AGRONEGÓCIO

Secretaria de Desenvolvimento Econômico fecha o ano com entregas estruturantes, fortalecimento e retomada econômica

Publicado em

Com entregas que impactaram diretamente a vida da população e o setor produtivo, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura encerra 2025 com resultados expressivos, como a regularização histórica do Mercado do Porto, a manutenção do Aquário Municipal gratuito com cerca de 700 mil visitas, a geração de emprego com mais de 2 mil vagas ofertadas, o fortalecimento do turismo e a retomada do protagonismo de Cuiabá no cenário nacional e internacional.

A reestruturação da Prefeitura de Cuiabá na área econômica ganhou forma ao longo de 2025, e a consolidação desse novo arranjo institucional passa diretamente pelo trabalho conduzido pelo secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fernando Medeiros. Em menos de um ano, a Pasta nasceu, ampliou atribuições, incorporou novos setores e conseguiu entregar resultados concretos em áreas que há anos acumulavam pendências.

“Assumimos uma Secretaria que ainda estava sendo construída. Tivemos que reorganizar equipes, regularizar contratos, estruturar processos internos e, ao mesmo tempo, entregar respostas rápidas à população e ao setor produtivo”, afirma Medeiros. Segundo ele, o maior desafio foi “fazer muito com muito pouco, em um cenário de forte limitação financeira”.

Mesmo assim, entre janeiro e novembro, a SDTA avançou em frentes estratégicas, como a regularização do Mercado do Porto, o fortalecimento do turismo, a ampliação das feiras e da agricultura familiar, o ordenamento urbano, ações de desenvolvimento econômico e qualificação profissional, além de agenda internacional de promoção da cidade.

Regularização histórica do Mercado do Porto e segurança jurídica para trabalhadores

Uma das entregas mais significativas da gestão foi a regularização completa dos Termos de Permissão de Uso do Mercado do Porto, um passivo que se arrastava há anos. O processo incluiu o arquivamento dos TACs antigos junto ao Ministério Público, após o cumprimento das exigências legais. “Nós trouxemos paz jurídica para os permissionários e para a Prefeitura. Esse era um problema que precisava ser resolvido com técnica, diálogo e coragem administrativa”, destacou Medeiros.

Leia Também:  Selic em queda inicia novo ciclo e muda estratégia de financiamento no agronegócio

A requalificação física do complexo também avançou, com obras retomadas em outubro, incluindo melhorias de acessibilidade, drenagem e infraestrutura interna.

Turismo fortalecido e projeção internacional

O ano também marcou a recuperação do protagonismo de Cuiabá no turismo. A SDTA esteve presente em eventos estratégicos, com destaque para a FIT Pantanal, onde a capital montou um estande de grande circulação. “Mostramos que Cuiabá é destino de negócios, cultura e gastronomia. Saímos da feira com parcerias e novas possibilidades para o trade”, disse Medeiros.

O município ainda recebeu um novo Centro de Atendimento ao Turista no Aeroporto Marechal Rondon, lançou o Festival Gastronômico e Turístico do Vale do Rio Cuiabá e reforçou o calendário com eventos como o Festival da Pamonha e o retorno da Feira do Japão, ausente há mais de uma década.

No cenário internacional, o secretário integrou a comitiva que esteve em Dubai e na China, acompanhando o prefeito em agendas de promoção econômica, turismo e atração de investimentos. “Cuiabá voltou a se apresentar ao mundo. Esse diálogo internacional abre portas para negócios, tecnologia e novos fluxos turísticos”, avaliou.

Cultura, inclusão e economia criativa com museus, feiras e novas oportunidades

A SDTA impulsionou o Museu do Rio e o Museu da Caixa D’Água Velha, que em novembro abrigou seis exposições simultâneas, todas gratuitas, com foco em inclusão, memória, diversidade geracional e valorização de artistas locais.

Eventos como a Feira Viva Mulher, a Cuiab’Art e feiras de artesanato ampliaram a renda de artesãos, microempreendedoras e pequenos produtores criativos.

Ao longo do ano, a Secretaria também apoiou o fortalecimento das feiras da agricultura familiar, incrementando a comercialização de produtos locais e estimulando a economia rural, além de receber maquinários do Governo do Estado destinados a apoiar a produção e a infraestrutura das feiras.

Desenvolvimento econômico, trabalho e ordenamento urbano

Leia Também:  Ganhos sólidos: Café registra valorização nas bolsas de Nova York e Londres

Com a incorporação das áreas de Trabalho e Agricultura, a SDTA passou a articular políticas de emprego, qualificação e geração de renda. Entre as principais entregas estão a realização da Feira Emprega Transporte, com mais de 2 mil vagas ofertadas, a oferta de cursos gratuitos de educação financeira, a capacitação de mulheres do Mercado do Porto e do Shopping Orla, com mais de 60 certificações, e a realocação e o cadastramento completo dos ambulantes, garantindo ordenamento urbano e dignidade laboral.

“Nosso foco é desenvolvimento com inclusão. Todo cuidado com o trabalhador impacta diretamente na economia da cidade”, defende Medeiros.

Aquário Municipal com mais de 700 mil visitas e acesso gratuito o ano inteiro

Um dos maiores sucessos populares foi a manutenção do Aquário Municipal aberto e gratuito durante todo o ano, recebendo cerca de 700 mil visitas. O espaço tem atraído famílias, estudantes, turistas, idosos e delegações de diversos municípios.

Para Medeiros, o equipamento se tornou “um cartão postal vivo, educativo e acessível, que conecta as pessoas à história e à biodiversidade do Pantanal e do Cerrado”.

Um ano de expansão, reorganização e entregas

A transformação estrutural da SDTA, de uma Secretaria inicialmente voltada ao Turismo para uma superpasta com quatro áreas, exigiu adaptações internas, redistribuição de equipes e regularizações administrativas. Mesmo assim, a Pasta conseguiu resolver pendências antigas, estruturar políticas públicas e fortalecer setores essenciais.

“Mostramos que, com gestão técnica e compromisso, é possível organizar a casa, entregar resultados e preparar Cuiabá para um ciclo mais moderno e sustentável de desenvolvimento”, afirma o secretário.

Entre obras retomadas, feiras fortalecidas, capacitações, ações de turismo, agenda internacional e ordenamento urbano, a SDTA encerra 2025 como uma das áreas de maior crescimento institucional da Prefeitura e com uma base sólida para ampliar resultados em 2026.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Milho recua no Brasil, Chicago opera estável e B3 fecha sem direção única em meio a oferta elevada

Published

on

Mercado do milho no Brasil acumula queda de 3,5% em junho com forte pressão da oferta

O mercado brasileiro de milho mantém trajetória de baixa ao longo de junho, pressionado principalmente pelo avanço da safrinha e pelo nível elevado dos estoques de passagem.

Na praça de Campinas (SP), referência para o Centro-Sul, o milho foi negociado a R$ 62,00 por saca de 60 kg nesta quarta-feira (24), reforçando o movimento de recuo observado ao longo do mês. A média parcial de junho ficou em R$ 63,06 por saca, queda de 3,5% frente a maio, quando o valor médio foi de R$ 65,35.

Segundo dados de mercado, o principal fator de pressão segue sendo a combinação entre oferta abundante e demanda interna sem força suficiente para absorver o volume disponível, o que mantém compradores mais cautelosos nas negociações.

A safrinha 2026 é estimada em 112,5 milhões de toneladas, segundo projeções do setor, configurando-se como uma das maiores já registradas no país. O cenário reforça a expectativa de excedente estrutural no curto e médio prazo, com impacto direto sobre a formação de preços.

No mercado físico, a liquidez permanece baixa. Produtores relatam resistência em aceitar valores abaixo do custo de produção, enquanto compradores atuam de forma mais seletiva, aguardando possíveis novas quedas ou oportunidades pontuais.

Chicago opera em estabilidade com equilíbrio entre demanda e clima favorável

No mercado internacional, os contratos futuros de milho na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a quinta-feira (25) próximos da estabilidade, refletindo um cenário de equilíbrio entre fatores altistas e baixistas.

Leia Também:  Selic em queda inicia novo ciclo e muda estratégia de financiamento no agronegócio

Os vencimentos mais negociados apresentaram variações mistas: julho/26 com leve queda, setembro/26 estável e contratos mais longos com pequenas altas, indicando ajuste técnico após sessões recentes de volatilidade.

Entre os fatores de suporte, destaca-se a demanda externa. O México realizou compras de aproximadamente 100 mil toneladas de milho dos Estados Unidos, parte destinada ao atual ciclo comercial e parte para a safra 2026/27, segundo dados do USDA.

Por outro lado, o clima favorável no cinturão produtor norte-americano segue limitando movimentos de alta. A maioria das lavouras permanece em boas condições, o que sustenta expectativas de oferta confortável e reduz pressão sobre os preços.

B3 inicia sessão em leve queda com influência externa e fundamentos domésticos

Na Bolsa Brasileira (B3), o milho também começou o pregão desta quinta-feira com viés levemente negativo, acompanhando o comportamento mais contido do mercado internacional.

Por volta das 09h, os contratos futuros operavam entre R$ 63,97 e R$ 73,10. O vencimento julho/26 recuava para R$ 63,97, enquanto setembro/26 e janeiro/27 também registravam leves baixas, refletindo cautela dos investidores.

Na sessão anterior, o mercado havia encerrado de forma mista. O suporte inicial veio da valorização do dólar, mas perdeu força ao longo do dia com a queda das cotações em Chicago e o avanço da colheita da safrinha no Brasil.

Leia Também:  Dólar recua com avanço das negociações entre EUA e Irã e mercado monitora cenário fiscal brasileiro

Relatos de produtividade irregular em algumas regiões, especialmente em Mato Grosso, adicionaram volatilidade ao mercado. Ao mesmo tempo, chuvas em áreas produtoras atrasaram os trabalhos de colheita e ajudaram a limitar quedas mais intensas.

No mercado físico regional, a liquidez segue reduzida. No Sul do país, compradores abastecidos mantêm negociações pontuais. No Paraná e em Santa Catarina, a diferença entre ofertas e pedidos continua travando acordos. Em Mato Grosso do Sul, a entrada gradual da segunda safra pressiona os preços, embora a demanda da indústria de bioenergia siga como fator de sustentação pontual.

Panorama geral: oferta elevada mantém mercado sob pressão no curto prazo

O mercado global de milho entra no segundo semestre com predominância de fundamentos baixistas, especialmente no Brasil, onde a safrinha volumosa reforça o cenário de superoferta.

Enquanto Chicago oscila de forma lateral, sustentada por exportações pontuais e clima favorável, a B3 reflete o ajuste entre fatores externos e a realidade doméstica de ampla disponibilidade.

No curto prazo, o comportamento dos preços deve continuar condicionado ao ritmo de colheita, ao apetite das exportações e à capacidade de absorção do mercado interno, especialmente do setor de proteína animal e da indústria de etanol.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA