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Semob realiza Leilão Online de veículos apreendidos no dia 18 de dezembro

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), realizará, no dia 18 de dezembro, um leilão para a venda de veículos apreendidos, removidos ou recolhidos há mais de sessenta (60) dias e não retirados pelos seus proprietários.

A licitação será na modalidade de leilão, tipo maior lance por lote, exclusivamente online, através do site https://eblonline.com.br, a partir das 9h. A Empresa Brasileira de Leilões é responsável pela plataforma digital, cabendo a ela apenas as obrigações relativas à realização do leilão online e presencial.

O cadastro prévio do usuário é requisito fundamental para participar de forma eletrônica. O cadastro deve ser feito com, no mínimo, 48 horas de antecedência ao início do pregão, para análise dos dados e confirmação da participação. O arrematante que realizar a compra online receberá, no e-mail cadastrado, o boleto referente ao valor da arrematação e taxas aplicáveis.

Interessados poderão realizar uma vistoria prévia nos dias 12, 13 e 17 de dezembro de 2024, das 9h às 12h e das 14h às 16h, no pátio da Translog/Semob-MT, situado na Avenida Beira Rio, S/N, Lote A01, bairro Jardim Bela Marina, em Cuiabá.

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Os lotes disponíveis são aqueles que não foram vendidos em leilões anteriores, dos anos de 2023 e 2024, sendo incluídos como remanescentes neste leilão, de acordo com as condições previstas nos parágrafos 2º e 3º do Art. 328 do Código de Trânsito Brasileiro.

Os lotes a serem leiloados estão classificados nas seguintes categorias:

Veículos Conservados: Podem voltar a circular, desde que o arrematante tome as providências exigidas pelo Código de Trânsito Brasileiro (Lei Federal nº 9.503/1997) e pelas resoluções especificadas no edital.

Sucatas Aproveitáveis: Veículos cujas peças podem ser reaproveitadas em outros veículos, sendo necessário inutilizar as placas e o chassi que contenham o Número de Identificação do Veículo (VIN).

Sucatas Aproveitáveis com Motor Inservível: Veículos cujas peças podem ser reutilizadas, exceto o motor, que deve ter sua numeração inutilizada, assim como placas e chassi com o registro VIN.

Sucatas Inservíveis: Veículos transformados em fardos metálicos por processo de prensagem ou trituração, não sendo necessária a inutilização de placas e numeração do chassi se a prensagem for realizada sob supervisão do órgão responsável.

Os lotes classificados como “Sucatas Aproveitáveis” e “Sucatas Aproveitáveis com Motor Inservível” só poderão ser arrematados por empresas do setor de comércio de peças usadas, conforme a Lei nº 12.977, de 20 de maio de 2014, e normativos do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), respeitando as condições de habilitação previstas no edital.

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Os lotes classificados como “Sucatas Inservíveis” só poderão ser adquiridos por empresas regulares do ramo de siderurgia e/ou fundição, de acordo com a Resolução CONTRAN 623/2016 e com os critérios de habilitação do edital.

Já os lotes classificados como “Veículos Conservados” podem ser adquiridos por qualquer pessoa física ou jurídica que atenda às condições estabelecidas no edital.

É permitida apenas a avaliação visual dos lotes nos locais de exposição, sendo proibidos procedimentos como manuseio, experimentação e retirada de peças. As fotos divulgadas no site www.eblonline.com.br são meramente ilustrativas e não servem como referência para o estado real dos bens.

O edital de Leilão pode ser alterado até a data do pregão, e os interessados devem acompanhar possíveis atualizações nos sites mencionados.

Para visualizar o edital na íntegra, clique no anexo.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

IGP-DI dispara em abril com pressão do petróleo e inflação se espalha pela economia, aponta FGV

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A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) acelerou fortemente em abril e registrou alta de 2,41%, segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE). Em março, o indicador havia avançado 1,14%.

Com o novo resultado, o IGP-DI acumula alta de 2,92% no ano e avanço de 0,78% nos últimos 12 meses. Em abril de 2025, o índice havia subido apenas 0,30%, acumulando elevação de 8,11% em 12 meses.

De acordo com a FGV, o principal fator de pressão inflacionária foi a escalada dos preços do petróleo no mercado internacional, que passou a impactar de maneira mais ampla diferentes setores da economia brasileira.

Petróleo pressiona indústria, logística e construção civil

Segundo o economista Matheus Dias, do FGV IBRE, o choque nos preços dos combustíveis deixou de afetar apenas os derivados de petróleo e passou a contaminar toda a cadeia produtiva.

“O aumento do preço do petróleo no mercado internacional começou a contaminar de forma mais ampla a estrutura dos índices de preços em abril. O choque deixou de atingir apenas combustíveis e passou a pressionar insumos industriais, custos logísticos, materiais de construção e parte da cadeia de alimentos”, destacou o economista.

A avaliação do mercado é de que a inflação pode ganhar caráter mais disseminado e persistente nos próximos meses, elevando a preocupação sobre custos de produção, transporte e consumo.

IPA acelera e mostra pressão forte no atacado

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que representa o atacado e possui maior peso dentro do IGP-DI, avançou 3,09% em abril, acima da taxa de 1,38% registrada em março.

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Entre os estágios de processamento, os destaques foram:

  • Bens Finais
  • Alta de 0,79% em abril
  • Em março, a variação havia sido de 1,04%

Já o índice de Bens Finais “ex”, que exclui alimentos in natura e combustíveis para consumo, acelerou de 0,21% para 0,86%.

Bens Intermediários

O grupo registrou forte aceleração:

  • Março: 0,69%
  • Abril: 3,27%

O indicador de Bens Intermediários “ex”, sem combustíveis e lubrificantes para produção, passou de 0,65% para 2,78%.

Matérias-Primas Brutas

As matérias-primas apresentaram uma das maiores pressões inflacionárias:

  • Março: 2,11%
  • Abril: 4,57%

O resultado reforça o aumento dos custos ao longo da cadeia produtiva, especialmente em setores ligados ao agronegócio, indústria e construção civil.

Inflação ao consumidor também ganha força

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,88% em abril, acelerando frente à alta de 0,67% observada em março.

Entre as oito classes de despesas analisadas, três grupos apresentaram avanço relevante:

  • Saúde e Cuidados Pessoais: de 0,05% para 1,33%
  • Educação, Leitura e Recreação: de -0,97% para 0,32%
  • Habitação: de 0,36% para 0,46%

Por outro lado, cinco grupos registraram desaceleração:

  • Despesas Diversas: de 1,70% para 0,10%
  • Vestuário: de 0,48% para 0,02%
  • Alimentação: de 1,31% para 1,19%
  • Comunicação: de 0,10% para 0,00%
  • Transportes: de 1,51% para 1,47%
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Mesmo com desaceleração em alguns segmentos, o índice segue mostrando inflação disseminada no consumo das famílias.

Núcleo da inflação indica persistência dos preços

O Núcleo do IPC, considerado um dos principais termômetros da inflação estrutural, avançou 0,42% em abril, acima dos 0,37% registrados em março.

O Índice de Difusão — indicador que mede a proporção de itens com aumento de preços — ficou em 64,19%, ligeiramente abaixo dos 65,48% registrados no mês anterior.

Na prática, isso significa que mais da metade dos produtos e serviços pesquisados continua registrando alta de preços, reforçando a percepção de inflação espalhada pela economia.

Impactos no agronegócio preocupam produtores

Para o agronegócio, o avanço do IGP-DI acende alerta sobre aumento nos custos de produção, especialmente em:

  • fertilizantes;
  • combustíveis;
  • defensivos;
  • fretes;
  • energia;
  • materiais de construção rural;
  • e insumos industriais.

A pressão sobre combustíveis e logística pode afetar diretamente margens do produtor rural, principalmente em cadeias dependentes de transporte de longa distância, como soja, milho, carnes e café.

Além disso, a alta das matérias-primas e dos bens intermediários tende a elevar os custos industriais ligados ao processamento de alimentos e à agroindústria nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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