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Semob orienta sobre cartão de identificação em vagas de PCDs e idosos

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A Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) iniciou uma campanha educativa para coibir motoristas a estacionarem em vagas destinadas a PCDs (Pessoas com Deficiência) e idosos no Centro de Cuiabá.

Pela manhã da última sexta-feira (4), agentes de trânsito circularam na Praça Alencastro para verificar se veículos estacionados nas vagas de PCDs e idosos exibiam o cartão de identificação. Ao verificar que o motorista não deixou a identificação, os agentes deixaram o formulário anexado ao limpador de para-brisas.

“Estamos orientando esses motoristas para deixar claro que as vagas para idosos e PCDs deverão ser respeitadas. É necessário o cadastro na Secretaria de Mobilidade Urbana, a quem cabe a responsabilidade pela emissão do cartão de identificação”, explica o agente de trânsito Marcus Garé, atuante no setor de educação da Semob (Secretaria de Mobilidade Urbana).

Nas próximas semanas, os agentes de trânsito atuarão em outros pontos de Cuiabá para orientar motoristas a respeito das vagas em estacionamentos.

Estacionar em vagas reservadas sem credencial é infração gravíssima nos termos do Código de Trânsito Brasileiro. A infração pode resultar em pena de multa, além de 7 pontos na CNH e remoção do veículo. As vagas para PCDs e Idosos são garantidas pela legislação especial, por meio da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015) e o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003).

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A foto mostra um veículo prata, com um recado da Semob no para-brisas, orientando sobre vagas exclusivas. Ao fundo há agentes da Semob.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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