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Servidoras da Ordem Pública participam de palestra sobre saúde emocional no Outubro Rosa

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As servidoras da Secretaria de Ordem Pública (Sorp) participaram de uma palestra com o tema “Mulher: para além da saúde física. Seja sua melhor versão!”, ministrada pela terapeuta cristã Francismary Amorim, que também é servidora da Pasta. a agenda foi realizada na última sexta-feira (3).

Segundo a secretária de Ordem Pública, Juliana Palhares, o encontro que integrou a programação do Outubro Rosa incentiva a valorização da saúde física e emocional das mulheres. Para ela, o momento de reflexão é fundamental para despertar a importância de cuidar da mente e do corpo

“Queremos que as servidoras também se dediquem a cuidar de sua saúde. É preciso reservar tempo para uma consulta médica, para exames de rotina, essenciais para detectar precocemente alterações que podem evoluir para um câncer. Esses cuidados aumentam as chances de tratamento e de cura. Temos que cuidar umas das outras”, destacou Juliana.

A secretária-adjunta do Procon, Mariana Borges, também participou ao lado de outras 80 mulheres da ação, que contou com a entrega de informativos sobre prevenção, lembrancinhas de espelhinhos de autorreflexão, além de lacinhos alusivos ao Outubro Rosa.

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Durante a palestra, Francismary destacou aspectos da saúde emocional no contexto de valorização da vida, apresentando reflexões sobre como uma existência com propósito contribui para a estabilidade emocional, a capacidade de lidar com sentimentos e a resiliência diante dos desafios. Ela também trouxe elementos da logoterapia, abordagem que auxilia no encontro de sentido e motivação, e explicou sobre os diferentes temperamentos sanguíneo, colérico, melancólico e fleumático como ferramentas para o autoconhecimento e fortalecimento pessoal.

#PraCegoVer

A imagem que ilustra a matéria mostra as participantes da palestra realizada no auditório da Secretaria.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preços do trigo sobem no Brasil com oferta restrita e ajuste no mercado em abril

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O mercado brasileiro de trigo encerrou abril com valorização nas principais regiões produtoras, sustentado pela oferta restrita, firmeza dos vendedores e necessidade de recomposição de estoques por parte dos moinhos. O movimento reflete um ajuste no mercado interno, especialmente diante da menor disponibilidade no Sul e da crescente exigência por qualidade do grão.

Mercado interno: escassez e qualidade sustentam preços

A baixa oferta disponível nas regiões produtoras foi determinante para a sustentação das cotações ao longo do mês. A comercialização mais seletiva, com foco em lotes de melhor qualidade, também contribuiu para o cenário de valorização.

No Paraná, a média FOB interior avançou 3% em abril, alcançando R$ 1.407 por tonelada. Já no Rio Grande do Sul, o movimento foi mais expressivo, com alta de 8%, elevando a referência para R$ 1.295 por tonelada.

O comportamento reforça um mercado mais ajustado, com menor volume disponível e maior rigor na negociação, principalmente em relação ao padrão do produto.

Acumulado de 2026 mostra recuperação relevante

No primeiro quadrimestre de 2026, a alta acumulada dos preços é significativa, indicando uma mudança importante na dinâmica do mercado desde o início do ano:

  • Paraná: +20%
  • Rio Grande do Sul: +25%
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Apesar da recuperação no curto prazo, na comparação anual as cotações ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período do ano anterior, com recuos de 9% no Paraná e 10% no Rio Grande do Sul.

Esse cenário evidencia que o mercado doméstico reage aos fundamentos internos, mas ainda enfrenta limitações impostas pelo ambiente externo.

Mercado externo: referência argentina e incertezas de qualidade

A Argentina segue como principal referência para a formação de preços do trigo no Brasil. Em abril, as indicações nominais para o produto com teor de proteína acima de 11,5% permaneceram estáveis, ao redor de US$ 240 por tonelada.

No entanto, o cenário internacional aponta para possíveis ajustes. O trigo hard norte-americano registrou valorização de 7,8% no mês e acumula alta de 27% em 2026, sinalizando pressão altista global.

Além disso, persistem incertezas quanto ao padrão de qualidade do trigo argentino disponível para exportação, o que pode influenciar diretamente a competitividade e os preços no mercado regional.

Câmbio limita repasse da alta internacional

Apesar do viés altista nos fundamentos domésticos e da pressão externa, o câmbio tem atuado como principal fator de contenção para os preços no Brasil.

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A valorização do real frente ao dólar reduz a paridade de importação, limitando o repasse das altas internacionais para o mercado interno. Com isso, mesmo diante de um cenário global mais firme, os avanços nas cotações domésticas ocorrem de forma mais moderada.

Tendência: mercado segue sensível à oferta e ao câmbio

A perspectiva para o curto prazo é de manutenção de um mercado ajustado, com preços sustentados pela oferta restrita e pela demanda pontual dos moinhos.

No entanto, a evolução do câmbio e o comportamento das cotações internacionais seguirão sendo determinantes para a intensidade dos movimentos no Brasil, especialmente em um cenário de integração crescente com o mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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