AGRONEGÓCIO

SBS Green Seeds mira liderança no mercado de R$ 2,58 bilhões com foco em agricultura regenerativa

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A SBS Green Seeds, empresa formada pela joint venture entre Semembrás e Boa Safra, chega ao mercado com o objetivo de liderar um potencial bilionário de R$ 2,58 bilhões, apostando na agricultura regenerativa como pilar para o futuro sustentável do setor agropecuário. A companhia tem como missão fortalecer lavouras e pastagens, tornando-as mais produtivas, saudáveis e resilientes, contribuindo para o equilíbrio e sustentabilidade do ecossistema.

Portfólio diversificado e missão clara

Com um amplo mix de sementes que inclui braquiárias, panicuns, milheto, plantas de cobertura e sorgo forrageiro, a SBS Green Seeds busca dar mais formalidade ao setor de pastagens, que atualmente ultrapassa a pecuária e é essencial para a regeneração dos solos. Segundo Thiago Maschietto, CEO da empresa, a companhia oferece produtos de alta performance para atender às demandas do mercado. “Nossa visão é que não basta ter tecnologia apenas em sementes, é fundamental que o solo esteja em equilíbrio para que elas possam alcançar todo o seu potencial”, destaca.

Estrutura técnica e logística robusta

A SBS conta com uma equipe técnica especializada, composta por mais de 60 representantes ativos e 30 supervisores estrategicamente distribuídos pelo país, garantindo cobertura completa do território nacional. O time comercial recebe capacitação constante para levar informações técnicas e validar as tecnologias para o consumidor final.

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Além disso, a empresa utiliza a infraestrutura de processamento e logística da Boa Safra, com acesso a Centros de Distribuição (CDs) e Unidades de Beneficiamento de Sementes (UBS), consolidando uma das maiores estruturas do segmento forrageiro no Brasil.

Expansão internacional e qualidade na armazenagem

Com presença no mercado nacional e atuação prevista em países da América do Sul, América Central e África, a SBS atende atualmente mais de quatro mil clientes globais. A empresa dispõe de supervisores comerciais que conhecem as particularidades e necessidades de produtores nesses mercados internacionais.

Um diferencial importante é a utilização de câmaras frias para beneficiamento e armazenagem das sementes, garantindo qualidade superior e melhores resultados em campo. “Ao armazenar as sementes em temperatura controlada, asseguramos uma conservação ideal que reflete diretamente no desempenho das plantas”, explica Maschietto.

Investimento contínuo em inovação

Com um portfólio que já oferece 33 SKUs voltados para agricultura regenerativa, a SBS Green Seeds mantém um forte compromisso com a pesquisa e desenvolvimento. A empresa instalou um centro interno de P&D, liderado por um pesquisador exclusivo e uma equipe técnica dedicada à criação de novas culturas, blends de sementes e tecnologias avançadas.

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“O nosso objetivo é ajudar o produtor a aumentar a produtividade por hectare, produzindo mais arrobas e grãos de forma sustentável e com custos menores”, finaliza o CEO Thiago Maschietto.

Assim, a SBS Green Seeds se posiciona como protagonista na transformação do setor, unindo inovação, qualidade e sustentabilidade para atender a uma demanda crescente por práticas agrícolas regenerativas no Brasil e no exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita avança e clima favorece safra de café 2026 no Brasil, aponta Rabobank

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A safra brasileira de café 2026 segue apresentando evolução positiva no campo. De acordo com o mais recente relatório do Rabobank, a colheita avançou em todas as principais regiões produtoras do país durante o mês de maio, beneficiada por condições climáticas favoráveis tanto para o café arábica quanto para o conilon (robusta).

Segundo a análise, o rendimento das lavouras permanece dentro da normalidade para o período, sem registros de problemas significativos que possam comprometer a produção. A previsão de tempo seco e estável para as próximas semanas deve continuar favorecendo o ritmo dos trabalhos de colheita.

Clima contribui para avanço da colheita

Nas principais regiões produtoras, os volumes de chuva registrados em maio ficaram abaixo das médias históricas, condição que favoreceu a entrada das máquinas nas lavouras e reduziu interrupções durante a colheita.

Em Guaxupé (MG), um dos principais polos produtores de café arábica do país, o acumulado de chuvas foi de 21 milímetros durante o mês, abaixo da média histórica de 47 milímetros. Em Patrocínio (MG), no Cerrado Mineiro, foram registrados 17,7 milímetros, também abaixo da média dos últimos anos.

Nas regiões produtoras de conilon, o comportamento foi semelhante. Alta Floresta D’Oeste (RO) acumulou 15 milímetros de chuva em maio, enquanto Linhares (ES) registrou 30,9 milímetros, volumes inferiores aos padrões históricos.

De acordo com os analistas, as precipitações pontuais observadas ao longo do mês não foram suficientes para comprometer o andamento das atividades no campo.

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Granizo provoca danos localizados no Sul de Minas

O levantamento aponta que algumas áreas do Sul de Minas Gerais registraram episódios isolados de granizo, especialmente nos municípios de Boa Esperança e Campo do Meio.

Apesar dos danos observados em determinadas propriedades, o Rabobank destaca que os impactos foram localizados e não representam ameaça relevante à produção regional. O fenômeno é considerado comum para esta época do ano no cinturão cafeeiro brasileiro e, historicamente, costuma gerar perdas limitadas.

Exportações mostram recuperação em abril

No comércio exterior, o Brasil embarcou aproximadamente 3,12 milhões de sacas de café de 60 quilos em abril de 2026.

O volume representa crescimento de 0,64% em relação ao mesmo mês de 2025 e alta de 1,6% na comparação com março deste ano.

Apesar da recuperação mensal, o desempenho acumulado ainda segue abaixo do registrado no ano anterior. Entre janeiro e abril, as exportações brasileiras somaram cerca de 11,6 milhões de sacas, resultado 16% inferior ao observado no mesmo período de 2025.

A expectativa do mercado é de que os embarques ganhem força nos próximos meses com o avanço da nova safra. O início da colheita tende a aumentar a disponibilidade de café para comercialização e estimular a liberação gradual dos estoques retidos pelos produtores.

Especialistas alertam que a manutenção prolongada do produto armazenado pode resultar em desvalorização, já que o mercado passa a classificar o café como safra antiga.

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Mercado apresenta comportamento distinto entre arábica e conilon

O mercado cafeeiro vive um momento de divergência entre as duas principais variedades produzidas no Brasil.

Após registrarem valorização em abril, os preços passaram a seguir trajetórias diferentes em maio. O café arábica acumulou queda de 10,9%, refletindo a expectativa de aumento da oferta da safra 2026/27 e uma postura mais cautelosa dos compradores.

Já o café conilon apresentou maior estabilidade, com recuo de apenas 0,4% no período. O desempenho reforça a percepção de maior equilíbrio entre oferta e demanda para essa variedade.

Analistas observam que o conilon continua encontrando suporte na demanda da indústria e em uma oferta global mais ajustada, enquanto o arábica enfrenta maior pressão diante da perspectiva de uma safra brasileira mais robusta.

Perspectivas para o setor

Com a colheita avançando em ritmo satisfatório e sem problemas climáticos relevantes até o momento, o cenário segue favorável para os produtores brasileiros.

O mercado, entretanto, continuará atento ao comportamento das exportações, ao desenvolvimento final da safra e à evolução dos preços internacionais, especialmente do arábica, que permanece mais sensível às expectativas de oferta global.

Para os próximos meses, a combinação entre avanço da colheita, aumento da disponibilidade física e movimentação dos estoques deverá ser determinante para a formação dos preços e para o desempenho do setor cafeeiro brasileiro em 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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