AGRONEGÓCIO

Show Rural de Colíder segue até domingo e deve movimentar R$ 200 milhões

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Teve início nessa quarta-feira (07.05) a 2ª edição do Show Rural de Colíder (630 km de Cuiabá), um dos maiores eventos do agronegócio do Norte de Mato Grosso. A feira, que segue até 10 de junho, no Parque de Exposição do Sindicato Rural de Colíder, tem a expectativa de atrair cerca de 3 mil visitantes e gerar mais de 200 milhões em negócios.

A feira oferece uma estrutura pavimentada, com sombreamento natural e uma área de estacionamento com capacidade para 2 mil carros. A diretoria se preocupou também em adicionar um restaurante completo e banheiros, espalhados nos espaços físicos, nos estandes e coletivos no início e no final do evento. O objetivo é fomentar conhecimento de novas tecnologias, técnicas de produção e soluções para os desafios encontrados nas propriedades rurais.

“O produtor vai conseguir passar o dia inteiro na feira. Nós teremos fornecedores dentro do parque para atender as necessidades dos nossos visitantes. Além é claro, teremos a presença de equipes do Sindicato Rural, tudo para garantir a comodidade dos produtores e expositores”, explicou o presidente do Sindicato Rural de Colíder, Luiz Carlos Móia.

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O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT) estará presente de 07 a 09 de junho com atendimento ao público durante o evento.

Além do atendimento presencial o Crea também terá os serviços on-line como de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) e consulta de processos podem ser feitos pelo site www.crea-mt.org.br ou pelo telefone 0800-647-3030.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Guerra Irã-EUA eleva preços de fertilizantes e já pressiona custos da safra 2026/2027

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A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã já provoca impacto direto sobre os custos do agro. Os preços da ureia subiram entre 33% e 48% nas últimas semanas, enquanto a amônia anidra avançou cerca de 39%, em um movimento puxado pela alta do gás natural e pelas restrições logísticas no Estreito de Ormuz, rota estratégica para exportação de insumos.

O Brasil, que importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), sente o reflexo imediato. Parte relevante da ureia utilizada no País vem do Oriente Médio, o que amplia a exposição ao conflito e eleva o risco de novos aumentos no curto prazo.

O impacto ocorre justamente no momento de planejamento da safra 2026/27. Com custos mais altos, produtores começam a rever estratégias, postergar compras e buscar alternativas para reduzir o peso dos insumos no orçamento, especialmente em culturas como soja e milho, mais intensivas em fertilização.

Além da matéria-prima, o frete também entrou na equação. A tensão na região elevou o preço do petróleo e aumentou o custo do transporte marítimo, pressionando ainda mais o preço final dos fertilizantes no Brasil.

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Diante desse cenário, o governo federal discute medidas para amortecer o impacto. Entre as alternativas está a criação de um mecanismo de subvenção para fertilizantes dentro do Plano Safra 2026/27, com uso de crédito subsidiado para reduzir o custo ao produtor.

Outra frente envolve ações estruturais. O governo pretende ampliar a produção nacional por meio do Plano Nacional de Fertilizantes e de linhas de financiamento via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na tentativa de reduzir a dependência externa, considerada um dos principais gargalos do setor.

Do lado produtivo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) tem pressionado por medidas emergenciais, como a redução de custos logísticos e tributários, incluindo pedidos de isenção do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), taxa cobrada sobre o transporte marítimo, que encarece a importação de fertilizantes.

Na prática, a combinação de alta dos insumos, frete mais caro e incerteza geopolítica cria um ambiente de maior risco para o produtor. A definição dos custos da próxima safra deve ocorrer sob volatilidade elevada, com impacto direto sobre margem e decisão de plantio.

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Fonte: Pensar Agro

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