AGRONEGÓCIO

Seguro Agrícola: Proteção Essencial Contra o Granizo e Outras Adversidades Climáticas

Publicado em

O seguro agrícola é uma ferramenta essencial para os produtores rurais que enfrentam riscos climáticos, como o granizo. De acordo com Ivan Borges de Liz, Diretor do Borges de Liz & Advogados Associados, este fenômeno imprevisível pode gerar perdas substanciais na produção, tornando a cobertura adequada um investimento crucial para a proteção do trabalho e do capital do produtor.

“O granizo é um evento climático imprevisível, mas com potencial devastador para a produção rural. Para minimizar esse risco, o seguro agrícola surge como uma solução eficaz para resguardar o trabalho e o investimento do produtor”, afirma Borges de Liz.

Ao contratar um seguro agrícola, é fundamental garantir que as cláusulas da apólice contemplem a cobertura contra granizo, proporcionando proteção em casos de eventos climáticos extremos. Ivan também ressalta a importância de notificar a seguradora imediatamente após um sinistro e registrar todos os detalhes do ocorrido para facilitar o processo de indenização.

Medidas preventivas e planejamento para proteger a produção

Além da contratação de um seguro adequado, os produtores devem investir em estratégias preventivas, como o uso de variedades de culturas mais resistentes e a implementação de métodos de proteção contra fenômenos climáticos. A consulta com um advogado especializado em seguros rurais é recomendada para evitar contratempos no momento de uma eventual necessidade de acionamento do seguro.

Leia Também:  Desafios Logísticos: Mato Grosso Enfrenta Déficit de Armazenagem Superior a 50%

O planejamento adequado e a escolha de uma apólice de seguro bem estruturada são fundamentais para garantir que o produtor esteja preparado para lidar com adversidades naturais. “A proteção da sua produção começa com o planejamento e a escolha do seguro certo. Não permita que imprevistos comprometam sua safra. Consulte um especialista em seguros agrícolas e assegure-se de estar preparado para qualquer eventualidade”, conclui Ivan Borges de Liz.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

Published

on

O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

Leia Também:  Tarifaço: CNA alerta para as ameaças aos produtos do agronegócio brasileiro

A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

Leia Também:  Soja brasileira será testada na Coreia do Sul para produção de alimentos

Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA