AGRONEGÓCIO

Secretário Portocarrero é presenteado com livro de arquiteto que já foi seu estagiário

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O secretário municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, José Afonso Botura Portocarrero, recebeu a visita do arquiteto Alan Oliveira, em um encontro na sexta-feira (09), que foi marcado por boas memórias, reconhecimento profissional e troca de experiências. Na ocasião, Alan relembrou momentos importantes de aprendizado ao longo de sua formação, especialmente a convivência com o arquiteto Portocarrero, figura que teve papel fundamental em sua trajetória e que é referência na arquitetura local e nacional.

Na oportunidade, o secretário foi presenteado com um livro autografado que reúne uma compilação de trabalhos desenvolvidos por Alan e seu irmão, Adão Oliveira, ao longo de 30 anos de atuação profissional na área da arquitetura, ambos também arquitetos. A obra, lançada pela editora Green House, sintetiza parte da produção arquitetônica de autoria dos irmãos, como uma forma de valorizar o mercado e a comunidade arquitetônica. Um exemplar, também autografado, foi carinhosamente selecionado para ser entregue ao prefeito Abilio Brunini.

Os irmãos conheceram Portocarrero quando faziam o ensino médio. Alan também foi estagiário de Portocarrero.

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Segundo Alan, o livro não contempla a totalidade dos projetos realizados ao longo dessas três décadas, por serem muitos, mas apresenta uma amostra representativa da contribuição do grupo (empresa que comandam, a Arquitetônica) para a arquitetura.

Ao receber o livro, o secretário municipal manifestou satisfação e orgulho ao ver a trajetória profissional de Alan e Adão, reconhecendo a contribuição deles para o desenvolvimento urbano de Cuiabá com projetos de qualidade e inovação. Ele destacou que se sente recompensado ao perceber que sementes plantadas ainda na escola técnica e na universidade deram frutos, resultando em profissionais que construíram suas próprias histórias e continuam contribuindo para a cidade.

O secretário também enfatizou que Cuiabá está aberta a novas ideias e cenários inovadores, ressaltando a importância de projetos que acompanhem a evolução tecnológica, mas que, acima de tudo, tenham beleza e promovam bem-estar nos espaços criados. “Conheço o trabalho que desenvolvem e que se destaca por incorporar qualidade estética e técnica, ajudando a posicionar Cuiabá em um panorama nacional da arquitetura e colaborando para que a capital se torne, cada vez mais, a cidade que seus moradores desejam”, pontuou o secretário.

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Segundo Alan Oliveira, ao longo dos anos, a arquitetura passou por grandes transformações, não apenas no campo da criação, mas também no uso de materiais, técnicas construtivas, cores e elementos. “A busca constante é por inovação, combinando elementos antigos com uma linguagem contemporânea, de forma a criar uma arquitetura limpa, atemporal e que permaneça atual pelo maior tempo possível”, explicou.

Além de projetos em Cuiabá, eles também desenvolvem trabalhos em outras cidades e estados e até mesmo fora do país, como Rondonópolis, Porto Velho, Balneário Camboriú e Portugal.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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