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Sementes Oilema Inicia Entrega de 1,4 Milhão de Sacas da Safra 2024/2025

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A Sementes Oilema começou a expedição das sementes de soja da safra 2023/2024, destinadas ao plantio da safra 2024/2025, com previsão de início para outubro. Até o momento, a empresa entregou aproximadamente 25% do total estimado, que soma 1,4 milhão de sacas. O objetivo é completar a entrega até meados de novembro, assegurando que os produtores recebam as sementes no período ideal para o plantio.

Lucio Bertoli, COO da Oilema, destacou que a safra 2023/2024 foi marcada por desafios climáticos, com alternâncias entre seca e chuva impactando o desenvolvimento das sementes. “Algumas variedades tardias foram particularmente afetadas pela falta de chuva na fase final da colheita”, explicou Bertoli.

Além de assegurar a qualidade e o volume das sementes, a Oilema tem investido em eficiência logística para acelerar a expedição. “Nos próximos 45 dias, estaremos operando com a capacidade máxima de expedição diária para garantir que os produtores recebam as sementes no prazo necessário”, detalha o executivo.

Paulo Levinski, CSO da empresa, informa que a comercialização das sementes teve início em dezembro de 2023 e está praticamente concluída. “Ainda pode haver uma margem de 5% a 7% de demanda no mercado, principalmente devido a problemas pontuais de qualidade que foram reportados”, observa Levinski. “Caso os sojicultores precisem de sementes, temos o produto disponível”, assegura.

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Antes da expedição, as sementes passam por rigorosos processos de controle e beneficiamento, que incluem colheita, seleção, secagem e armazenamento em câmaras frias. A qualidade é monitorada continuamente com testes mensais para garantir que as sementes atendam aos padrões elevados. “Mesmo após a entrega, continuamos o monitoramento para identificar eventuais problemas e fornecer novos resultados aos produtores rapidamente”, conclui Bertoli.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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