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Sine Cuiabá oferece vagas para Operador de Caixa sem experiência

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O Sine de Cuiabá está oferecendo nesta quarta-feira (28) 822 oportunidades de emprego para diversas áreas de atuação. A função de Operador de Caixa concentra um volume significativo, com 66 vagas disponíveis que exigem desde o ensino fundamental completo até o médio incompleto e completo. O salário base para a categoria é de R$ 1.621,00, acrescido de benefícios comuns a todas as oportunidades, como seguro de vida e assistência odontológica.

Dependendo da empresa contratante, o pacote de benefícios para Operador de Caixa pode ser ampliado com itens como assistência médica, vale-transporte, alimentação na empresa ou ticket alimentação, além de gratificações específicas como 10% de quebra de caixa e prêmio assiduidade. Há também oportunidades que oferecem convênios com universidades, SESC, auxílio combustível e kits maternidade ou enxoval para o bebê.

Resumo Geral das Vagas

O painel de vagas do SINE Municipal apresenta uma grande diversidade de funções, com destaque para a baixa exigência de experiência prévia em muitos cargos:

Vagas em Destaque por Volume:
Auxiliar de Linha de Produção: 253 vagas (sendo 200 em uma única frente de trabalho que não exige experiência).
Repositor de Mercadorias: 54 vagas.
Ajudante de Carga e Descarga: 22 vagas.
Auxiliar de Conservação de Obras Civis: 30 vagas.

Maiores Salários:
Técnico Automotivo: R$ 5.000,00.
Mecânico de Auto em Geral: R$ 4.000,00.
Eletricista: R$ 4.037,00.
Operador de Equipamentos Pesados/Máquinas: Entre R$ 3.880,00 e R$ 3.885,00.

Vagas Inclusivas (PCD): Estão abertas oportunidades exclusivas para Pessoas com Deficiência (PCD) nas funções de Auxiliar Administrativo (15 vagas) e Auxiliar de Contabilidade (01 vaga).

O Sine Municipal é administrado pela Secretaria Municipal de Trabalho.

Atendimento

Os interessados devem procurar o Sine, localizado na, localizado na Praça Rachid Jaudy, Centro, no prédio do Instituto Dante de Oliveira, em Cuiabá.

O horário de atendimento é das 8h às 17h.

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Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone e WhatsApp: (65) 99251-7480.

No local, também é oferecido atendimento ao Microempreendedor Individual (MEI), com apoio para abertura, regularização e encerramento do registro.

Serviços do Sine

O Sine Municipal realiza a intermediação de vagas de emprego e atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.

Informações importantes ao trabalhador

Mantenha o cadastro atualizado nos postos do Sine ou por canais digitais.

Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br

Solicitação de seguro-desemprego on-line: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo site acima.

Exclusivo para empresas

O Sine também dispõe de canais exclusivos para empresas interessadas em anunciar vagas. O contato pode ser feito pelos telefones:

(65) 3645-7216 ou 3645-7237,
WhatsApp: (65) 99255-2450,
e e-mail: [email protected]

Confira as oportunidades

Ajudante de carga e descarga (não exige experiência) – 02
Ajudante de carga e descarga de mercadoria (não exige experiência) – 10
Ajudante de carga e descarga (não exige experiência) – 10
Ajudante de motorista (não exige experiência) – 10
Atendente de balcão (não exige experiência) – 08
Auxiliar administrativo – PCD (não exige experiência) – 15
Auxiliar de conservação de obras civis (não exige experiência) – 30
Auxiliar de contabilidade – PCD (não exige experiência) – 01
Auxiliar de contas a receber – 01
Auxiliar de cozinha (não exige experiência) – 20
Auxiliar de cozinha (não exige experiência) – 02
Auxiliar de desenvolvimento infantil (não exige experiência) – 02
Auxiliar de limpeza (não exige experiência) – 01
Auxiliar de limpeza (não exige experiência) – 05
Auxiliar de limpeza (não exige experiência) – 01
Auxiliar de linha de produção (não exige experiência) – 03
Auxiliar de linha de produção (não exige experiência) – 10
Auxiliar de linha de produção (não exige experiência) – 200
Auxiliar de linha de produção (não exige experiência) – 40
Auxiliar jurídico – Estágio (não exige experiência) – 01
Auxiliar jurídico (não exige experiência) – 04
Auxiliar técnico na mecânica de máquinas (não exige experiência) – 02
Cortador de carne em matadouro – 50
Desossador (não exige experiência) – 20
Desossador – 30
Eletricista (não exige experiência) – 30
Empacotador, a mão (não exige experiência) – 10
Empregado doméstico nos serviços gerais (não exige experiência) – 05
Fiscal de loja (não exige experiência) – 02
Magarefe – 30
Manobrista (não exige experiência) – 01
Mecânico de auto em geral – 10
Mecânico de instalações industriais (manutenção) – 05
Motorista de caminhão – 02
Motorista entregador – 01
Operador de caixa (não exige experiência) – 40
Operador de caixa (não exige experiência) – 10
Operador de caixa (não exige experiência) – 12
Operador de caixa – 04
Operador de equipamentos pesados e móveis-na mineração – 07
Operador de máquinas de construção civil e mineração – 10
Pedreiro – 04
Professor de nível superior na educação infantil – 02
Promotor de vendas (não exige experiência) – 02
Promotor de vendas (não exige experiência) – 02
Repositor de mercadorias (não exige experiência) – 40
Repositor de mercadorias (não exige experiência) – 10
Repositor de mercadorias (não exige experiência) – 04
Retalhador de carne – 30
Retalhador de carne (não exige experiência) – 40
Servente de obras (não exige experiência) – 26
Servente de obras – 04
Técnico automotivo – 01
Vendedor interno – 01

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Receita das cooperativas do agro cresce R$ 49 bilhões

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As cooperativas agropecuárias brasileiras ampliaram a receita em aproximadamente R$ 49 bilhões em 2025, mas encerraram o ano com redução nas sobras destinadas aos associados. O resultado mostra que o crescimento das operações não foi suficiente para compensar o aumento dos custos financeiros, industriais e logísticos enfrentados pelo setor.

Os dados estão no Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026, divulgado na sexta-feira (31.07) pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

A movimentação financeira das cooperativas do agro passou de aproximadamente R$ 438,2 bilhões em 2024 para R$ 487,3 bilhões no ano passado, crescimento de 11,2%.

As sobras fizeram o caminho inverso. O valor caiu de cerca de R$ 30,2 bilhões para R$ 29,2 bilhões, redução de 3,3%. Na prática, o setor movimentou mais dinheiro, mas terminou o exercício com aproximadamente R$ 1 bilhão a menos em resultados.

No cooperativismo, as sobras correspondem ao valor que permanece depois do pagamento dos custos, despesas e obrigações. A assembleia dos associados decide quanto será distribuído aos cooperados e quanto ficará na organização para reforçar o capital, formar reservas ou financiar novos investimentos.

O valor recebido por cada associado costuma ser calculado de acordo com sua movimentação. Podem ser considerados o volume de produção entregue, as compras realizadas e a utilização dos serviços oferecidos pela cooperativa.

A queda das sobras ocorre em um momento de margens apertadas no campo. Juros elevados, custos de armazenagem e transporte, despesas industriais e preços menores para algumas commodities pressionaram os resultados das cooperativas e dos produtores.

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A relação entre as sobras e a movimentação financeira caiu de aproximadamente 6,9% em 2024 para 6% em 2025. O indicador não equivale à margem de lucro de uma empresa convencional, mas ajuda a mostrar que uma parcela maior da receita foi absorvida pelas despesas.

Mesmo com a redução no resultado, o agro manteve ampla liderança dentro do cooperativismo nacional. O segmento respondeu por 57,4% de toda a movimentação financeira das cooperativas brasileiras.

O País encerrou 2025 com 1.254 cooperativas agropecuárias e 1,13 milhão de produtores associados. Essas organizações mantiveram 277,2 mil empregos diretos, quase metade dos postos de trabalho gerados por todo o sistema cooperativista.

A importância para o produtor vai além da comercialização. As cooperativas participam de 53% da produção brasileira de grãos, possuem 25% da capacidade nacional de armazenagem e respondem por 22% da carteira de crédito rural, segundo o anuário.

Essa estrutura permite que produtores negociem insumos em maior escala, armazenem a colheita, industrializem matérias-primas e vendam a produção de forma conjunta. Em regiões com pouca concorrência ou infraestrutura insuficiente, a cooperativa pode ser o principal canal de acesso a crédito, assistência técnica e mercado.

O segmento mantinha 10,7 mil profissionais de assistência técnica e extensão rural em 2025. São agrônomos, veterinários, técnicos agrícolas e outros profissionais que atendem os associados no planejamento das lavouras, na sanidade dos rebanhos e na gestão das propriedades.

Os ativos das cooperativas agropecuárias chegaram a R$ 340,1 bilhões, alta de 10,6%. O valor inclui armazéns, indústrias, máquinas, estoques, créditos e outros bens e direitos controlados pelas organizações.

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O crescimento patrimonial pode ampliar a capacidade de receber, processar e comercializar a produção. Ao mesmo tempo, exige capital para manter as estruturas em funcionamento, especialmente em um período de juros elevados.

No mercado externo, 140 cooperativas venderam aproximadamente R$ 96 bilhões em produtos em 2025. O volume representou 10,3% das vendas internacionais do agronegócio brasileiro.

Café, carnes de aves e suínos, farelo e óleo de soja ficaram entre os principais produtos comercializados. China, Japão, Estados Unidos, Alemanha e Países Baixos foram os maiores destinos.

A participação internacional, porém, está concentrada. Apenas dez cooperativas responderam por 67% do valor vendido ao exterior. O dado mostra que a maior parte das organizações ainda enfrenta dificuldades para alcançar outros países, seja por falta de escala, estrutura logística, certificações ou regularidade na oferta.

Para o produtor, o desempenho de uma cooperativa não deve ser avaliado apenas pelo faturamento. Preço pago pela produção, custo dos insumos, qualidade da assistência técnica, capacidade de armazenagem, nível de endividamento e sobras devolvidas ao associado são indicadores mais próximos do resultado efetivo dentro da propriedade.

Considerando todos os ramos, o cooperativismo brasileiro movimentou R$ 848,4 bilhões em 2025. O sistema reuniu 4.400 cooperativas, 29 milhões de associados e 613,4 mil empregados. O agro permaneceu como o principal responsável pelas receitas e pelos empregos.

Fonte: Pensar Agro

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