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Saudali retoma exportação de cortes suínos temperados para o Uruguai

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A Saudali, uma das principais referências brasileiras na produção de carne suína, anuncia a retomada das exportações da linha Apreciatta para o Uruguai. A empresa iniciou sua atuação no país vizinho em 2017, oferecendo produtos in natura, e, em 2019, tornou-se pioneira na exportação de cortes suínos temperados. No entanto, a comercialização foi interrompida durante a pandemia. Agora, com um planejamento estratégico consolidado, a marca retorna ao mercado uruguaio, trazendo novidades e reforçando sua posição no setor.

Expansão e aproximação com o mercado uruguaio

Como parte da estratégia de crescimento, representantes da Saudali estiveram em Montevidéu para compreender melhor os hábitos de consumo local, estreitar o relacionamento com clientes e identificar novas oportunidades de mercado. A agenda incluiu visitas a grandes redes de supermercados, estabelecimentos de pequeno e médio porte, cooperativas e indústrias especializadas em embutidos e presuntaria.

Adequação e novas oportunidades

Para garantir que os produtos atendam às exigências do mercado uruguaio, a Saudali investiu em pesquisas e realizou ajustes na rotulagem. Segundo Leandro Castro, Supervisor de Comércio Exterior, cada país possui especificidades que devem ser consideradas para a correta inserção dos produtos.

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“A exportação de cortes suínos requer não apenas excelência na qualidade, mas também um rigoroso processo de adequação às normativas locais. No Uruguai, por exemplo, realizamos um detalhado ajuste na rotulagem para atender a todas as exigências. Além disso, nossa equipe conduziu uma ampla pesquisa para entender o comportamento do consumidor e identificar novas possibilidades de expansão da marca”, explica Castro.

Estratégia comercial e preferência dos consumidores

Com o objetivo de fortalecer sua presença no Uruguai, a Saudali estruturou um plano comercial robusto para 2025. Adriano Pacheco, Diretor Comercial, destaca a importância dessa retomada e a aceitação dos produtos pelo público local.

“As vendas da linha Apreciatta foram retomadas no segundo semestre de 2024 e, para 2025, iniciamos uma estratégia de divulgação mais intensa no país. O consumo uruguaio é predominantemente voltado para carnes bovinas frescas e resfriadas, enquanto a carne suína tem menor participação e apresenta cortes diferentes dos tradicionais no Brasil. Nosso desafio é conquistar esse consumidor, apresentando a qualidade e o sabor dos nossos cortes temperados e congelados, proporcionando uma nova experiência gastronômica”, ressalta Pacheco.

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Degustações para aproximar a marca do público

Para reforçar sua presença e consolidar a aceitação dos produtos, a Saudali promoveu degustações nos pontos de venda. A primeira ação foi realizada no Macro Mercado, na cidade de Las Piedras, recebendo uma recepção positiva dos consumidores.

Esmeralda Canazart, Supervisora de Marketing, Trade e Comunicação, destaca a relevância dessas iniciativas para o fortalecimento da marca: “As degustações são fundamentais para a aceitação da Saudali e da linha Apreciatta no Uruguai. Queremos que os consumidores tenham um contato direto com nossos produtos, experimentando e reconhecendo sua qualidade. A primeira ação em Las Piedras foi um sucesso, e já temos novas iniciativas programadas para outras regiões do país”, finaliza.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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