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Secretário de Governo faz visita técnica para reestruturação da Bem-Estar Animal 

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O secretário Municipal de governo Ananias Martins Filho realizou uma inspeção na estrutura pensada para sediar a Bem-Estar Animal, no bairro Porto. Acompanhado de toda a equipe técnica da Bem-Estar Animal, o gestor procurou entender o propósito da obra com o objetivo de fazer uma conexão da viabilidade com a finalidade. A iniciativa aconteceu nesta quinta-feira (16), mesma data em que o secretário também conheceu a atual sede da Bem-Estar Animal, localizada no bairro Ribeirão do Lipa, para entender melhor toda a demanda.

“A Bem-Estar Animal está passando por uma reestruturação e queremos ver o que fica melhor, por isso a necessidade de fazer um reconhecimento do prédio no Porto para definir o que fica melhor, e estudar as adequações contribuirá com a decisão a ser tomada”, disse o secretário Ananias.

O posicionamento da gestão é que os animais possam receber o melhor atendimento possível através da Bem-Estar Animal, que tem as atribuições para isso.

“A causa animal na nossa cidade vai estar muito bem atendida e bem alinhada com a Bem-Estar Animal. A cidade cobra isso, que a gestão possa cuidar muito bem dos animais, para que eles tenham dignidade e qualidade de vida. Nossa preocupação é que eles sejam cada vez mais acolhidos e a Prefeitura de Cuiabá tratará isso com responsabilidade e compromisso”, frisou Ananias.

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Segundo a diretora da Bem-Estar Animal, Andrea Janaina, o prefeito Abilio compreendeu a causa animal como um problema de saúde pública, por isso tem que ter esse olhar mais carinhoso, mais criterioso. “É muito importante esse entendimento”, destacou Andrea.

A definição do espaço caberá ao prefeito Abilio Brunini, mas será definida em coletivo, ouvindo a diretoria da Bem-Estar Animal. O que será executado de fato, seja um novo espaço no Porto ou o redimensionamento do local atual, deve acontecer em breve, após algumas reuniões e levantamentos.

AMOR AOS ANIMAIS

Esta semana o prefeito Abilio Brunini também esteve na Bem-Estar Animal onde gravou um vídeo apresentando toda a equipe, que possui quatro médicas veterinárias e duas protetoras animais, entre elas a veterinária Andrea Janaína, na função de diretora.

Na ocasião convidou os cidadãos que desejam adotar um animal a visitarem o local e escolher entre os 94 pets que ocupam o espaço. A ação surtiu efeito já no dia seguinte, quando uma moradora de Cuiabá e seu filho adotaram um cãozinho que estava sob cuidados da Bem-Estar Animal, motivada pelo vídeo do prefeito no Instagram. Na quinta-feira (16) outro cãozinho foi adotado.

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“A sensibilidade do prefeito com a causa animal é muito grande. O fato dele ampliar a equipe e colocar mulheres para o atendimento demonstram isso. Nada contra os profissionais homens, mas as mulheres são acolhedoras, sentimentais, zelosas”, pontuou Andreia Janaína.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Soja recua em Chicago após volatilidade e pressão logística limita rentabilidade no Brasil

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O mercado da soja iniciou a quarta-feira (20) em queda na Bolsa de Chicago, devolvendo parte dos ganhos acumulados nos últimos dias em meio à forte volatilidade internacional. Os investidores seguem atentos às negociações comerciais entre China e Estados Unidos, às tensões no Oriente Médio e às condições climáticas no Meio-Oeste norte-americano, fatores que continuam ditando o comportamento das commodities agrícolas.

Por volta das 6h40 (horário de Brasília), os contratos futuros registravam perdas entre 5,75 e 6 pontos nos principais vencimentos. O contrato julho/26 era cotado a US$ 12,07 por bushel, com recuo de 2,25 centavos. Já os vencimentos julho e agosto operavam próximos de US$ 12,03 e US$ 12,04 por bushel, respectivamente.

O movimento representa um ajuste técnico após a alta recente, sustentada principalmente pelas expectativas envolvendo possíveis compras agrícolas chinesas nos Estados Unidos. Apesar disso, o mercado ainda não observa sinais concretos de avanço da demanda asiática, o que mantém os agentes mais cautelosos.

Além do cenário geopolítico, o clima nos Estados Unidos segue no radar. O plantio da nova safra americana avança em ritmo acelerado, favorecido pelas condições climáticas relativamente positivas em grande parte do cinturão produtor. O desenvolvimento das lavouras também ocorre de forma satisfatória, fator que reduz espaço para altas mais intensas nas cotações internacionais.

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Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mostram que o plantio da soja avançou de 49% para 67% da área prevista, superando as expectativas do mercado e também o ritmo registrado no mesmo período do ano passado.

No complexo soja, os futuros do farelo também operavam em baixa nesta manhã, acompanhando o milho. Já o óleo de soja apresentava leves ganhos.

Mercado interno tem sustentação, mas logística preocupa

No Brasil, os preços seguem relativamente firmes em algumas regiões, embora os gargalos logísticos e os elevados custos de armazenagem e frete continuem limitando a rentabilidade dos produtores.

No Paraná, a soja no interior era indicada a R$ 123,67 por saca, com leve alta diária de 0,13%, enquanto o porto de Paranaguá registrava R$ 130,57, avanço de 0,66%. Em Ponta Grossa, as indicações chegaram a R$ 128,50 por saca.

A disputa por armazenagem se intensificou no estado diante do avanço da produção de etanol de milho e do início do plantio de trigo, pressionando a logística regional.

No Rio Grande do Sul, os preços apresentaram recuperação nominal, com Santa Rosa e Passo Fundo cotados a R$ 126,00 por saca e o porto de Rio Grande a R$ 131,00. A revisão da safra gaúcha para pouco mais de 19 milhões de toneladas — abaixo da projeção inicial de 21,44 milhões — reforçou a percepção de perdas provocadas pela irregularidade das chuvas ao longo do ciclo.

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O mercado também monitora o risco de paralisações no transporte rodoviário e as incertezas envolvendo o piso mínimo do frete, fatores que elevaram os prêmios de risco no setor.

Em Santa Catarina, a colheita já supera 70% da área cultivada, com preços ao redor de R$ 131,00 no porto de São Francisco do Sul.

Centro-Oeste registra safra recorde, mas enfrenta gargalos

No Centro-Oeste, os números de produção seguem robustos. Mato Grosso do Sul encerrou a safra com volume recorde de 17,759 milhões de toneladas, enquanto Mato Grosso confirmou produção histórica de 51,56 milhões de toneladas.

Apesar da safra elevada, produtores enfrentam dificuldades relacionadas à capacidade de armazenagem, ao alto custo dos fretes e à pressão sobre a infraestrutura logística, cenário que reduz margens e limita oportunidades de comercialização mais vantajosas.

Segundo a Conab, a colheita brasileira da soja já alcança 98,8% da área cultivada, consolidando a reta final dos trabalhos no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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