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Santa Cruz de La Sierra Sedia 2ª Etapa Internacional do Circuito Nelore de Qualidade 2024

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A segunda etapa internacional do Circuito Nelore de Qualidade 2024 será realizada em Santa Cruz de La Sierra, Bolívia, de 17 a 19 de junho, no frigorífico Fridosa. Organizado pela Associação Boliviana dos Criadores de Zebu (Asocebu), o evento contará com a avaliação de aproximadamente mil animais Nelore, com suporte técnico da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB).

“Estamos mais uma vez a caminho de Santa Cruz de La Sierra. É evidente o compromisso renovado dos neloristas na Bolívia em manter e aprimorar as características da raça. Esse empenho reflete a paixão e dedicação dos produtores bolivianos pelo gado Nelore. Estamos empolgados para ver essa tradição de excelência prosperar mais uma vez durante este evento”, destacou Victor Miranda, presidente da ACNB.

O crescimento da criação de Nelore na Bolívia tem sido notável nos últimos anos. Segundo o Instituto Nacional de Estadística (INE) da Bolívia, o país possui atualmente mais de 500 mil animais Nelore, representando cerca de 60% do rebanho bovino total.

“A cada etapa, observamos um crescimento na qualidade dos animais, com uma evolução no peso médio das carcaças, demonstrando que o Nelore da Bolívia está atingindo um patamar de excelência. A Fridosa mantém seu compromisso em apoiar o desenvolvimento da pecuária boliviana, e somos gratos à ACNB e à Asocebu por mais este grande evento”, afirmou Juliano Santos, do frigorífico Fridosa.

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Denominado “Circuito Nelore de Qualidade Internacional – Bolívia”, o evento premiará os vencedores durante a Nelore Fest, em dezembro, juntamente com os grandes campeões do Brasil. A contagem dos resultados será independente da competição brasileira.

Calendário das Próximas Etapas do Circuito Nelore de Qualidade 2024

As próximas etapas do Circuito acontecerão nas seguintes datas:

  • 27/06 – Friboi de Araguaína (TO)
  • 16/07 – Friboi de Naviraí (MS)
  • 17/07 – Frisa de Colatina (ES)
  • 23/07 – Friboi de Pontes e Lacerda (MT)
  • 08/08 – Friboi de Água Boa (MT)
  • 15/08 – Friboi de Confresa (MT)
  • 21/08 – Fribal de Igarapé do Meio (MA)
  • 27/08 – Friboi de Colíder (MT)
  • 04/09 – Minerva de Belén (PY)
  • 05/09 – Friboi de Anastásio (MS)
  • 10/09 – Friboi de Nova Andradina (MS)
  • 12/09 – Friboi de Pedra Preta (MT)
  • 17/09 – Friboi de Lins (SP)
  • 19/09 – Friboi de Iturama (MG)
  • 23/09 – Frisa de Teixeira de Freitas (BA)
  • 24, 25 e 26/09 – Frisa de Nanuque (MG)
  • 26/09 – Friboi de Alta Floresta (MT)
  • 01/10 – Friboi de Ituiutaba (MG)
  • 11/10 – Masterboi de Canhotinho (PE)
  • 15/10 – Friboi de Diamantino (MT)
  • 17 e 18/10 – Friboi de Barra do Garças (MT)
  • 22, 23 e 24/10 – Fridosa de Santa Cruz de La Sierra (BO)
  • 29/10 – Friboi de Andradina (SP)
  • 31/10 – Friboi de Araputanga (MT)
  • 01/11 – Friboi de Naviraí (MS)
  • 07 e 08/11 – Fribal de Imperatriz (MA)
  • 12/11 – Friboi de Itapetinga (BA)
  • 14/11 – Friboi de Redenção (PA)
  • 19/11 – Friboi de Santana do Araguaia (PA)
  • 20 e 21/11 – Friboi de Mozarlândia (GO)
  • 23/11 – Friboi de Marabá (PA)
  • 28/11 – Friboi de Campo Grande (MS) Unidade II
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Sobre o Circuito Nelore de Qualidade

Realizado pela ACNB, o Circuito Nelore de Qualidade promove e fortalece a genética Nelore, contribuindo para a evolução da raça como produtora de carne de alta qualidade. A iniciativa, que avalia os resultados dos produtores em suas diversas realidades e sistemas de produção, é apoiada por Friboi, Frisa, Fribal, Masterboi e Matsuda Sementes e Nutrição Animal no Brasil. Na Bolívia, conta com o apoio do frigorífico Fridosa e é organizada em conjunto com a Asocebu. No Paraguai, a organização fica a cargo da Associação Paraguaia dos Criadores de Nelore. O Circuito é o maior campeonato de avaliação de carcaças de bovinos do mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Entidade diz que o campo preserva, mas há excesso de regras travando os produtores

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) decidiu reagir às críticas sobre o impacto ambiental do agronegócio e levou ao debate público um conjunto de dados para sustentar que a produção agrícola no Brasil ocorre com preservação relevante dentro das propriedades rurais.

A iniciativa ocorre em um momento de maior pressão sobre o setor, especialmente em mercados internacionais, e busca reposicionar a narrativa com base em números do próprio campo.

Entre os dados apresentados, levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 65,6% do território brasileiro permanece coberto por vegetação nativa, enquanto a agricultura ocupa cerca de 10,8% da área total. A entidade usa o dado para reforçar que a produção ocorre em uma parcela limitada do território.

No recorte estadual, a Aprosoja-MT destaca um levantamento próprio que identificou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios de Mato Grosso, com 95% delas preservadas dentro das propriedades rurais . O dado é usado como exemplo prático de conservação dentro da atividade produtiva.

A entidade também aponta que o avanço tecnológico tem permitido aumento de produção sem expansão proporcional de área. O Brasil deve colher mais de 150 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, mantendo a liderança global, com Mato Grosso respondendo por cerca de 40 milhões de toneladas.

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Segundo a Aprosoja-MT, práticas como plantio direto, rotação de culturas e uso de insumos biológicos têm contribuído para esse ganho de produtividade, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas.

Isan Rezende, presidente do IA

A associação também cita investimentos em prevenção de incêndios dentro das propriedades e manejo de solo como parte da rotina produtiva, argumentando que a preservação é uma necessidade econômica, e não apenas uma exigência legal.

Na avaliação de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) a preservação ambiental no campo deixou de ser uma pauta teórica e passou a ser parte direta da gestão da propriedade rural. Segundo ele, o produtor brasileiro já incorporou práticas que garantem produtividade com conservação, muitas vezes acima do que é exigido.

“Quem está na lida sabe que sem água, sem solo bem cuidado e sem equilíbrio ambiental não existe produção. O produtor preserva porque precisa produzir amanhã. Isso não é discurso, é sobrevivência da atividade”, afirma.

Rezende aponta, no entanto, que o ambiente institucional ainda cria distorções que dificultam o reconhecimento desse esforço. Para ele, há excesso de exigências, insegurança jurídica e regras que mudam com frequência, o que acaba penalizando quem já produz dentro da lei.

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“O produtor cumpre, investe, preserva, mas continua sendo tratado como problema. Falta coerência. Quem está regular não pode continuar pagando a conta de um sistema que não diferencia quem faz certo de quem está fora da regra”, diz.

Na avaliação do dirigente, o debate sobre sustentabilidade no Brasil precisa avançar com base em dados e realidade de campo, e não em generalizações. Ele defende que o país já possui uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, mas enfrenta falhas na aplicação e na comunicação dessas informações.

“O Brasil tem uma das produções mais eficientes e sustentáveis do planeta. O que falta é organização e clareza nas regras, além de uma comunicação mais firme para mostrar o que já é feito dentro da porteira”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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