14), com destaque para oportunidades que exigem apenas o nível fundamental. Entre os postos disponíveis, chama a atenção a função de Auxiliar de Limpeza, que oferece salário de R$ 3.000,00 mais vale-transporte, exigindo experiência comprovada e Ensino Fundamental completo.

Além disso, a unidade disponibiliza postos com remunerações atrativas para profissionais técnicos, como as vagas para Eletricista e Mecânico de Instalações Industriais, ambos com salários de R$ 4.037,00, acrescidos de benefícios como ticket alimentação, assistência médica e odontológica. Para quem busca inserção imediata, há dezenas de oportunidades que não exigem experiência prévia, como as 80 vagas para Auxiliar de Linha de Produção e as 18 para Ajudante de Carga e Descarte.

Resumo Geral dos 442 postos de trabalho disponíveis

Vagas de Destaque pelo Salário:
Eletricista: R$ 4.037, mais benefícios.
Mecânico de Instalações Industriais: R$ 4.037, mais benefícios.
Mecânico de Auto em Geral: R$ 4 mil, mais benefícios.
Operador de Máquinas de Construção Civil: R$ 3.880, mais benefícios.

Vagas sem Exigência de Experiência
Auxiliar de Linha de Produção: 80 vagas (divididas em dois grupos de 30 e 50).
Auxiliar de Conservação de Obras Civis: 30 vagas.
Ajudante de Carga e Descarga: 20 vagas (divididas em dois grupos de 08, 10 e 02).

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Setor de Frigorífico/Alimentos
Grande volume de vagas para Magarefe (55 vagas), Retalhador de Carne (90 vagas), Desossador (70 vagas) e Cortador de Carne (50 vagas).

O Sine Municipal é administrado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura.

Atendimento

Os interessados devem procurar o Sine, localizado na Travessa Celso Luís M. de Almeida, nº 45, bairro Poção, no prédio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho (Smat).

O horário de atendimento é das 8h às 17h.

Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone e WhatsApp: (65) 99251-7480.

No local, também é oferecido atendimento ao Microempreendedor Individual (MEI), com apoio para abertura, regularização e encerramento do registro.

Serviços do Sine

O Sine Municipal realiza a intermediação de vagas de emprego e atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.

Informações importantes ao trabalhador

Mantenha o cadastro atualizado nos postos do Sine ou por canais digitais.

Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br

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Solicitação de seguro-desemprego on-line: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo site acima.

Exclusivo para empresas

O Sine também dispõe de canais exclusivos para empresas interessadas em anunciar vagas. O contato pode ser feito pelos telefones:

(65) 3645-7216 ou 3645-7237,
WhatsApp: (65) 99255-2450,
e e-mail: [email protected]

Confira as oportunidades

Ajudante de carga e descarga de mercadoria (não exige experiência) – 20
Auxiliar de conservação de obras civis (não exige experiência) – 30
Auxiliar de limpeza – 03 (Sendo 02 vagas com ajuda de custo e 01 com salário de R$ 3.000,00)
Auxiliar de linha de produção (não exige experiência) – 80
Carregador (armazém) – 04
Cortador de carne em matadouro – 50
Desossador – 70
Eletricista – 02
Magarefe – 55
Manobrista – 01
Mecânico de auto em geral (não exige experiência) – 10
Mecânico de instalações industriais (manutenção) – 05
Operador de máquina perfuratriz (não exige experiência) – 06
Operador de máquinas de construção civil e mineração (não exige experiência) – 10
Retalhador de carne (não exige experiência) – 90
Salgadeiro – 02

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Entidade diz que o campo preserva, mas há excesso de regras travando os produtores

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) decidiu reagir às críticas sobre o impacto ambiental do agronegócio e levou ao debate público um conjunto de dados para sustentar que a produção agrícola no Brasil ocorre com preservação relevante dentro das propriedades rurais.

A iniciativa ocorre em um momento de maior pressão sobre o setor, especialmente em mercados internacionais, e busca reposicionar a narrativa com base em números do próprio campo.

Entre os dados apresentados, levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 65,6% do território brasileiro permanece coberto por vegetação nativa, enquanto a agricultura ocupa cerca de 10,8% da área total. A entidade usa o dado para reforçar que a produção ocorre em uma parcela limitada do território.

No recorte estadual, a Aprosoja-MT destaca um levantamento próprio que identificou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios de Mato Grosso, com 95% delas preservadas dentro das propriedades rurais . O dado é usado como exemplo prático de conservação dentro da atividade produtiva.

A entidade também aponta que o avanço tecnológico tem permitido aumento de produção sem expansão proporcional de área. O Brasil deve colher mais de 150 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, mantendo a liderança global, com Mato Grosso respondendo por cerca de 40 milhões de toneladas.

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Segundo a Aprosoja-MT, práticas como plantio direto, rotação de culturas e uso de insumos biológicos têm contribuído para esse ganho de produtividade, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas.

Isan Rezende, presidente do IA

A associação também cita investimentos em prevenção de incêndios dentro das propriedades e manejo de solo como parte da rotina produtiva, argumentando que a preservação é uma necessidade econômica, e não apenas uma exigência legal.

Na avaliação de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) a preservação ambiental no campo deixou de ser uma pauta teórica e passou a ser parte direta da gestão da propriedade rural. Segundo ele, o produtor brasileiro já incorporou práticas que garantem produtividade com conservação, muitas vezes acima do que é exigido.

“Quem está na lida sabe que sem água, sem solo bem cuidado e sem equilíbrio ambiental não existe produção. O produtor preserva porque precisa produzir amanhã. Isso não é discurso, é sobrevivência da atividade”, afirma.

Rezende aponta, no entanto, que o ambiente institucional ainda cria distorções que dificultam o reconhecimento desse esforço. Para ele, há excesso de exigências, insegurança jurídica e regras que mudam com frequência, o que acaba penalizando quem já produz dentro da lei.

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“O produtor cumpre, investe, preserva, mas continua sendo tratado como problema. Falta coerência. Quem está regular não pode continuar pagando a conta de um sistema que não diferencia quem faz certo de quem está fora da regra”, diz.

Na avaliação do dirigente, o debate sobre sustentabilidade no Brasil precisa avançar com base em dados e realidade de campo, e não em generalizações. Ele defende que o país já possui uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, mas enfrenta falhas na aplicação e na comunicação dessas informações.

“O Brasil tem uma das produções mais eficientes e sustentáveis do planeta. O que falta é organização e clareza nas regras, além de uma comunicação mais firme para mostrar o que já é feito dentro da porteira”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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