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Simpósio debate o papel do Brasil na liderança da produção sustentável de proteína animal

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Os caminhos para que o Brasil alcance a liderança global na produção de proteína animal sustentável serão tema central do simpósio “Brasil: Rumo à liderança global em proteína animal sustentável – Onde estamos e para onde vamos?”, promovido pela startup Produtor do Bem. O evento, que acontecerá em 11 de junho, contará com a participação de especialistas nacionais e internacionais, além de representantes da indústria alimentícia, para discutir bem-estar animal e desafios da produção sustentável. O local escolhido para o encontro é o Auditório da unidade de Biotecnologia do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), no bairro do Bom Retiro, em São Paulo (SP).

Durante o simpósio, palestras e mesas-redondas abordarão temas como o papel do Brasil na produção sustentável de proteína animal, a relevância do bem-estar animal para a agropecuária e oportunidades de avanço no setor. José Rodolfo Ciocca, diretor-executivo da Produtor do Bem, ressalta a importância do evento: “Esta é a segunda edição do simpósio, que busca reunir o setor para debater temas relevantes e atuais no cenário da produção de proteína animal. O objetivo é destacar o papel do Brasil neste contexto e promover discussões que ajudem a encontrar soluções para a sustentabilidade e bem-estar animal”.

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O simpósio terá a participação de importantes nomes do setor, como representantes da Comissão da União Europeia, Global Reporting Initiative (GRI), Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Instituto Akatu e grandes empresas da agroindústria e de pet food. Serão discutidos temas como o bem-estar animal como indicador da sustentabilidade da agricultura brasileira, o valor agregado pelas melhores práticas de manejo e criação e as sinergias necessárias para superar as barreiras à melhoria do setor.

A programação do evento também inclui debates sobre como os esforços conjuntos entre diferentes players da cadeia alimentar podem contribuir para um desenvolvimento mais sustentável do mercado de proteína animal, tanto no Brasil quanto no exterior. Para quem tiver interesse em participar, informações e inscrições para o simpósio estão disponíveis no site da Produtor do Bem, com o link para o evento no Sympla.

O simpósio promete ser um espaço rico para troca de experiências e ideias sobre o futuro da produção de proteína animal no Brasil, explorando caminhos para uma liderança sustentável e que respeite o bem-estar animal.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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