AGRONEGÓCIO

Seis merendeiras de Cuiabá disputam melhor prato e prêmio de R$ 8 mil

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Seis técnicas em nutrição escolar (merendeiras) de Cuiabá se classificaram para a final da 1ª edição do Chef Cuiabano, programa desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação (SME) que vai premiar em até R$ 8 mil o melhor prato da merenda escolar produzido a partir dos ingredientes disponibilizados para elaboração diária dos pratos da merenda escolar.

A escolha do melhor prato ocorrerá no dia 24 de outubro, em um evento que será realizado no Senac (Centro de Educação Profissional de Cuiabá). A equipe de jurados, que vai escolher o melhor prato, será formada pela primeira-dama Samantha Iris, o secretário de Estado de Educação, Allan Porto, a influencer Débora Padilha e a chefe de cozinha Pricila Manzano.

Pelas regras do edital, apenas as 6 receitas mais votadas na etapa de voto popular são classificadas para a grande final. O cheiro, sabor, criatividade e harmonia na elaboração dos pratos, serão levados em consideração para a escolha da melhor receita.

A coordenadora da Alimentação Escolar, Dryeli Stephani, destacou a participação coletiva para a escolha dos finalistas: “Para a semifinal, contamos com toda a comunidade escolar: pais, professores, familiares, todos puderam votar nas receitas que mais lhe agradaram.”.

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As classificadas, com suas respectivas produções de pratos e lotações nas escolas, são as seguintes:

Ivanilda Soares dos Santos – CEIC José Gabriel da Costa

Prato: Ragu Cuiabano com Crispy de Couve

Regiane Marques Nogueira Melo – CEIC Edna Catharina Perri Ricci

Prato: Arrumadinho Digoreste

Ilza Lima de arruda – EMEB Juarez Sodré Farias

Prato: Strogonoff na Abobrinha Verde

Rosinha Soares de Lima Oliveira – EMEB Antonio Ferreira Valentim

Prato: Quibebe de Carne Suína com Mandioca

Rosenei Cláudia Leite – EMEB Dep. Ulisses Silveira Guimarães

Prato: Filé do Rio com Banana

Rosângela Justino de Souza Toguti – EMEB Pe. Raimundo Pombo Moreira da Cruz. Nome da TNE

Prato: Strogonoff Solar

#PraCegoVer

A foto ilustra um prato com porção de comida. É possível visualizar uma quantia de arroz, carne e abóbora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

El Niño em 2026 deve aumentar pressão de pragas e reforça uso de controle biológico no agronegócio

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O possível retorno do fenômeno El Niño em 2026 já acende alerta no agronegócio brasileiro. O evento climático tende a intensificar a instabilidade das safras, alterando regimes de chuva e temperatura e, consequentemente, elevando a pressão de pragas e doenças nas principais regiões produtoras do país.

Projeções meteorológicas indicam alta probabilidade de formação do fenômeno a partir do segundo semestre de 2026, com impactos distintos entre as regiões produtoras: excesso de chuvas no Sul, estiagens no Norte e Nordeste e variações térmicas no Centro-Oeste e Sudeste.

Condições climáticas favorecem aumento da pressão de pragas agrícolas

Segundo especialistas, o cenário típico do El Niño cria condições favoráveis à rápida multiplicação de insetos-praga, especialmente em sistemas de produção mais intensivos.

De acordo com a doutora em Entomologia pela ESALQ/USP e CEO da Life Biological Control, Cristiane Tibola, o aumento de temperatura e o estresse hídrico aceleram o ciclo biológico de pragas importantes no campo.

Entre os principais riscos estão o avanço da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) e da lagarta Spodoptera frugiperda, além do aumento da pressão de outras espécies em diferentes culturas.

Soja e milho devem enfrentar maior risco de pragas no cenário de El Niño

Na cultura da soja, especialistas apontam maior incidência de lagartas desfolhadoras, como falsa-medideira e Helicoverpa, além de mosca-branca e percevejos.

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Em anos de El Niño, o ambiente mais quente e úmido favorece o crescimento populacional desses insetos, ampliando o potencial de danos econômicos e elevando os custos de manejo fitossanitário.

No milho, a combinação entre estresse climático e instabilidade hídrica também tende a intensificar a pressão de pragas-chave, exigindo maior atenção do produtor rural.

Controle biológico ganha protagonismo no Manejo Integrado de Pragas

Diante do cenário de maior risco fitossanitário, o Manejo Integrado de Pragas (MIP) com base em soluções biológicas ganha força como estratégia central nas lavouras brasileiras.

O uso de bioinsumos permite maior seletividade no controle de pragas, preservação de inimigos naturais e redução da dependência de inseticidas químicos, contribuindo para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Macrobiológicos e baculovírus ampliam eficiência no controle de pragas

Entre as tecnologias biológicas disponíveis, o uso de macrobiológicos tem se destacado no controle de percevejos, especialmente em lavouras de soja.

Soluções como o Defender Soy, desenvolvido com a microvespa Telenomus podisi, atuam no controle de ovos do percevejo-marrom (Euschistus heros), interrompendo o ciclo da praga antes que ela atinja o estágio de maior dano econômico.

No controle de lagartas, bioinseticidas à base de baculovírus vêm ganhando espaço, especialmente em áreas com resistência a inseticidas convencionais. Produtos da linha Destroyer são utilizados no manejo de espécies como Spodoptera frugiperda, falsa-medideira e Helicoverpa.

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Soluções integradas ampliam eficiência operacional no campo

Tecnologias combinadas, como Defender Duo e Defender Triple, permitem o controle simultâneo de diferentes pragas, ampliando o espectro de ação e otimizando operações de manejo.

Esse tipo de estratégia contribui para maior eficiência operacional, redução de aplicações químicas e melhor aproveitamento das áreas produtivas.

Crescimento dos bioinsumos reforça mudança no modelo produtivo

A Life Biological Control destaca que atualmente detém o maior portfólio de produtos à base de baculovírus no mercado brasileiro, acompanhando a expansão do uso de bioinsumos no país.

Com sede em Piracicaba (SP), a empresa registrou crescimento superior a 200% nas vendas nos últimos 12 meses, impulsionado pela adoção crescente de tecnologias biológicas e pelo avanço do Manejo Integrado de Pragas.

Sustentabilidade e resiliência ganham peso na estratégia do produtor

Em um cenário de maior instabilidade climática, especialistas apontam que o controle biológico deve deixar de ser apenas uma alternativa complementar para se tornar parte central da estratégia de manejo nas propriedades rurais.

A tendência é que sistemas produtivos mais resilientes, baseados em tecnologia, monitoramento e bioinsumos, ganhem protagonismo na busca por eficiência produtiva e sustentabilidade no agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio pragas_agro

Fonte: Portal do Agronegócio

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