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Sebrae/SC integra inovação, turismo e agronegócio no 27º Itaipu Rural Show em Pinhalzinho

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Presença do Sebrae/SC no maior evento do agronegócio catarinense

O Sebrae/SC marca presença no 27º Itaipu Rural Show, que acontece entre os dias 18 e 21 de fevereiro, no Parque de Exposições da Cooper Itaipu, em Pinhalzinho (SC). Considerado um dos maiores eventos do setor no estado, o encontro reúne produtores, empresas, lideranças e especialistas para apresentar tendências, soluções e oportunidades voltadas ao crescimento do agronegócio e do turismo rural.

Segundo Marieli Aline Musskopf, gerente regional do Sebrae/SC no oeste do estado, a entidade terá espaço próprio na feira para apresentar soluções, programas e projetos voltados ao desenvolvimento rural e territorial.

“Neste ano, o foco é no fortalecimento do agronegócio e do turismo, na promoção de conexões corporativas, estímulo à diversificação produtiva, incentivo à inovação e à sucessão familiar no campo”, destaca Marieli.

Programação detalhada do Sebrae/SC

O Sebrae/SC traz uma programação diversificada, com atividades que envolvem inovação, capacitação, parcerias estratégicas e visitas técnicas:

  • Quarta-feira (18/02) – abertura e recepção
    • A feira inicia às 10h30 com a abertura oficial. À tarde, ocorre a recepção de visitantes e a apresentação das soluções do Sebrae/SC voltadas a agronegócio, turismo e inovação.
  • Quinta-feira (19/02) – acordos estratégicos e visita técnica
    • Manhã: recepção de visitantes e apresentação institucional do Sebrae/SC.
    • 11h: assinatura do acordo de resultados entre Sebrae/SC e Governo de Santa Catarina, voltado à Ovinocaprinocultura, seguida da renovação da parceria com a Aurora Coop para execução do programa Encadeamento Produtivo.
    • Tarde: visita técnica guiada à indústria de laticínios da Aurora Coop, permitindo aos participantes conhecer os processos industriais e a integração com a cadeia produtiva.
    • 18h: confraternização com degustação de carne ovina no restaurante principal do evento.
  • Sexta-feira (20/02) – palestras e soluções para o agro
    • Manhã: exposição de empresas atendidas pelo Sebrae/SC com soluções para agronegócio, turismo e inovação.
    • 9h30: palestra “União que Gera Futuro: Sucessão Familiar no Agro”, com Dieisson Pivotono, reforçando a importância do planejamento e continuidade das propriedades rurais.
    • 10h: apresentação das estratégias do Sebrae/SC para o agronegócio.
    • 10h15: palestra “Aprendizados Globais, soluções locais no Agronegócio”, com Guilherme Silva de Oliveira, abordando inovação e conexões que geram impacto.
    • Encerramento da manhã: apresentação do município de Galvão, suas iniciativas de diversificação de produtos e degustação de produtos regionais.
    • Tarde (14h): palestra “Cadeia de Aves e Suínos em Santa Catarina”, ministrada por Marcos Zordan, trazendo análise sobre desafios e oportunidades desses segmentos.
  • Sábado (21/02) – exposição e comercialização de produtos
    • O último dia do evento conta com recepção de visitantes, exposição de empresas atendidas pelo Sebrae/SC e comercialização de produtos artesanais, promovendo conexão direta entre produtores e consumidores.
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Compromisso com o desenvolvimento rural

Segundo Marieli Musskopf, a atuação do Sebrae/SC na edição 2026 do Itaipu Rural Show reforça o compromisso com fortalecimento do agronegócio catarinense e com a geração de oportunidades para produtores, empreendedores e comunidades rurais.

“Com foco em parcerias estratégicas, inovação e organização produtiva, buscamos promover o desenvolvimento territorial e estimular a diversificação e o crescimento do setor no estado”, enfatiza a gerente.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Atacado e exportação estabelecem ritmo recorde em agosto

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Os preços da carne de frango voltaram a subir no mercado interno, enquanto as exportações brasileiras iniciaram agosto no maior ritmo diário já registrado. A combinação de estoques ajustados, recuperação do consumo doméstico e forte procura internacional dá sustentação às cotações neste começo de mês.

Na quinta-feira (13.08), o frango congelado foi negociado no atacado da Grande São Paulo a R$ 7,20 o quilo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O valor acumula alta de 0,84% desde o início de agosto.

A reação ocorre depois de um período de pressão sobre os preços no fim de julho e nos primeiros dias deste mês. O recebimento de salários aumentou o poder de compra das famílias, enquanto a volta às aulas impulsionou a procura por uma proteína amplamente utilizada no consumo doméstico, em restaurantes e na alimentação escolar.

Os estoques também estão relativamente ajustados à demanda. Esse equilíbrio reduz a necessidade de concessão de descontos por atacadistas e frigoríficos e ajuda a conter a pressão provocada pela maior oferta nacional de carne de frango.

A melhora no atacado, entretanto, não significa necessariamente uma recuperação imediata e na mesma proporção para todos os elos da cadeia. O efeito sobre a remuneração dos avicultores depende dos contratos de integração, dos custos de produção e do comportamento dos preços do milho e do farelo de soja, principais componentes da alimentação das aves.

No mercado externo, os números indicam uma procura ainda mais forte. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Cepea, mostram que o Brasil embarcou, em média, 30 mil toneladas de carne de frango in natura por dia nos cinco primeiros dias úteis de agosto.

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É a maior média diária para o período desde o início da série histórica, em 1997. Considerada a parcial, aproximadamente 150 mil toneladas foram exportadas nos cinco primeiros dias úteis do mês.

O resultado deve ser interpretado com cautela, porque ainda não permite projetar o volume total de agosto. O ritmo dos embarques pode variar ao longo do mês devido à programação dos portos, à disponibilidade de navios, aos contratos dos frigoríficos e ao calendário dos países compradores.

A arrancada de agosto, porém, dá sequência a um julho de forte desempenho. No mês passado, o Brasil exportou 519,2 mil toneladas de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, crescimento de 29,9% em relação a julho de 2025. A receita ficou próxima de R$ 5,2 bilhões, alta de 34,3% na comparação anual, medida originalmente em dólares.

O avanço elevado também reflete a base mais fraca de 2025, quando restrições sanitárias temporárias adotadas após a confirmação de influenza aviária em uma granja comercial afetaram as vendas brasileiras. O foco foi eliminado e o Brasil recuperou gradualmente o acesso aos mercados que haviam suspendido as compras.

No primeiro semestre de 2026, os embarques chegaram a 2,936 milhões de toneladas, alta de 12,9% sobre igual período do ano anterior e recorde para os seis primeiros meses do ano.

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O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estima que o país poderá produzir entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas em 2026, crescimento de até 5,6% sobre as 15,289 milhões de toneladas de 2025.

As exportações podem alcançar 5,875 milhões de toneladas neste ano, avanço de até 10,3%. Mesmo com o crescimento dos embarques, a disponibilidade para o mercado interno está estimada em aproximadamente 10,275 milhões de toneladas, 3,1% acima do volume registrado no ano passado.

A presença simultânea de demanda doméstica mais aquecida e exportações em ritmo elevado tende a reduzir a pressão de oferta sobre o atacado. A continuidade da recuperação, contudo, dependerá do consumo após o período de pagamento de salários e da manutenção das encomendas internacionais.

Para produtores e agroindústrias, o cenário é favorável, mas exige atenção aos custos. A valorização da carne melhora a capacidade de absorver despesas, enquanto uma eventual alta do milho ou do farelo de soja pode limitar as margens. Nas próximas semanas, o mercado acompanhará se o recorde diário dos embarques será mantido e se a reação observada no atacado chegará aos demais elos da cadeia.

Fonte: Pensar Agro

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