AGRONEGÓCIO

Secretaria acelera integração do Mercado do Porto e espaços de turismo

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A Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico (SMTur) assume a administração do Mercado do Porto “Antônio Moisés Nadaf” com a missão de transformá-lo em um grande polo turístico e de desenvolvimento econômico na capital. Localizado próximo ao Complexo Turístico, que conta com atrativos como o Museu do Rio e o Aquário Municipal, que já recebeu mais de 140 mil visitantes nos últimos 50 dias, o Mercado do Porto tem sua reorganização acelerada para integrar os espaços de visitação.

“A gestão do espaço é da Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico, mas os serviços a serem realizados no local são compartilhados com a Limpurb e as secretarias de Ordem Pública, Segurança Pública, Obras, Agricultura e em parcerias com as áreas de cultura e lazer. Nosso objetivo é tornar o espaço mais limpo, agradável, acessível e de qualidade. Precisamos avançar rapidamente com a reorganização do espaço para darmos início quanto antes na integração dos espaços de visitação e melhoria”, afirmou o secretário de Turismo, Fernando Medeiros.

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Nesta semana, a equipe da Secretaria de Turismo deu continuidade à entrega dos certificados de autorização provisória para o uso dos boxes que estavam interditados. As entregas começaram no sábado, após o prefeito Abilio Brunini oficializar a mudança de gestão do mercado e flexibilizar o prazo para a apresentação dos alvarás referentes aos últimos três anos, concedendo 180 dias para que os permissionários regularizem suas pendências.

Além disso, foi criado um Conselho Gestor do Mercado do Porto, composto por representantes de diversas categorias, como hortifrúti, açougue, peixes, queijos, entre outros, além de membros de outras secretarias municipais e da Câmara de Cuiabá. “Estaremos com a equipe aqui no Mercado do Porto, realizando as entregas individuais de certificados para cada box. Em seguida, iniciaremos o trabalho do Conselho, onde nomearemos os membros para garantir a gestão transparente do Mercado Municipal”, finalizou o secretário.

#PraCegoVer

A imagem mostra o secretário de Turismo, Fernando Medeiros, em reunião usando microfone individual. Ele usa camisa preta e gesticula enquanto discursa sobre as mudanças de gestão no Mercado do Porto.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Conab projeta safra recorde de 358 milhões de toneladas e soja histórica de 180 milhões no Brasil

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Safra brasileira de grãos caminha para novo recorde histórico

O agronegócio brasileiro deve registrar mais uma safra histórica em 2025/26. Segundo o 8º Levantamento da Safra de Grãos divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção nacional está estimada em 358 milhões de toneladas, crescimento de 1,6% em relação ao ciclo anterior.

O avanço representa um acréscimo de 5,7 milhões de toneladas frente à safra passada e consolida um novo recorde para o setor agrícola brasileiro, sustentado principalmente pelo desempenho da soja, milho e sorgo.

Soja deve atingir marca inédita de 180 milhões de toneladas

A soja segue como principal destaque da agricultura brasileira. A Conab elevou novamente a projeção da oleaginosa, que agora deve alcançar 180,1 milhões de toneladas — maior volume já registrado na série histórica do órgão.

O crescimento esperado é de 5% sobre a safra anterior, equivalente a mais 8,6 milhões de toneladas produzidas.

Com 98,3% da área já colhida, a revisão positiva reforça o excelente desempenho produtivo observado nas principais regiões agrícolas do país.

Além da produção recorde, as exportações brasileiras também devem avançar. A expectativa é de embarques de até 116 milhões de toneladas, aumento de 7,25% em relação ao ciclo 2024/25.

Milho terá segunda maior safra da história

A produção total de milho, considerando as três safras, foi estimada em 140,2 milhões de toneladas, configurando a segunda maior colheita já registrada no Brasil.

O milho primeira safra apresentou recuperação importante, impulsionado pelo aumento da área plantada e melhores condições de produtividade. A estimativa atual aponta produção de 28,5 milhões de toneladas.

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Já a segunda safra, apesar da leve retração em relação ao ciclo anterior, segue robusta, com previsão de 108,5 milhões de toneladas.

Segundo a Conab, fatores climáticos em estados como Goiás e Minas Gerais limitaram parte do potencial produtivo da safrinha, embora o avanço da área plantada continue sustentando volumes elevados.

Sorgo dispara e ganha espaço no campo brasileiro

O sorgo aparece como uma das culturas com maior crescimento proporcional nesta temporada. A produção pode alcançar 7,6 milhões de toneladas, alta de até 23,8%.

O avanço é resultado direto da ampliação da área cultivada, especialmente no Centro-Oeste, onde muitos produtores migraram áreas originalmente destinadas ao milho para o sorgo.

A cultura ganhou força por apresentar maior resistência ao déficit hídrico e maior flexibilidade em janelas tardias de plantio, além da crescente demanda para alimentação animal e produção de etanol.

Goiás segue como maior produtor nacional da cultura e deve registrar crescimento superior a 40% na produção.

Arroz e feijão recuam, mas abastecimento segue garantido

A Conab estima queda na produção de arroz e feijão em relação à safra anterior, embora sem risco de desabastecimento no mercado interno.

Para o arroz, a produção projetada é de 11,1 milhões de toneladas, refletindo redução de área plantada. Apesar disso, a produtividade das lavouras apresentou melhora significativa.

No caso do feijão, a produção total das três safras deve alcançar 2,9 milhões de toneladas, retração de 5,2% frente ao ciclo anterior.

Mesmo com menor área cultivada, a Companhia destaca que o abastecimento doméstico permanece equilibrado.

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Algodão e trigo sofrem pressão de área e clima

A produção de algodão em pluma foi estimada em aproximadamente 4 milhões de toneladas, apresentando queda de 2,6% sobre a safra passada.

O recuo está ligado à redução da área plantada e à menor produtividade em algumas regiões produtoras.

Já o trigo deve registrar retração ainda mais expressiva. A previsão da Conab aponta produção de 6,4 milhões de toneladas, impactada principalmente pela redução da área semeada no Rio Grande do Sul e Paraná.

Os problemas climáticos recorrentes e a baixa rentabilidade seguem reduzindo o interesse dos produtores pelo cereal.

Etanol impulsiona consumo de milho no Brasil

O mercado interno também segue aquecido para o milho. A indústria de etanol de milho continua ampliando sua participação no consumo doméstico do cereal.

A demanda interna deve crescer 4,6%, alcançando 94,86 milhões de toneladas.

Ao mesmo tempo, as exportações brasileiras seguem fortes, com previsão de embarques de até 46,5 milhões de toneladas na atual temporada.

Mesmo com o aumento da demanda, o estoque final do cereal deve permanecer confortável, próximo de 13 milhões de toneladas.

Agronegócio brasileiro mantém protagonismo global

Com produção recorde, exportações em alta e expansão da produtividade em culturas estratégicas, o Brasil reforça sua posição entre os maiores fornecedores globais de alimentos.

O desempenho da soja, milho e sorgo confirma a força do agronegócio nacional, mesmo em um cenário de desafios climáticos, custos elevados e volatilidade nos mercados internacionais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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