AGRONEGÓCIO

Sicredi anuncia R$ 8 bilhões para Show Rural Coopavel e reforça parceria com produtor rural

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O Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do Brasil e detentora do título de maior rede de atendimento do Paraná, segundo dados do Banco Central (BC) – com 466 agências e presença em mais de 90% do território do estado -, é novamente patrocinador de um dos mais importantes eventos do agronegócio nacional, o Show Rural Coopavel, que começa no dia 5 de fevereiro, em Cascavel (PR).

Para esta edição da feira, que se estende até 9 de fevereiro, o Sicredi disponibiliza R$ 8 bilhões para o financiamento de utilitários, maquinários e tecnologias agrícolas, além de oferecer todo o suporte necessário aos produtores rurais associados. A instituição financeira cooperativa estará com uma equipe formada por mais de 100 colaboradores de diversas regiões do estado.

“O Sicredi tem raízes no campo e, ao longo dos anos, tem oferecido todo o apoio aos produtores rurais associados em diferentes atividades, seja nas pequenas, médias ou grandes propriedades. Sabemos que o agronegócio brasileiro é dinâmico e está sempre se reinventando, inovando. Por isso, o Sicredi segue apoiando o setor voltado para o futuro do campo, proporcionando prosperidade para o produtor rural associado e as comunidades”, destaca o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Farias.

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Na edição 2023 da feira, o Sicredi recebeu 544 propostas de financiamento, totalizando R$ 326 milhões em volume de negócios.

Sicredi: principal agente repassador das linhas do BNDES

O Sicredi foi o principal agente financeiro na concessão de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 2023. A instituição financeira cooperativa liberou aproximadamente R$ 8,2 bilhões com as linhas do BNDES, sendo R$ 5,7 bi destinados para o setor do agronegócio, o que representa um aumento de 37% no volume liberado. Ainda de acordo com o balanço do BNDES, o Sicredi é o principal repassador dos programas Inovagro, Pronaf Investimento e Pronamp Investimento, além de destaque nos programas Moderagro e PCA.

Foco nas pessoas e parceria com agricultura familiar

O Sicredi é reconhecido como o agente financeiro com o maior volume de operações de investimento contratadas no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que oferece atendimento especializado aos pequenos produtores rurais. “Nossa atuação é com foco nas pessoas, no associado e no impacto positivo que geramos nas regiões onde estamos presentes. Por isso, o Sicredi é uma instituição que o associado sabe que pode contar em qualquer momento, seja no Show Rural ou em uma de nossas agências”, finaliza Farias.

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Fonte: Centralpress

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Mercado de suínos perde força em maio diante de maior oferta e demanda interna mais fraca

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O mercado brasileiro de suínos vivos encerrou o mês de maio em cenário de baixa, pressionado principalmente pelo aumento da oferta de animais para abate e pela desaceleração do consumo doméstico. O avanço da disponibilidade reduziu o poder de negociação dos produtores e manteve as cotações fragilizadas ao longo de praticamente todo o período.

De acordo com o analista da Safras & Mercado, Allan Maia, a dinâmica do setor continuou enfraquecida tanto no mercado independente quanto no atacado. Embora alguns cortes tenham apresentado comportamento misto, o ritmo de reposição ao longo da cadeia perdeu intensidade, refletindo o consumo mais moderado das famílias brasileiras.

Segundo o especialista, a indústria frigorífica adotou uma postura mais cautelosa nas compras de animais vivos, diante da menor liquidez no mercado interno e do aumento da oferta disponível para abate.

Margens da suinocultura ficam mais apertadas

Além da pressão sobre os preços do suíno vivo, maio também foi marcado pela preocupação crescente dos produtores com o estreitamento das margens da atividade. O cenário de preços mais baixos para os animais, aliado aos custos de produção ainda elevados, reduziu a rentabilidade da cadeia suinícola.

Mesmo diante desse ambiente mais desafiador, as exportações continuaram exercendo papel fundamental para limitar perdas mais intensas no mercado doméstico.

“As exportações permaneceram como principal fator de sustentação do mercado, ajudando a absorver parte da oferta interna”, destacou Allan Maia.

Apesar de uma leve desaceleração no ritmo médio diário dos embarques durante maio, o fluxo externo continuou relevante para equilibrar a disponibilidade de carne suína no país.

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Expectativa para junho é de recuperação gradual da demanda

Para junho, a perspectiva é de um ambiente um pouco mais favorável ao setor. A entrada de salários na economia tende a estimular o consumo de proteínas, enquanto a recente queda nos preços da carne suína aumenta a competitividade do produto frente às demais proteínas animais.

Outro fator que pode favorecer o mercado é a valorização da carne bovina e da carne de frango, cenário que tende a direcionar parte do consumo para a proteína suína no varejo.

A expectativa do setor é de recuperação gradual da demanda doméstica ao longo das próximas semanas, especialmente no atacado.

Preços do suíno recuam em diversos estados

Levantamento da Safras & Mercado apontou queda na média nacional do quilo do suíno vivo, que passou de R$ 5,46 para R$ 5,38 na semana.

No atacado, a média dos cortes de carcaça recuou de R$ 9,00 para R$ 8,96 por quilo, enquanto o preço médio do pernil caiu de R$ 11,43 para R$ 11,40.

Em São Paulo, a arroba suína recuou de R$ 103,00 para R$ 102,00.

No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração caiu de R$ 5,90 para R$ 5,70, enquanto no mercado do interior passou de R$ 5,30 para R$ 5,20.

Em Santa Catarina, o preço na integração recuou de R$ 5,90 para R$ 5,70. Já no interior catarinense, o valor permaneceu em R$ 5,05.

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No Paraná, o mercado livre registrou queda de R$ 5,10 para R$ 5,00 por quilo vivo. Na integração, a cotação caiu de R$ 5,90 para R$ 5,75.

No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande permaneceu em R$ 5,15, enquanto na integração houve recuo de R$ 5,80 para R$ 5,65.

Em Goiânia, os preços avançaram de R$ 5,15 para R$ 5,35.

No interior de Minas Gerais, o quilo vivo caiu de R$ 5,70 para R$ 5,60. Já no mercado independente, os preços seguiram em R$ 5,80.

Em Mato Grosso, a cotação em Rondonópolis permaneceu em R$ 5,50, enquanto na integração estadual houve queda de R$ 5,95 para R$ 5,70.

Exportações de carne suína seguem sustentando o setor

As exportações brasileiras de carne suína in natura movimentaram US$ 191,943 milhões em maio, considerando 15 dias úteis, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A média diária exportada ficou em US$ 12,796 milhões. O volume total embarcado atingiu 77,427 mil toneladas, com média diária de 5,161 mil toneladas.

O preço médio da tonelada exportada foi de US$ 2.479.

Na comparação com maio de 2025, houve queda de 2,1% no valor médio diário exportado. Por outro lado, o volume médio diário embarcado cresceu 2,3%, enquanto o preço médio da tonelada registrou recuo de 4,3%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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