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Semeato lança plantadeira articulada com rodado de transporte na Agrishow 2024

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Na Agrishow 2024, que ocorre entre 29 de abril e 3 de maio em Ribeirão Preto, São Paulo, a Semeato, uma das empresas pioneiras no desenvolvimento de equipamentos para o Sistema de Plantio Direto (SPD) no Brasil, está lançando uma série de novidades. O destaque é a plantadeira articulada Sol Quarantatre, que incorpora rodado de transporte e um reservatório central para aumentar a capacidade de sementes, permitindo maior autonomia no plantio. Disponível em nove modelos, essa máquina é capaz de semear grãos com precisão mesmo em terrenos com desníveis, trabalhando com 10 a 19 linhas e espaçamento de 45 cm.

O design inovador do chassi, com uma articulação que pode chegar a 30°, permite que a plantadeira mantenha pressão e profundidade durante a semeadura, independentemente do relevo do terreno. Essa flexibilidade torna a Sol Quarantatre uma escolha ideal para produtores rurais que enfrentam condições diversas durante o plantio.

Outro lançamento da Semeato na Agrishow é a linha Sol HD FFI (Heavy Duty FastFill), que oferece maior autonomia e precisão para a semeadura direta de grãos graúdos. Com uma caixa central de sementes de grande capacidade, essas plantadeiras proporcionam alto rendimento diário, reduzindo a necessidade de paradas para reabastecimento. Além disso, a distância entre os sistemas de adubo e sementes é menor, minimizando o efeito de desalinhamento, e a máquina não requer lubrificação nas linhas de adubo e sementes, simplificando a manutenção.

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A Semeato também exibirá outras tecnologias inovadoras, como o Smartflow®, um sistema de roscas dosadoras de alto desempenho que mantém a continuidade do fluxo de fertilizantes mesmo em terrenos com relevo irregular. Além disso, o Semedrive®️, um sistema de transmissão autocompensadora, proporciona uma distância homogênea entre as sementes distribuídas, garantindo consistência no plantio. Esse sistema utiliza eixos de transmissão rígidos que se articulam entre si por meio de caixas de transmissão, garantindo segurança e durabilidade, ao mesmo tempo em que dispensa lubrificações periódicas.

Outro diferencial da Semeato é a possibilidade de personalizar a máquina agrícola conforme as necessidades específicas de cada propriedade. Os agricultores podem montar sua plantadeira escolhendo entre diferentes modelos, números de linhas, espaçamentos e transmissões, além de outros opcionais. Essa flexibilidade permite que os produtores adaptem a máquina ao seu sistema de produção, aumentando a eficiência e a produtividade.

A Agrishow 2024 é uma excelente oportunidade para conhecer essas inovações da Semeato e entender como a tecnologia está transformando a agricultura brasileira, tornando-a mais produtiva e sustentável.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

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No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

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A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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