AGRONEGÓCIO

Seedz impulsiona estratégia de expansão do programa de Fidelidade ao fortalecer colaboração com Mosaic Fertilizantes e John Deere

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A Seedz, agtech brasileira que se destaca por conectar toda a cadeia do agronegócio por meio de tecnologia, dados e inteligência, anuncia uma nova fase de sua parceria com duas das maiores marcas do setor: Mosaic Fertilizantes, uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio combinados, e John Deere, empresa global de tecnologia fornecedora de software e equipamentos para os setores agrícola, de construção e florestal. A iniciativa visa fortalecer a estratégia de Coalizão da Seedz, proporcionando aos produtores rurais a oportunidade de acumular e resgatar moedas seedz através do programa de fidelidade, resultando em maior poder de compra e acesso a benefícios exclusivos.

A parceria resulta em uma campanha inovadora que amplia o alcance do programa de fidelidade existente da Seedz. Essa abordagem estratégica promove a Coalizão, destacando seu papel fundamental na criação de valor para toda a cadeia do agronegócio. Através do programa Fidelidade da Seedz, as indústrias estabelecem conexões sólidas com os produtores, gerando valor de maneira colaborativa.

Focada nesse primeiro momento na região do Mato Grosso, a campanha colaborativa teve seu início no fim de 2023 e promete expandir e entregar muitos benefícios para o produtor rural. A Coalizão liderada pela Seedz busca potencializar a interação dos produtores com as oportunidades de mercado, permitindo que aqueles que participam de um dos dois programas acumulem mais moedas seedz ao realizar compras de produtos participantes e as resgatem de maneiras diversas.

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“O cliente já entende que comprar de empresas com programas de fidelidade traz vantagens e rentabilidade para o negócio. No agro, fidelizar o relacionamento do agricultor com a indústria, fortalece os canais de venda e demonstra a nossa preocupação em desenvolver um compromisso duradouro com o desenvolvimento e o sucesso do setor como um todo”, comenta Matheus Ganem, CEO da Seedz.

Para participar, os produtores precisam apenas adquirir produtos ou serviços diretamente da Mosaic Fertilizantes, John Deere ou de outros parceiros da Coalizão, acumulando automaticamente moedas seedz em sua carteira. Essas moedas podem ser resgatadas no marketplace dos parceiros, utilizadas para compra de novos produtos participantes, pagamento de boletos, ou trocadas por benefícios como viagens, entrada no carro dos sonhos e investimentos necessários na fazenda. Não é necessário cadastrar notas fiscais, simplificando ainda mais a participação nos programas.

A iniciativa com as empresas representa um avanço significativo no cenário do agronegócio e destaca o compromisso da Seedz em proporcionar tecnologia, usabilidade e experiência aos produtores rurais. Os programas de fidelidade, são acessíveis através dos links, John Deere Fidelidade e NutriVantagens.

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“A nossa parceria com duas empresas gigantes representa um marco significativo para o cenário do agronegócio. Esta união estratégica não apenas reflete uma abordagem inovadora de negócios, mas também traz uma série de benefícios que impactam positivamente os produtores rurais. Estamos entregando tecnologia, usabilidade e experiência ao agricultor, que podem se beneficiar com produtos, serviços e oportunidades exclusivas para maximizar a sua produção”, completa Matheus.

Fonte: pina-uns

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

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Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

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Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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